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Em Engenharia Civil, usualmente utilizam-se medidas diferentes para o diâmetro de ralos de pias de banheiro, pias de cozinhas, tanques, entre outros. Nas medidas desses ralos, são utilizadas as unidades polegadas, como 12/16, 5/10 e 7/5.
Ao colocar essas medidas em ordem decrescente, encontramos
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Leia o texto abaixo para responder à questão:
O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia
Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota,
“gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição
de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os
pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na
cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente
nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos
períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do
contato humano.
Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do
país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os
animais:
• Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
• Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
• Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
• Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
• Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.
(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
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3982264
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
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O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia
Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota,
“gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição
de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os
pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na
cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente
nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos
períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do
contato humano.
Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do
país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os
animais:
• Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
• Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
• Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
• Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
• Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.
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O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia
Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota,
“gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição
de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os
pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na
cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente
nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos
períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do
contato humano.
Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do
país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os
animais:
• Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
• Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
• Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
• Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
• Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.
(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
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O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia
Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota,
“gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição
de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os
pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na
cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente
nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos
períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do
contato humano.
Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do
país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os
animais:
• Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
• Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
• Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
• Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
• Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.
(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
Trecho 1: “gostar demais dos animais de estimação […] costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets.”
Trecho 2: “Alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais: você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.”
Com base nos trechos acima, assinale a alternativa correta sobre o uso de metáfora e de metonímia.
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De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota,
“gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição
de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os
pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na
cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente
nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos
períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do
contato humano.
Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do
país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os
animais:
• Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
• Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
• Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
• Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
• Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.
(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
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A verdade e o sábio (conto popular)
Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio
sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
— Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
— Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com
vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e
perguntaram se ele o tinha visto.
O sábio repetiu por um instante e respondeu:
— Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou
por mim.
Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso.
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A verdade e o sábio (conto popular)
Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio
sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
— Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
— Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com
vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e
perguntaram se ele o tinha visto.
O sábio repetiu por um instante e respondeu:
— Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou
por mim.
Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso.
Considerando esses aspectos, qual alternativa analisa corretamente esses três componentes?
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A verdade e o sábio (conto popular)
Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio
sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
— Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
— Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com
vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e
perguntaram se ele o tinha visto.
O sábio repetiu por um instante e respondeu:
— Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou
por mim.
Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso.
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A verdade e o sábio (conto popular)
Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio
sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
— Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
— Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com
vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e
perguntaram se ele o tinha visto.
O sábio repetiu por um instante e respondeu:
— Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou
por mim.
Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso.
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