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Foram encontradas 29 questões.

1649656 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O texto abaixo servirá como base para as questões de 06 a 10.

Marisa Monte: “Minha música sempre foi simples”

A cantora, que está lançando novo álbum, diz que a simplicidade de suas canções está na clareza das músicas e dos arranjos

&n bsp; Da nilo Casaletti

Seguindo a estratégia de lançar seu novo trabalho, O que você quer saber de verdade (EMI), pela web, Marisa Monte deu uma entrevista coletiva online na manhã desta quinta-feira (3). Os jornalistas, que haviam se cadastrado previamente no site da cantora, puderam ver e ouvir Marisa responder a dezenas de perguntas vindas de diversas partes do Brasil e de Portugal, onde seu trabalho é muito conhecido.

&n bsp; O que você quer saber de verdade chega ao mercado depois de cinco anos de seus últimos trabalhos, os Gêmeos, Infinito particular e Universo ao meu redor, e vem sendo classificado, por conta do clima de amor de suas canções, como um disco popular. Marisa discorda da avaliação. “Não tinha motivo de fazer ou não fazer um disco popular. Eu apenas escolhi as músicas com as quais eu tive mais afinidade, que estavam de acordo com meu desejo nesse momento”, diz.

&n bsp; A cantora afirmou que, ao longo da carreira, emplacou diversos sucessos no rádio, que canções como Bem que se quis, Lenda das sereias e Chocolate caíram no gosto das pessoas. Por isso, não haveria motivo para classificar seu novo trabalho como “o mais popular”. Para ela, o “popular” que foi visto em seu novo trabalho vem da clareza das músicas e dos arranjos. Marisa também não classifica o álbum como romântico. Para ela, ele é um “disco solar”. “Ele fala de bem viver, de aproveitar a vida. As músicas que falam de amor também ressaltam o lado de bem viver do amor”, diz.

&n bsp; So bre a faixa título, a pop "O que você quer saber de verdade", parceria de Marisa com Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, colegas constantes em seus trabalhos, cuja letra diz "Ouça o barulhinho que o tempo no seu peito faz/ faça sua dor dança", Marisa diz que o que está por trás da letra, e que virou título do disco, é a necessidade de cada um de ouvir a alma, a própria voz. O trio tribalista ainda assina a romântica “Depois” e “Verdade, uma ilusão”.

&n bsp; O novo trabalho também traz novas parcerias, como a com o ex-Los Hermanos Rodrigo Amarante, com quem Marisa se encontrou em Los Angeles, onde ele está morando. Juntos, eles fizeram “O que se quer”. O músico Marcelo Jeneci também assina pela primeira vez uma canção com Marisa, o xote “Hoje eu não saio, não”.

&n bsp; A cantora também falou de duas regravações do álbum. Da era do rádio, Marisa buscou o tango “Lencinho querido”, sucesso na voz de Dalva de Oliveira (1917-1972), em 1956, música que ela havia cantado em show com o grupo Café de los maestros, que também participa da faixa no CD. Mas Marisa afirma que já conhecia a canção há muito tempo. “Sempre gostei de música antiga brasileira. Adolescente, eu gostava de fuçar nos discos da minha avó, do meu pai. Conheço “Lencinho querido” desde os meus 15 anos”, diz.

&n bsp; O outro resgate é “Descalço no parque” música do segundo disco do cantor e compositor Jorge Ben Jor, de 1964. “Eu tocava essa música em casa há anos, em passagens de sons. O arranjo original do Jorge é incrível”, diz Marisa.

(Diponível em: http://revistaepoca.globo.com/cultura/noti cia/2011/11/marisa-monte-minha-musica- sempre-foi-simples.html. Acesso em: 14/11/2011 às 09:50)

Após a leitura do texto só NÃO se pode afirmar que:

 

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1649655 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O texto abaixo servirá como base para as questões de 06 a 10.

Marisa Monte: “Minha música sempre foi simples”

A cantora, que está lançando novo álbum, diz que a simplicidade de suas canções está na clareza das músicas e dos arranjos

&n bsp; Da nilo Casaletti

Seguindo a estratégia de lançar seu novo trabalho, O que você quer saber de verdade (EMI), pela web, Marisa Monte deu uma entrevista coletiva online na manhã desta quinta-feira (3). Os jornalistas, que haviam se cadastrado previamente no site da cantora, puderam ver e ouvir Marisa responder a dezenas de perguntas vindas de diversas partes do Brasil e de Portugal, onde seu trabalho é muito conhecido.

&n bsp; O que você quer saber de verdade chega ao mercado depois de cinco anos de seus últimos trabalhos, os Gêmeos, Infinito particular e Universo ao meu redor, e vem sendo classificado, por conta do clima de amor de suas canções, como um disco popular. Marisa discorda da avaliação. “Não tinha motivo de fazer ou não fazer um disco popular. Eu apenas escolhi as músicas com as quais eu tive mais afinidade, que estavam de acordo com meu desejo nesse momento”, diz.

&n bsp; A cantora afirmou que, ao longo da carreira, emplacou diversos sucessos no rádio, que canções como Bem que se quis, Lenda das sereias e Chocolate caíram no gosto das pessoas. Por isso, não haveria motivo para classificar seu novo trabalho como “o mais popular”. Para ela, o “popular” que foi visto em seu novo trabalho vem da clareza das músicas e dos arranjos. Marisa também não classifica o álbum como romântico. Para ela, ele é um “disco solar”. “Ele fala de bem viver, de aproveitar a vida. As músicas que falam de amor também ressaltam o lado de bem viver do amor”, diz.

&n bsp; So bre a faixa título, a pop "O que você quer saber de verdade", parceria de Marisa com Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, colegas constantes em seus trabalhos, cuja letra diz "Ouça o barulhinho que o tempo no seu peito faz/ faça sua dor dança", Marisa diz que o que está por trás da letra, e que virou título do disco, é a necessidade de cada um de ouvir a alma, a própria voz. O trio tribalista ainda assina a romântica “Depois” e “Verdade, uma ilusão”.

&n bsp; O novo trabalho também traz novas parcerias, como a com o ex-Los Hermanos Rodrigo Amarante, com quem Marisa se encontrou em Los Angeles, onde ele está morando. Juntos, eles fizeram “O que se quer”. O músico Marcelo Jeneci também assina pela primeira vez uma canção com Marisa, o xote “Hoje eu não saio, não”.

&n bsp; A cantora também falou de duas regravações do álbum. Da era do rádio, Marisa buscou o tango “Lencinho querido”, sucesso na voz de Dalva de Oliveira (1917-1972), em 1956, música que ela havia cantado em show com o grupo Café de los maestros, que também participa da faixa no CD. Mas Marisa afirma que já conhecia a canção há muito tempo. “Sempre gostei de música antiga brasileira. Adolescente, eu gostava de fuçar nos discos da minha avó, do meu pai. Conheço “Lencinho querido” desde os meus 15 anos”, diz.

&n bsp; O outro resgate é “Descalço no parque” música do segundo disco do cantor e compositor Jorge Ben Jor, de 1964. “Eu tocava essa música em casa há anos, em passagens de sons. O arranjo original do Jorge é incrível”, diz Marisa.

(Diponível em: http://revistaepoca.globo.com/cultura/noti cia/2011/11/marisa-monte-minha-musica- sempre-foi-simples.html. Acesso em: 14/11/2011 às 09:50)

Sobre a estruturação do trecho “A cantora afirmou que, ao longo da carreira, emplacou diversos sucessos no rádio, que canções como Bem que se quis, Lenda das sereias e Chocolate caíram no gosto das pessoas.”, podemos afirmar que:

 

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1649654 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O texto abaixo servirá como base para as questões de 06 a 10.

Marisa Monte: “Minha música sempre foi simples”

A cantora, que está lançando novo álbum, diz que a simplicidade de suas canções está na clareza das músicas e dos arranjos

&n bsp; Da nilo Casaletti

Seguindo a estratégia de lançar seu novo trabalho, O que você quer saber de verdade (EMI), pela web, Marisa Monte deu uma entrevista coletiva online na manhã desta quinta-feira (3). Os jornalistas, que haviam se cadastrado previamente no site da cantora, puderam ver e ouvir Marisa responder a dezenas de perguntas vindas de diversas partes do Brasil e de Portugal, onde seu trabalho é muito conhecido.

&n bsp; O que você quer saber de verdade chega ao mercado depois de cinco anos de seus últimos trabalhos, os Gêmeos, Infinito particular e Universo ao meu redor, e vem sendo classificado, por conta do clima de amor de suas canções, como um disco popular. Marisa discorda da avaliação. “Não tinha motivo de fazer ou não fazer um disco popular. Eu apenas escolhi as músicas com as quais eu tive mais afinidade, que estavam de acordo com meu desejo nesse momento”, diz.

&n bsp; A cantora afirmou que, ao longo da carreira, emplacou diversos sucessos no rádio, que canções como Bem que se quis, Lenda das sereias e Chocolate caíram no gosto das pessoas. Por isso, não haveria motivo para classificar seu novo trabalho como “o mais popular”. Para ela, o “popular” que foi visto em seu novo trabalho vem da clareza das músicas e dos arranjos. Marisa também não classifica o álbum como romântico. Para ela, ele é um “disco solar”. “Ele fala de bem viver, de aproveitar a vida. As músicas que falam de amor também ressaltam o lado de bem viver do amor”, diz.

&n bsp; So bre a faixa título, a pop "O que você quer saber de verdade", parceria de Marisa com Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, colegas constantes em seus trabalhos, cuja letra diz "Ouça o barulhinho que o tempo no seu peito faz/ faça sua dor dança", Marisa diz que o que está por trás da letra, e que virou título do disco, é a necessidade de cada um de ouvir a alma, a própria voz. O trio tribalista ainda assina a romântica “Depois” e “Verdade, uma ilusão”.

&n bsp; O novo trabalho também traz novas parcerias, como a com o ex-Los Hermanos Rodrigo Amarante, com quem Marisa se encontrou em Los Angeles, onde ele está morando. Juntos, eles fizeram “O que se quer”. O músico Marcelo Jeneci também assina pela primeira vez uma canção com Marisa, o xote “Hoje eu não saio, não”.

&n bsp; A cantora também falou de duas regravações do álbum. Da era do rádio, Marisa buscou o tango “Lencinho querido”, sucesso na voz de Dalva de Oliveira (1917-1972), em 1956, música que ela havia cantado em show com o grupo Café de los maestros, que também participa da faixa no CD. Mas Marisa afirma que já conhecia a canção há muito tempo. “Sempre gostei de música antiga brasileira. Adolescente, eu gostava de fuçar nos discos da minha avó, do meu pai. Conheço “Lencinho querido” desde os meus 15 anos”, diz.

&n bsp; O outro resgate é “Descalço no parque” música do segundo disco do cantor e compositor Jorge Ben Jor, de 1964. “Eu tocava essa música em casa há anos, em passagens de sons. O arranjo original do Jorge é incrível”, diz Marisa.

(Diponível em: http://revistaepoca.globo.com/cultura/noti cia/2011/11/marisa-monte-minha-musica- sempre-foi-simples.html. Acesso em: 14/11/2011 às 09:50)

Ao utilizar a letra maiúscula “O” neste trecho “Seguindo a estratégia de lançar seu novo trabalho, O que você quer saber de verdade (EMI) [...]” o autor faz para:

 

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1649653 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O texto abaixo servirá como base para as questões de 06 a 10.

Marisa Monte: “Minha música sempre foi simples”

A cantora, que está lançando novo álbum, diz que a simplicidade de suas canções está na clareza das músicas e dos arranjos

&n bsp; Da nilo Casaletti

Seguindo a estratégia de lançar seu novo trabalho, O que você quer saber de verdade (EMI), pela web, Marisa Monte deu uma entrevista coletiva online na manhã desta quinta-feira (3). Os jornalistas, que haviam se cadastrado previamente no site da cantora, puderam ver e ouvir Marisa responder a dezenas de perguntas vindas de diversas partes do Brasil e de Portugal, onde seu trabalho é muito conhecido.

&n bsp; O que você quer saber de verdade chega ao mercado depois de cinco anos de seus últimos trabalhos, os Gêmeos, Infinito particular e Universo ao meu redor, e vem sendo classificado, por conta do clima de amor de suas canções, como um disco popular. Marisa discorda da avaliação. “Não tinha motivo de fazer ou não fazer um disco popular. Eu apenas escolhi as músicas com as quais eu tive mais afinidade, que estavam de acordo com meu desejo nesse momento”, diz.

&n bsp; A cantora afirmou que, ao longo da carreira, emplacou diversos sucessos no rádio, que canções como Bem que se quis, Lenda das sereias e Chocolate caíram no gosto das pessoas. Por isso, não haveria motivo para classificar seu novo trabalho como “o mais popular”. Para ela, o “popular” que foi visto em seu novo trabalho vem da clareza das músicas e dos arranjos. Marisa também não classifica o álbum como romântico. Para ela, ele é um “disco solar”. “Ele fala de bem viver, de aproveitar a vida. As músicas que falam de amor também ressaltam o lado de bem viver do amor”, diz.

&n bsp; So bre a faixa título, a pop "O que você quer saber de verdade", parceria de Marisa com Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, colegas constantes em seus trabalhos, cuja letra diz "Ouça o barulhinho que o tempo no seu peito faz/ faça sua dor dança", Marisa diz que o que está por trás da letra, e que virou título do disco, é a necessidade de cada um de ouvir a alma, a própria voz. O trio tribalista ainda assina a romântica “Depois” e “Verdade, uma ilusão”.

&n bsp; O novo trabalho também traz novas parcerias, como a com o ex-Los Hermanos Rodrigo Amarante, com quem Marisa se encontrou em Los Angeles, onde ele está morando. Juntos, eles fizeram “O que se quer”. O músico Marcelo Jeneci também assina pela primeira vez uma canção com Marisa, o xote “Hoje eu não saio, não”.

&n bsp; A cantora também falou de duas regravações do álbum. Da era do rádio, Marisa buscou o tango “Lencinho querido”, sucesso na voz de Dalva de Oliveira (1917-1972), em 1956, música que ela havia cantado em show com o grupo Café de los maestros, que também participa da faixa no CD. Mas Marisa afirma que já conhecia a canção há muito tempo. “Sempre gostei de música antiga brasileira. Adolescente, eu gostava de fuçar nos discos da minha avó, do meu pai. Conheço “Lencinho querido” desde os meus 15 anos”, diz.

&n bsp; O outro resgate é “Descalço no parque” música do segundo disco do cantor e compositor Jorge Ben Jor, de 1964. “Eu tocava essa música em casa há anos, em passagens de sons. O arranjo original do Jorge é incrível”, diz Marisa.

(Diponível em: http://revistaepoca.globo.com/cultura/noti cia/2011/11/marisa-monte-minha-musica- sempre-foi-simples.html. Acesso em: 14/11/2011 às 09:50)

Sobre o significado da palavra “clareza”, no trecho: “A cantora, que está lançando novo álbum, diz que a simplicidade de suas canções está na clareza das músicas e dos arranjos”, podemos afirmar:

 

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1649652 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O extrato abaixo, do Sermão da Sexagésima, de Pe. Antônio Vieira, servirá como base para responder às questões de 1 à 5.

I

E se quisesse Deus que este tão ilustre e tão numeroso auditório saísse hoje tão desenganado da pregação, como vem enganado com o pregador! Ouçamos o Evangelho, e ouçamo-lo todo, que todo é do caso que me levou e trouxe de tão longe. Ecce exiit qui seminat, seminare. Diz Cristo que “saiu o pregador evangélico a semear” a palavra divina. Bem parece este texto dos livros de Deus. Não só faz menção do semear, mas também faz caso do sair: Exiit, porque no dia da messe hão-nos de medir a semeadura e hão-nos de contar os passos. O Mundo, aos que lavrais com ele, nem vos satisfaz o que dispendeis, nem vos paga o que andais. Deus não é assim. Para quem lavra com Deus até o sair é semear, porque também das passadas colhe fruto. Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Os que saem a semear são os que vão pregar à Índia, à China, ao Japão; os que semeiam sem sair, são os que se contentam com pregar na Pátria. Todos terão sua razão, mas tudo tem sua conta. Aos que têm a seara em casa, pagarlhes- ão a semeadura; aos que vão buscar a seara tão longe, hão-lhes de medir a semeadura e hão-lhes de contar os passos. Ah Dia do Juízo! Ah pregadores! Os de cá, achar-vos-eis com mais paço; os de lá, com mais passos: Exiit seminare.

(...)

(Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/vieira-antonio-sermao-sexagesima.pdf. Acesso em: 10/11/2011 às 16:53)

“Os de cá, achar-vos-eis com mais paço; os de lá, com mais passos”. Podemos interpretar este trecho de que maneira?

 

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1649651 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O extrato abaixo, do Sermão da Sexagésima, de Pe. Antônio Vieira, servirá como base para responder às questões de 1 à 5.

I

E se quisesse Deus que este tão ilustre e tão numeroso auditório saísse hoje tão desenganado da pregação, como vem enganado com o pregador! Ouçamos o Evangelho, e ouçamo-lo todo, que todo é do caso que me levou e trouxe de tão longe. Ecce exiit qui seminat, seminare. Diz Cristo que “saiu o pregador evangélico a semear” a palavra divina. Bem parece este texto dos livros de Deus. Não só faz menção do semear, mas também faz caso do sair: Exiit, porque no dia da messe hão-nos de medir a semeadura e hão-nos de contar os passos. O Mundo, aos que lavrais com ele, nem vos satisfaz o que dispendeis, nem vos paga o que andais. Deus não é assim. Para quem lavra com Deus até o sair é semear, porque também das passadas colhe fruto. Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Os que saem a semear são os que vão pregar à Índia, à China, ao Japão; os que semeiam sem sair, são os que se contentam com pregar na Pátria. Todos terão sua razão, mas tudo tem sua conta. Aos que têm a seara em casa, pagarlhes- ão a semeadura; aos que vão buscar a seara tão longe, hão-lhes de medir a semeadura e hão-lhes de contar os passos. Ah Dia do Juízo! Ah pregadores! Os de cá, achar-vos-eis com mais paço; os de lá, com mais passos: Exiit seminare.

(...)

(Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/vieira-antonio-sermao-sexagesima.pdf. Acesso em: 10/11/2011 às 16:53)

Em nossas falas, geralmente, utilizamos pequenas partículas dotadas de sentido as quais modificam o tom daquilo que dizemos. Estas partículas são mais utilizadas na oralidade, porém aparecem, também, em textos escritos. Observe este trecho: “Ah Dia do Juízo! Ah pregadores!”, nele encontramos este tipo de partícula. Sabendo disso, que nome damos a ela, e, neste caso, que ideia ela imprime ao texto?

 

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1649650 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O extrato abaixo, do Sermão da Sexagésima, de Pe. Antônio Vieira, servirá como base para responder às questões de 1 à 5.

I

E se quisesse Deus que este tão ilustre e tão numeroso auditório saísse hoje tão desenganado da pregação, como vem enganado com o pregador! Ouçamos o Evangelho, e ouçamo-lo todo, que todo é do caso que me levou e trouxe de tão longe. Ecce exiit qui seminat, seminare. Diz Cristo que “saiu o pregador evangélico a semear” a palavra divina. Bem parece este texto dos livros de Deus. Não só faz menção do semear, mas também faz caso do sair: Exiit, porque no dia da messe hão-nos de medir a semeadura e hão-nos de contar os passos. O Mundo, aos que lavrais com ele, nem vos satisfaz o que dispendeis, nem vos paga o que andais. Deus não é assim. Para quem lavra com Deus até o sair é semear, porque também das passadas colhe fruto. Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Os que saem a semear são os que vão pregar à Índia, à China, ao Japão; os que semeiam sem sair, são os que se contentam com pregar na Pátria. Todos terão sua razão, mas tudo tem sua conta. Aos que têm a seara em casa, pagarlhes- ão a semeadura; aos que vão buscar a seara tão longe, hão-lhes de medir a semeadura e hão-lhes de contar os passos. Ah Dia do Juízo! Ah pregadores! Os de cá, achar-vos-eis com mais paço; os de lá, com mais passos: Exiit seminare.

(...)

(Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/vieira-antonio-sermao-sexagesima.pdf. Acesso em: 10/11/2011 às 16:53)

Ao findar a leitura do extrato podemos afirmar, segundo o que nele está escrito, que:

 

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1649649 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O extrato abaixo, do Sermão da Sexagésima, de Pe. Antônio Vieira, servirá como base para responder às questões de 1 à 5.

I

E se quisesse Deus que este tão ilustre e tão numeroso auditório saísse hoje tão desenganado da pregação, como vem enganado com o pregador! Ouçamos o Evangelho, e ouçamo-lo todo, que todo é do caso que me levou e trouxe de tão longe. Ecce exiit qui seminat, seminare. Diz Cristo que “saiu o pregador evangélico a semear” a palavra divina. Bem parece este texto dos livros de Deus. Não só faz menção do semear, mas também faz caso do sair: Exiit, porque no dia da messe hão-nos de medir a semeadura e hão-nos de contar os passos. O Mundo, aos que lavrais com ele, nem vos satisfaz o que dispendeis, nem vos paga o que andais. Deus não é assim. Para quem lavra com Deus até o sair é semear, porque também das passadas colhe fruto. Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Os que saem a semear são os que vão pregar à Índia, à China, ao Japão; os que semeiam sem sair, são os que se contentam com pregar na Pátria. Todos terão sua razão, mas tudo tem sua conta. Aos que têm a seara em casa, pagarlhes- ão a semeadura; aos que vão buscar a seara tão longe, hão-lhes de medir a semeadura e hão-lhes de contar os passos. Ah Dia do Juízo! Ah pregadores! Os de cá, achar-vos-eis com mais paço; os de lá, com mais passos: Exiit seminare.

(...)

(Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/vieira-antonio-sermao-sexagesima.pdf. Acesso em: 10/11/2011 às 16:53)

Juntamente com os pronomes, as terminações verbais trazem-nos indicações sobre o que/quem falamos ou com que/quem se fala, por isso a importância de utilizarmos a conjugação verbal de maneira correta. Observe esse trecho: “(...) O Mundo, aos que lavrais com ele, nem vos satisfaz o que dispendeis, nem vos paga o que andais. Deus não é assim. (...)”. Analisando as terminações dos verbos destacados concluímos que eles referem-se:

 

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1649648 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O extrato abaixo, do Sermão da Sexagésima, de Pe. Antônio Vieira, servirá como base para responder às questões de 1 à 5.

I

E se quisesse Deus que este tão ilustre e tão numeroso auditório saísse hoje tão desenganado da pregação, como vem enganado com o pregador! Ouçamos o Evangelho, e ouçamo-lo todo, que todo é do caso que me levou e trouxe de tão longe. Ecce exiit qui seminat, seminare. Diz Cristo que “saiu o pregador evangélico a semear” a palavra divina. Bem parece este texto dos livros de Deus. Não só faz menção do semear, mas também faz caso do sair: Exiit, porque no dia da messe hão-nos de medir a semeadura e hão-nos de contar os passos. O Mundo, aos que lavrais com ele, nem vos satisfaz o que dispendeis, nem vos paga o que andais. Deus não é assim. Para quem lavra com Deus até o sair é semear, porque também das passadas colhe fruto. Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Os que saem a semear são os que vão pregar à Índia, à China, ao Japão; os que semeiam sem sair, são os que se contentam com pregar na Pátria. Todos terão sua razão, mas tudo tem sua conta. Aos que têm a seara em casa, pagarlhes- ão a semeadura; aos que vão buscar a seara tão longe, hão-lhes de medir a semeadura e hão-lhes de contar os passos. Ah Dia do Juízo! Ah pregadores! Os de cá, achar-vos-eis com mais paço; os de lá, com mais passos: Exiit seminare.

(...)

(Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/vieira-antonio-sermao-sexagesima.pdf. Acesso em: 10/11/2011 às 16:53)

Os pronomes são uma ferramenta que nos auxiliam a indicar de que/quem se fala sem causar dúvidas ao nosso interlocutor. Desse modo, se os utilizarmos corretamente não incorreremos em enunciados confusos. No excerto acima verificamos algumas ocorrências de pronomes como elementos coesivos do texto, no trecho “(...) e ouçamo-lo todo, que todo é o caso que me levou e trouxe de tão longe.” verificamos que o autor refere-se:

 

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