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Texto I

Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

No título, o plural de Brasil sintetiza a discussão do texto marcada em:

 

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2046534 Ano: 2021
Disciplina: Serviço Social
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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O exercício profissional do(a) assistente social implica a existência de instrumentos e técnicas a serem utilizados nas ações. Conforme Sarmento (2017), o instrumento que permite ao assistente social potencializar o conhecimento da realidade do usuário, tendo como ponto de referência a garantia de direitos é a:

 

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2046533 Ano: 2021
Disciplina: Serviço Social
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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De acordo com a Lei nº 8.662/93 (Lei de Regulamentação da Profissão), são, entre outras, atribuições privativas do(a) assistente social:

 

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2046532 Ano: 2021
Disciplina: Serviço Social
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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A profissionalização do Serviço Social está ligada à expansão da produção e das relações sociais capitalistas, impulsionadas pela industrialização e urbanização que trazem, no seu verso, a questão social. Segundo Iamamoto (2012), o Estado, nesse momento, amplia-se e passa a administrar e gerir o conflito de classes e, no que tange ao Serviço Social:

 

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2046531 Ano: 2021
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Em relação ao sigilo profissional, o Código de Ética do assistente social de 1993 estabelece que:

 

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Considerando a proposição “Se João é professor, então ele é feliz.”, conclui-se que:

 

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Texto I

Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

A palavra que apresenta a mesma tonicidade de "desalentados" é:

 

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Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

No trecho “falam que preconceito racial é “mimimi”, o neologismo em destaque apresenta valor semântico:

 

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Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

No terceiro parágrafo, o uso da forma verbal “esforcem” indica que o esforço dos trabalhadores é:

 

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Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

A expressão que revela o conceito de nação para a autora é:

 

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