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TEXTO II
O papel de cada um na preservação do patrimônio cultural
Preservar e cuidar da manutenção do patrimônio cultural construído é um grande desafio da atualidade. O crescimento das cidades, a expansão imobiliária, o déficit habitacional e os impactos ambientais constituem fatores que desafiam os gestores públicos a confrontar o desenvolvimento eminente, com a necessidade de minimização de impactos ambientais e sociais.
No âmbito do patrimônio cultural, esforços têm sido canalizados visando ao reforço de uma política de proteção de acervos, assim como ações efetivas de restauração de bens culturais que se encontram em estado de conservação ruim.
Ao circular pelas cidades do interior do país, observa-se, com frequência, a degradação de inúmeros imóveis seculares, de valor artístico e cultural, de propriedade particular ou pública, que lamentavelmente dão lugar a outras edificações. Estas surgem de maneira abrupta e se sobrepõem à paisagem tradicional, desconsiderando todos os condicionantes conformadores do espaço urbano e sua história. Desse modo, a leitura espacial e sua compreensão ficam comprometidas, uma vez que os suportes físicos da memória das cidades são apagados, dando lugar a construções que não dialogam e não respeitam o meio existente.
Daniel Quintão (Adaptado de: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/colunas/o3larquitetura/ 2013/04/09/interna_o3larquitetura,47129/o-papel-de-cadaum- na-preservacao-do-patrimonio-cultural.shtml)
“O crescimento das cidades, a expansão imobiliária, o déficit habitacional e os impactos ambientais constituem fatores que desafiam os gestores públicos a confrontar o desenvolvimento eminente” (1º parágrafo). No trecho, a vírgula é empregada pelo seguinte motivo:
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TEXTO II
O papel de cada um na preservação do patrimônio cultural
Preservar e cuidar da manutenção do patrimônio cultural construído é um grande desafio da atualidade. O crescimento das cidades, a expansão imobiliária, o déficit habitacional e os impactos ambientais constituem fatores que desafiam os gestores públicos a confrontar o desenvolvimento eminente, com a necessidade de minimização de impactos ambientais e sociais.
No âmbito do patrimônio cultural, esforços têm sido canalizados visando ao reforço de uma política de proteção de acervos, assim como ações efetivas de restauração de bens culturais que se encontram em estado de conservação ruim.
Ao circular pelas cidades do interior do país, observa-se, com frequência, a degradação de inúmeros imóveis seculares, de valor artístico e cultural, de propriedade particular ou pública, que lamentavelmente dão lugar a outras edificações. Estas surgem de maneira abrupta e se sobrepõem à paisagem tradicional, desconsiderando todos os condicionantes conformadores do espaço urbano e sua história. Desse modo, a leitura espacial e sua compreensão ficam comprometidas, uma vez que os suportes físicos da memória das cidades são apagados, dando lugar a construções que não dialogam e não respeitam o meio existente.
Daniel Quintão (Adaptado de: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/colunas/o3larquitetura/ 2013/04/09/interna_o3larquitetura,47129/o-papel-de-cadaum- na-preservacao-do-patrimonio-cultural.shtml)
Reescrevendo o trecho “esforços têm sido canalizados visando ao reforço de uma política de proteção de acervos”, a crase encontra-se corretamente apresentada em:
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TEXTO II
O papel de cada um na preservação do patrimônio cultural
Preservar e cuidar da manutenção do patrimônio cultural construído é um grande desafio da atualidade. O crescimento das cidades, a expansão imobiliária, o déficit habitacional e os impactos ambientais constituem fatores que desafiam os gestores públicos a confrontar o desenvolvimento eminente, com a necessidade de minimização de impactos ambientais e sociais.
No âmbito do patrimônio cultural, esforços têm sido canalizados visando ao reforço de uma política de proteção de acervos, assim como ações efetivas de restauração de bens culturais que se encontram em estado de conservação ruim.
Ao circular pelas cidades do interior do país, observa-se, com frequência, a degradação de inúmeros imóveis seculares, de valor artístico e cultural, de propriedade particular ou pública, que lamentavelmente dão lugar a outras edificações. Estas surgem de maneira abrupta e se sobrepõem à paisagem tradicional, desconsiderando todos os condicionantes conformadores do espaço urbano e sua história. Desse modo, a leitura espacial e sua compreensão ficam comprometidas, uma vez que os suportes físicos da memória das cidades são apagados, dando lugar a construções que não dialogam e não respeitam o meio existente.
Daniel Quintão (Adaptado de: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/colunas/o3larquitetura/ 2013/04/09/interna_o3larquitetura,47129/o-papel-de-cadaum- na-preservacao-do-patrimonio-cultural.shtml)
No primeiro parágrafo, a segunda frase estabelece com a primeira uma relação de sentido que pode ser explicitada pelo emprego da seguinte expressão:
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TEXTO II
O papel de cada um na preservação do patrimônio cultural
Preservar e cuidar da manutenção do patrimônio cultural construído é um grande desafio da atualidade. O crescimento das cidades, a expansão imobiliária, o déficit habitacional e os impactos ambientais constituem fatores que desafiam os gestores públicos a confrontar o desenvolvimento eminente, com a necessidade de minimização de impactos ambientais e sociais.
No âmbito do patrimônio cultural, esforços têm sido canalizados visando ao reforço de uma política de proteção de acervos, assim como ações efetivas de restauração de bens culturais que se encontram em estado de conservação ruim.
Ao circular pelas cidades do interior do país, observa-se, com frequência, a degradação de inúmeros imóveis seculares, de valor artístico e cultural, de propriedade particular ou pública, que lamentavelmente dão lugar a outras edificações. Estas surgem de maneira abrupta e se sobrepõem à paisagem tradicional, desconsiderando todos os condicionantes conformadores do espaço urbano e sua história. Desse modo, a leitura espacial e sua compreensão ficam comprometidas, uma vez que os suportes físicos da memória das cidades são apagados, dando lugar a construções que não dialogam e não respeitam o meio existente.
Daniel Quintão (Adaptado de: https://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/colunas/o3larquitetura/ 2013/04/09/interna_o3larquitetura,47129/o-papel-de-cadaum- na-preservacao-do-patrimonio-cultural.shtml)
Para compreender adequadamente o contexto do terceiro parágrafo, pode-se substituir a palavra “abrupta” por:
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TEXTO I
Qual é a importância da preservação do patrimônio histórico urbano, como as vilas operárias?
Ainda é possível encontrar nas cidades exemplares das antigas vilas operárias construídas pela Companhia Nacional de Tecidos de Juta no início do século 20, que serviam de moradia para os operários das fábricas. Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno. Para que preservá-los? Para que se compreendam quais eram as condições de vida dos trabalhadores urbanos no início do século passado, e para que se entenda como a ausência de ofertas de habitação popular acessível ao bolso dos trabalhadores pelo poder público gerou a segregação de habitações subnormais construídas à margem das regulações urbanas.
Conto aqui um pouco da história da Vila Maria Zélia e de como o passar do tempo transformou o local em uma cicatriz urbana. Apesar de patrimônio tombado, encontra-se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas. Esta cidadela operária é um dos exemplares mais significativos da história da habitação destinada para a classe operária em São Paulo. Outro exemplo é a Fordlândia, construída por Henry Ford no estado do Pará, e a Companhia Empório Industrial do Norte, fundada por Luiz Tarquínio em Salvador. Sirenes, regras de comportamento social e relógios de ponto integravam o cotidiano de vida daqueles que moravam em cidades construídas e administradas por fábricas em localidades isoladas em meio às propriedades rurais. Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil, embora também já estivessem presentes nos Estados Unidos e fossem conhecidas como company towns.
Helena Degreas (Adaptado de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovempan/ comentaristas/helena-degreas/qual-e-a-importancia-dapreservacao- do-patrimonio-historico-urbano-como-as-vilasoperarias. html)
Uma vogal acentuada em um hiato é encontrada em:
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TEXTO I
Qual é a importância da preservação do patrimônio histórico urbano, como as vilas operárias?
Ainda é possível encontrar nas cidades exemplares das antigas vilas operárias construídas pela Companhia Nacional de Tecidos de Juta no início do século 20, que serviam de moradia para os operários das fábricas. Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno. Para que preservá-los? Para que se compreendam quais eram as condições de vida dos trabalhadores urbanos no início do século passado, e para que se entenda como a ausência de ofertas de habitação popular acessível ao bolso dos trabalhadores pelo poder público gerou a segregação de habitações subnormais construídas à margem das regulações urbanas.
Conto aqui um pouco da história da Vila Maria Zélia e de como o passar do tempo transformou o local em uma cicatriz urbana. Apesar de patrimônio tombado, encontra-se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas. Esta cidadela operária é um dos exemplares mais significativos da história da habitação destinada para a classe operária em São Paulo. Outro exemplo é a Fordlândia, construída por Henry Ford no estado do Pará, e a Companhia Empório Industrial do Norte, fundada por Luiz Tarquínio em Salvador. Sirenes, regras de comportamento social e relógios de ponto integravam o cotidiano de vida daqueles que moravam em cidades construídas e administradas por fábricas em localidades isoladas em meio às propriedades rurais. Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil, embora também já estivessem presentes nos Estados Unidos e fossem conhecidas como company towns.
Helena Degreas (Adaptado de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovempan/ comentaristas/helena-degreas/qual-e-a-importancia-dapreservacao- do-patrimonio-historico-urbano-como-as-vilasoperarias. html)
“ Apesar de patrimônio tombado , encontra - se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas” (2º parágrafo). Mantendo o sentido global a frase, a expressão “Apesar de patrimônio tombado” pode ser reformulada por:
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TEXTO I
Qual é a importância da preservação do patrimônio histórico urbano, como as vilas operárias?
Ainda é possível encontrar nas cidades exemplares das antigas vilas operárias construídas pela Companhia Nacional de Tecidos de Juta no início do século 20, que serviam de moradia para os operários das fábricas. Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno. Para que preservá-los? Para que se compreendam quais eram as condições de vida dos trabalhadores urbanos no início do século passado, e para que se entenda como a ausência de ofertas de habitação popular acessível ao bolso dos trabalhadores pelo poder público gerou a segregação de habitações subnormais construídas à margem das regulações urbanas.
Conto aqui um pouco da história da Vila Maria Zélia e de como o passar do tempo transformou o local em uma cicatriz urbana. Apesar de patrimônio tombado, encontra-se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas. Esta cidadela operária é um dos exemplares mais significativos da história da habitação destinada para a classe operária em São Paulo. Outro exemplo é a Fordlândia, construída por Henry Ford no estado do Pará, e a Companhia Empório Industrial do Norte, fundada por Luiz Tarquínio em Salvador. Sirenes, regras de comportamento social e relógios de ponto integravam o cotidiano de vida daqueles que moravam em cidades construídas e administradas por fábricas em localidades isoladas em meio às propriedades rurais. Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil, embora também já estivessem presentes nos Estados Unidos e fossem conhecidas como company towns.
Helena Degreas (Adaptado de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovempan/ comentaristas/helena-degreas/qual-e-a-importancia-dapreservacao- do-patrimonio-historico-urbano-como-as-vilasoperarias. html)
“Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil” (2º parágrafo). A sequência de termos destacados se organiza de acordo com o seguinte critério:
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TEXTO I
Qual é a importância da preservação do patrimônio histórico urbano, como as vilas operárias?
Ainda é possível encontrar nas cidades exemplares das antigas vilas operárias construídas pela Companhia Nacional de Tecidos de Juta no início do século 20, que serviam de moradia para os operários das fábricas. Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno. Para que preservá-los? Para que se compreendam quais eram as condições de vida dos trabalhadores urbanos no início do século passado, e para que se entenda como a ausência de ofertas de habitação popular acessível ao bolso dos trabalhadores pelo poder público gerou a segregação de habitações subnormais construídas à margem das regulações urbanas.
Conto aqui um pouco da história da Vila Maria Zélia e de como o passar do tempo transformou o local em uma cicatriz urbana. Apesar de patrimônio tombado, encontra-se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas. Esta cidadela operária é um dos exemplares mais significativos da história da habitação destinada para a classe operária em São Paulo. Outro exemplo é a Fordlândia, construída por Henry Ford no estado do Pará, e a Companhia Empório Industrial do Norte, fundada por Luiz Tarquínio em Salvador. Sirenes, regras de comportamento social e relógios de ponto integravam o cotidiano de vida daqueles que moravam em cidades construídas e administradas por fábricas em localidades isoladas em meio às propriedades rurais. Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil, embora também já estivessem presentes nos Estados Unidos e fossem conhecidas como company towns.
Helena Degreas (Adaptado de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovempan/ comentaristas/helena-degreas/qual-e-a-importancia-dapreservacao- do-patrimonio-historico-urbano-como-as-vilasoperarias. html)
Considerando a progressão do texto, o segundo parágrafo expressa em relação ao primeiro uma estratégia argumentativa de:
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TEXTO I
Qual é a importância da preservação do patrimônio histórico urbano, como as vilas operárias?
Ainda é possível encontrar nas cidades exemplares das antigas vilas operárias construídas pela Companhia Nacional de Tecidos de Juta no início do século 20, que serviam de moradia para os operários das fábricas. Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno. Para que preservá-los? Para que se compreendam quais eram as condições de vida dos trabalhadores urbanos no início do século passado, e para que se entenda como a ausência de ofertas de habitação popular acessível ao bolso dos trabalhadores pelo poder público gerou a segregação de habitações subnormais construídas à margem das regulações urbanas.
Conto aqui um pouco da história da Vila Maria Zélia e de como o passar do tempo transformou o local em uma cicatriz urbana. Apesar de patrimônio tombado, encontra-se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas. Esta cidadela operária é um dos exemplares mais significativos da história da habitação destinada para a classe operária em São Paulo. Outro exemplo é a Fordlândia, construída por Henry Ford no estado do Pará, e a Companhia Empório Industrial do Norte, fundada por Luiz Tarquínio em Salvador. Sirenes, regras de comportamento social e relógios de ponto integravam o cotidiano de vida daqueles que moravam em cidades construídas e administradas por fábricas em localidades isoladas em meio às propriedades rurais. Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil, embora também já estivessem presentes nos Estados Unidos e fossem conhecidas como company towns.
Helena Degreas (Adaptado de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovempan/ comentaristas/helena-degreas/qual-e-a-importancia-dapreservacao- do-patrimonio-historico-urbano-como-as-vilasoperarias. html)
“Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno” (1º parágrafo). O núcleo do termo que pode ser recuperado, no primeiro parágrafo, como sujeito do verbo “mesclar” é:
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TEXTO I
Qual é a importância da preservação do patrimônio histórico urbano, como as vilas operárias?
Ainda é possível encontrar nas cidades exemplares das antigas vilas operárias construídas pela Companhia Nacional de Tecidos de Juta no início do século 20, que serviam de moradia para os operários das fábricas. Mesclam-se aos bairros, às ruas e destoam dos demais edifícios do entorno. Para que preservá-los? Para que se compreendam quais eram as condições de vida dos trabalhadores urbanos no início do século passado, e para que se entenda como a ausência de ofertas de habitação popular acessível ao bolso dos trabalhadores pelo poder público gerou a segregação de habitações subnormais construídas à margem das regulações urbanas.
Conto aqui um pouco da história da Vila Maria Zélia e de como o passar do tempo transformou o local em uma cicatriz urbana. Apesar de patrimônio tombado, encontra-se desconfigurada, com alguns dos edifícios em ruínas. Esta cidadela operária é um dos exemplares mais significativos da história da habitação destinada para a classe operária em São Paulo. Outro exemplo é a Fordlândia, construída por Henry Ford no estado do Pará, e a Companhia Empório Industrial do Norte, fundada por Luiz Tarquínio em Salvador. Sirenes, regras de comportamento social e relógios de ponto integravam o cotidiano de vida daqueles que moravam em cidades construídas e administradas por fábricas em localidades isoladas em meio às propriedades rurais. Conhecidas como cidadelas operárias, cidades-empresa ou mesmo cidades-companhia, estes conjuntos urbanos surgiram a partir de meados do século XIX para abrigar os operários e suas famílias no Brasil, embora também já estivessem presentes nos Estados Unidos e fossem conhecidas como company towns.
Helena Degreas (Adaptado de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovempan/ comentaristas/helena-degreas/qual-e-a-importancia-dapreservacao- do-patrimonio-historico-urbano-como-as-vilasoperarias. html)
À pergunta formulada no título, é apresentada, no texto, resposta com o propósito de:
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