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Foram encontradas 170 questões.

3229680 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Observe a seguinte sequência numérica, que foi formada empregando-se um determinado padrão matemático:


Enunciado 3582572-1



Seguindo o mesmo padrão, o valor de x deve ser igual a:
 

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3229679 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Há quatro prateleiras em uma estante, e foram colocados oito livros em cada prateleira. A quantidade de livros que foram colocados nessas prateleiras pode ser representada pela seguinte potência:
 

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3229678 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Em uma vitrine, serão colocadas, uma ao lado da outra, duas tortas para exposição. A pessoa responsável pela arrumação tem disponíveis quatro tortas de sabores diferentes: abacaxi; banana; chocolate e morango. Veja a seguir algumas arrumações possíveis:


Enunciado 3582548-1



Observando que a ordem dos sabores implica exposições diferentes, o número máximo de maneiras distintas de arrumar as duas tortas é igual a:
 

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3229677 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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A imagem a seguir representa a superfície plana da tampa de uma embalagem de papelão:


Enunciado 3582547-1


Traçando-se as diagonais desse quadrado, essa superfície ficou dividida em quatro triângulos iguais. A medida, em graus, do menor ângulo interno de cada um desses triângulos é:
 

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3229676 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Um bolo assou por 35 minutos em um forno elétrico. Esse tempo corresponde à seguinte fração de uma hora:
 

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3229675 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Carlos pretende comprar um forno elétrico. Para tanto, economizou 84 reais por mês durante 12 meses, conseguindo juntar um total correspondente a 7/10 do preço do forno. O valor, em reais, do preço do forno corresponde a:
 

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3229674 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Para uma receita de pão, é preciso usar 500 g de farinha e 200 g de fermento. Logo, mantendo-se as proporções, ao se usar 15 kg de farinha para aumentar a receita, seria necessário, em kg, a seguinte quantidade de fermento:
 

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3229673 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

Leia o texto a seguir:

Visita médica

Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.

Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.

Em “Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor, mas ninguém se dirigia ao doente”, a conjunção em destaque é classificada como:
 

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3229672 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

Leia o texto a seguir:

Visita médica

Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.

Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.

Em relação à transitividade, o verbo destacado no trecho “ele fica pensando que vai morrer” apresenta-se como:
 

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3229671 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

Leia o texto a seguir:

Visita médica

Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.

Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008, p. 99.

Em relação à colocação pronominal, ocorre ênclise e próclise, respectivamente, em:
 

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