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3229650 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

No último parágrafo do texto, o termo “cioso” é utilizado para demonstrar que o narrador possui:
 

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3229649 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

Em “Velha também, mas confortável como as amizades duradouras”, o termo destacado tem o mesmo sentido da palavra:
 

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3229648 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

Observe o trecho: “... no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal”. A palavra destacada tem como sinônimo:
 

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3229647 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

A partir da descrição da mesa, o narrador estabelece uma relação de similaridade entre o objeto e seu pai. Essa relação é denominada:
 

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3229646 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

Na progressão do desenvolvimento da narrativa, o segundo parágrafo do texto tem a função de:
 

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3229645 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

O trecho destacado em “O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar” (1º parágrafo) apresenta uma relação de:
 

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3229644 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Texto I

São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.

A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.

Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.

— Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

— Mais nada — respondo, um pouco humilhado.

E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal.

Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

O sentido de inclusão está explicitamente manifestado no trecho:
 

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3229783 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
A semaglutida é classificada como um agonista do receptor de GLP-1 e tem um potencial terapêutico para controle do peso, incluindo perda e manutenção do peso, sendo um fármaco utilizado no tratamento medicamentoso da obesidade por meio da redução de ingestão de energia via indução de sensações de saciedade e satisfação e da redução da sensação de fome.

Ao iniciar o tratamento com semaglutida, o médico assistente deve evitar o uso na seguinte condição:
Questão Anulada

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3229782 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
A metformina é considerada a terapia farmacológica inicial para a maioria dos pacientes com diabetes tipo 2 devido à eficácia glicêmica, ausência de ganho de peso e hipoglicemia, tolerabilidade geral e custo favorável.

São efeitos adversos da metformina:
Questão Anulada

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3229781 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Um paciente apresentando um quadro de fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia, preocupação exagerada, com afetação de suas atividades diárias laborais teve o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada.

O tratamento farmacológico que apresenta menor risco de causar insônia é:
Questão Anulada

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