Foram encontradas 1.017 questões.
Com relação à Lei nº 10.639/2003, que estabelece a
obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e
africana, analise as afirmativas a seguir.
I. A história da população negra deve ser pensada de maneira apartada da história nacional brasileira, que diz respeito a outras raízes étnico-culturais.
II. As disciplinas que devem ser modificadas pela lei são a educação artística, a literatura e a história, além da criação de uma disciplina específica sobre o tema.
III. Deve ter efeito tanto nas instituições públicas quanto nas instituições privadas de ensino, garantindo que todos os públicos tenham uma formação diversificada.
Está correto o que se afirma em
I. A história da população negra deve ser pensada de maneira apartada da história nacional brasileira, que diz respeito a outras raízes étnico-culturais.
II. As disciplinas que devem ser modificadas pela lei são a educação artística, a literatura e a história, além da criação de uma disciplina específica sobre o tema.
III. Deve ter efeito tanto nas instituições públicas quanto nas instituições privadas de ensino, garantindo que todos os públicos tenham uma formação diversificada.
Está correto o que se afirma em
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3380902
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Macaé-RJ
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Macaé-RJ
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº
8.069/1990), assinale a opção que descreve uma violação aos
direitos à educação
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Com base nos princípios constitucionais segundo os quais o ensino
deverá ser ministrado, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V)
para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Deverá ser garantido um padrão de qualidade da educação oferecida tanto em instituições públicas quanto privadas.
( ) O Estado deverá homogeneizar as concepções pedagógicas que regerão a atuação das instituições públicas de ensino.
( ) As instituições privadas deverão se comprometer com a gestão democrática com participação da comunidade escolar.
As afirmativas são, respectivamente,
( ) Deverá ser garantido um padrão de qualidade da educação oferecida tanto em instituições públicas quanto privadas.
( ) O Estado deverá homogeneizar as concepções pedagógicas que regerão a atuação das instituições públicas de ensino.
( ) As instituições privadas deverão se comprometer com a gestão democrática com participação da comunidade escolar.
As afirmativas são, respectivamente,
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- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosDireito à Igualdade
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosDireito à Honra
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosDireito à Liberdade
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosDireito à Privacidade
- Ordem SocialEducação, Cultura e Desporto
A Constituição Cidadã de 1988 assegura uma série de direitos
fundamentais, tanto individuais quanto coletivos.
Assinale a opção que apresenta uma situação em que um desses direitos não é violado.
Assinale a opção que apresenta uma situação em que um desses direitos não é violado.
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- Teoria Geral da ConstituiçãoPrincípios, Regras e PostuladosPrincípios de Direito Constitucional Internacional
- Princípios Fundamentais da Constituição
Os alunos de uma escola municipal participam da eleição dos
representantes de classe. Cada turma deve eleger o seu
representante.
A professora aproveitou o tema em uma aula sobre a atuação do Brasil no mundo. Ela afirmou que o fato de uma turma não decidir quem será o representante de uma outra turma, guarda analogia com o seguinte princípio das relações internacionais brasileiras:
A professora aproveitou o tema em uma aula sobre a atuação do Brasil no mundo. Ela afirmou que o fato de uma turma não decidir quem será o representante de uma outra turma, guarda analogia com o seguinte princípio das relações internacionais brasileiras:
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Antônio, Benedito e Celestino tinham quantidades distintas de
bolas de gude. Antônio passou 5 de suas bolas para Benedito de
modo que ambos passaram a ter a mesma quantidade de bolas.
Em seguida, Benedito passou 3 de suas bolas para Celestino de
modo que cada um dos dois passou a ter 10 bolas de gude.
Nesse caso, é correto afirmar que, originalmente,
Nesse caso, é correto afirmar que, originalmente,
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Futebol de menino
Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa:
agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê
de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem
encosto.
E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol,
de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! eu sou o Pelé; no gol, eu não
jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou
aqui, já sabe.” Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo
mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada
vaquinha.
Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como
está; o outro joga sem camisa.
Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é
um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está
no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar
dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés
de Gérson ou nas mãos de um gandula.
Em compensação, num racha de menino ninguém é mais
sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de
estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre
mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece
um bichinho.
Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de
uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, um número
cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA –
Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de
condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais
seria barrada em recepção do Itamaraty.
No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na
maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando
em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas,
coitadinha.
Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem-pulo
de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava
a alma de qualquer bola. Uma pintura.
Nova saída.
Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no
quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir
licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando
todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está
vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas.
O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um
canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola
começa a sangrar.
Em cada gomo o coração de uma criança.
NOGUEIRA, Armando. Bola na rede. Ed. José Olympio. Rio de Janeiro. 1996.
Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas.
O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar.
Assinale a opção que apresenta o comentário ou a modificação adequada.
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Futebol de menino
Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa:
agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê
de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem
encosto.
E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol,
de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! eu sou o Pelé; no gol, eu não
jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou
aqui, já sabe.” Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo
mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada
vaquinha.
Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como
está; o outro joga sem camisa.
Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é
um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está
no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar
dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés
de Gérson ou nas mãos de um gandula.
Em compensação, num racha de menino ninguém é mais
sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de
estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre
mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece
um bichinho.
Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de
uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, um número
cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA –
Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de
condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais
seria barrada em recepção do Itamaraty.
No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na
maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando
em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas,
coitadinha.
Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem-pulo
de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava
a alma de qualquer bola. Uma pintura.
Nova saída.
Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no
quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir
licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando
todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está
vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas.
O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um
canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola
começa a sangrar.
Em cada gomo o coração de uma criança.
NOGUEIRA, Armando. Bola na rede. Ed. José Olympio. Rio de Janeiro. 1996.
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Futebol de menino
Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa:
agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê
de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem
encosto.
E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol,
de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! eu sou o Pelé; no gol, eu não
jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou
aqui, já sabe.” Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo
mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada
vaquinha.
Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como
está; o outro joga sem camisa.
Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é
um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está
no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar
dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés
de Gérson ou nas mãos de um gandula.
Em compensação, num racha de menino ninguém é mais
sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de
estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre
mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece
um bichinho.
Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de
uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, um número
cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA –
Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de
condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais
seria barrada em recepção do Itamaraty.
No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na
maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando
em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas,
coitadinha.
Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem-pulo
de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava
a alma de qualquer bola. Uma pintura.
Nova saída.
Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no
quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir
licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando
todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está
vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas.
O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um
canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola
começa a sangrar.
Em cada gomo o coração de uma criança.
NOGUEIRA, Armando. Bola na rede. Ed. José Olympio. Rio de Janeiro. 1996.
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Futebol de menino
Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa:
agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê
de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem
encosto.
E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol,
de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! eu sou o Pelé; no gol, eu não
jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou
aqui, já sabe.” Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo
mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada
vaquinha.
Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como
está; o outro joga sem camisa.
Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é
um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está
no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar
dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés
de Gérson ou nas mãos de um gandula.
Em compensação, num racha de menino ninguém é mais
sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de
estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre
mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece
um bichinho.
Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de
uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, um número
cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA –
Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de
condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais
seria barrada em recepção do Itamaraty.
No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na
maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando
em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas,
coitadinha.
Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem-pulo
de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava
a alma de qualquer bola. Uma pintura.
Nova saída.
Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no
quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir
licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando
todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está
vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas.
O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um
canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola
começa a sangrar.
Em cada gomo o coração de uma criança.
NOGUEIRA, Armando. Bola na rede. Ed. José Olympio. Rio de Janeiro. 1996.
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