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Observe a imagem a seguir:

Considere que o dente 46 possui uma coroa clínica com 9 mm de largura no sentido vestibulolingual; a sondagem horizontal da furca (vestibulolingual) foi de 6 mm; e, ainda, que havia uma parede óssea no lado lingual. É possível afirmar que, de acordo com a classificação de Hamp (1975), esse é um defeito de furca grau:
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Sobre as chamadas lesões endopério, que representam um desafio para o cirurgião-dentista, tanto do ponto de vista do diagnóstico quanto do tratamento, analise as afirmativas a seguir.
I. Os túbulos dentinários, os canais acessórios e o forame apical são vias de comunicação não anatômicas entre a polpa e o periodonto.
II. A classificação das doenças periodontais AAP/EFP (2018) categorizou as lesões endopério em dois tipos: lesão endoperiodontal com dano radicular e lesão endoperiodontal sem dano radicular.
III. O envolvimento endodôntico secundário a uma doença periodontal ocorre quando micro-organismos do biofilme periodontal, presentes na superfície externa da raiz, conseguem invadir túbulos dentinários, ramificações do canal principal e/ou forame apical, bem como provocar inflamação, necrose e infecção do tecido pulpar.
Está correto o que se afirma em
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“Durante a anamnese, um paciente de 50 anos relatou fumar 20 cigarros por dia. Ao realizar o exame clínico e analisar o exame radiográfico, o cirurgião-dentista diagnosticou uma periodontite generalizada estágio III (classificação AAP/EFP 2018).” De acordo com essa classificação, o grau da periodontite desse paciente é:
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A gengivite induzida pelo biofilme dental apresenta uma ampla variedade de sinais e sintomas clínicos, bem como de fatores modificadores sistêmicos e fatores predisponentes locais que podem afetar sua extensão, gravidade e progressão.
(Romito et al, 2019.)
De acordo com a classificação das doenças periodontais AAP/EFP (2018), é possível afirmar que na gengivite em periodonto:
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“Durante a realização de um exame clínico periodontal, o cirurgião-dentista observou no dente 11, na face vestibular, que a distância da margem gengival ao fundo do sulco gengival era de 3 mm. Neste mesmo dente e na mesma face, a margem gengival estava em uma posição mais apical e distante 2 mm da junção cemento-esmalte. Havia sangramento durante a sondagem dessa área.” Com base nessas informações, podemos afirmar que:
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Do ponto de vista histológico, a gengiva é formada por dois tecidos: epitelial e conjuntivo. O tecido epitelial se subdivide em: epitélio oral; epitélio do sulco; e, epitélio juncional. Pode-se afirmar que o epitélio oral é um tecido:
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“A gengiva, a parte da mucosa mastigatória que cobre o processo alveolar e circunda a porção cervical dos dentes, consiste em uma camada epitelial e um tecido conjuntivo subjacente, chamado de lâmina própria. A gengiva assume sua forma e textura definitivas em associação com a erupção dos dentes. Na direção coronal, a gengiva de cor rósea termina ___________________, que possui um contorno festonado.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Um dos desafios durante a realização de um retratamento endodôntico é a remoção de eventuais pinos intrarradiculares. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O ultrassom é utilizado na interface entre o dente e o pino para quebrar a estrutura de cimento, reduzindo a retenção e facilitando a remoção.
II. O titânio possui um módulo de elasticidade mais baixo que o aço inoxidável; assim, ele pode amortecer as vibrações ultrassônicas que podem diminuir a efetividade ultrassônica.
III. Para facilitar a remoção dos pinos, excepcionalmente nestes casos, o ultrassom deve ser utilizado sem refrigeração.
Está correto o que se afirma em
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A infecção do canal radicular é um processo dinâmico e diferentes espécies bacterianas aparentemente dominam as diversas fases. Mudanças na composição da microbiota são, em grande parte, devido às alterações nas condições ambientais, particularmente no que diz respeito à pressão de oxigênio e disponibilidade de nutrientes.
(Hargreaves, 2017.)
Diante do exposto, é correto afirmar que na região:
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Um flare-up endodôntico é definido como uma exacerbação aguda de uma patologia perirradicular após o início ou a continuação do tratamento de canal não cirúrgico. A incidência pode ser desde 2% a 20% dos casos. Uma metanálise da literatura, utilizando critérios rigorosos, mostrou que a frequência dos flare-ups é de cerca de 8,4%. Flare-ups endodônticos são mais prevalentes entre mulheres com idade inferior a vinte anos e podem ocorrer mais em incisivos laterais superiores; em primeiros molares mandibulares, quando há grandes lesões periapicais; e, no retratamento de canais radiculares anteriores.
(Hargreaves, 2017.)
NÃO se refere a uma causa de flare-up:
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