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Foram encontradas 507 questões.

1216159 Ano: 2011
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Em um mesmo atendimento, a administração de várias vacinas é uma conduta
I. indicada e econômica.
II. que facilita a efetivação do esquema.
III. que permite imunizar contra o maior número de doenças numa frequência menor à unidade de saúde.
Está(ão) correta(s)
 

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1216158 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
Polícia britânica arma operação com helicópteros para capturar tigre de pelúcia!
A polícia de Hampshire, na Inglaterra, armou uma grande operação envolvendo oficiais armados e helicópteros para capturar um tigre branco nessa segunda-feira. Agora imagine a reação da equipe ao perceber que o tigre era de pelúcia!
A operação foi iniciada depois que a polícia recebeu várias ligações de moradores dizendo ter visto um animal selvagem próximo a um campo de golfe em Hedge End, perto da cidade de Southampton.
Segundo a polícia, não se sabe quem foi o responsável por deixar o tigre de pelúcia no local e o brinquedo está sendo tratado como “propriedade perdida”.
Fonte: http://meme.yahoo.com/thaispontes
De acordo com o que se entende do texto, a intenção do dono do brinquedo era fazer com que as pessoas acreditassem que era um animal de verdade. Diante do fato que envolveu policiais e até helicópteros, pode-se afirmar que a atitude de quem deixou o tigre de pelúcia no local foi
 

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1216157 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Em uma estrada sem iluminação, para possibilitar a visualização noturna da sinalização horizontal, é necessário que as marcas viárias sejam
 

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1216156 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Dona Carlota faz encomendas de doces. Hoje, ela encheu completamente um pote cilíndrico de 20 cm de diâmetro de massa de cajuzinho, de forma a não exceder a altura do pote de 16 cm. Se Dona Carlota fizer bolinhas de 2 cm de diâmetro, serão feitos, com toda esta massa,
 

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O que não mata faz crescer
A criança precisa exercitar paciência, esforço e outros
pequenos sofrimentos para se desenvolver
Quem tem filhos com idade entre seis e 12 anos, mais ou menos, precisa pensar seriamente que, nessa fase da vida, o importante é crescer.
Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades que as ajudem durante esse processo, porque temos escolhido, muitas vezes, impedir que isso aconteça na hora certa.
Temos atrapalhado o crescimento dos nossos filhos, esse é o fato.
Tomemos como exemplo uma parte importante da experiência das crianças nessa fase, e que deveria ser a sua grande chance de crescimento: a vida escolar.
Primeiramente, vamos entender os motivos disso. É a partir dos seis, dos sete anos que a criança inicia o período escolar, um processo que deve possibilitar a ela, progressivamente, o acesso aos códigos que, por sua vez, lhe permitirão decifrar o mundo adulto.
Aprender a trabalhar com as letras e os números, com um grau cada vez maior de complexidade, é o que oferece à criança a ferramenta necessária para que ela comece a fazer a sua leitura de mundo, no mais amplo sentido que essa expressão possa ter.
Mas, ainda, com o necessário apoio dos adultos, é importante ressaltar.
Essa nova aquisição possibilita, por sua vez, que a criança ganhe condições de começar a andar com suas próprias pernas.
Até então, vamos lembrar, seus passos eram dirigidos por seus pais ou por outros adultos que acompanhavam de perto sua vida.
Junto com o entendimento mais bem informado do funcionamento do mundo e da compreensão de como a vida é, experiências novas surgem, é claro.
Pequenos deveres e responsabilidades, por exemplo, passam a recair sobre a criança. Novas dificuldades e exigências também fazem com que a criança tenha de exercitar o que antes não precisava, porque cabia ao adulto: paciência, esforço, concentração, espera, superação, entre outros.
O que fazemos nessas horas? Em vez de apoiar a criança, encorajá-la nessa sua nova empreitada, ampará-la em seus inevitáveis, mas ainda pequenos sofrimentos, achamos necessário fazer tudo isso por ela.
De quem é hoje a responsabilidade pela vida escolar dessas crianças? Delas? Dificilmente. São os pais quem tem assumido essa parte da vida por elas, devidamente incentivados pela escola e pela sociedade de uma maneira geral.
E por vida escolar vamos entender tudo o que diz respeito ao período passado na escola: desde a árdua batalha pela aquisição do conhecimento até o convívio com colegas e professores naquele espaço.
Tem sido dever dos pais, por exemplo, o acompanhamento da realização do trabalho escolar que deve ser feito em casa.
É dos pais também a preocupação com o rendimento e o desenvolvimento no processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço escolar.
E o que dizer então a respeito da frustração ao não ser convidado para uma festa ou à experiência de isolamento na hora do recreio?
Tudo isso e ainda mais os pais querem (ou são pressionados a) administrar na vida de seus filhos, nessa segunda e última parte da infância deles. E eles têm assumido tudo isso com orgulho, vamos reconhecer.
Resultado? A criança permanece aprisionada nesse mundo ilusório e mágico em que sempre tudo termina bem, e nunca por sua própria intervenção.
Desse modo, ela não cresce, não desenvolve o seu potencial, tampouco reconhece esse potencial, enfim: não se encontra. Melhor dizendo: ela se encontra sempre na condição de criança, até o dia em que terá de enfrentar o tédio que isso é.
ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu
Filho?" Fonte:(Publifolha)
www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=441
Assinale a alternativa, cujo verbo destacado apresente a mesma regência do verbo grifado na frase abaixo:
“Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades.”
 

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1216154 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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O método para representar o relevo terrestre é o das curvas de nível, permitindo ao usuário, ter um valor aproximado da altitude em qualquer parte da carta.
Com base no texto, leia as proposições.
I. As curvas de nível tendem a ser quase que paralelas entre si.
II. Todos os pontos de uma curva de nível se encontram na mesma elevação.
III. Cada curva de nível fecha-se sempre sobre si mesma.
IV. As curvas de nível nunca se cruzam, podendo se tocar em saltos d'água ou despenhadeiros.
Estão corretas
 

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1216153 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Assinale a alternativa que apresenta a estrutura verificada pelo teste de McMurray.
 

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1216152 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
O número que somado a 14 dá como resultado 32 é
 

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1216150 Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP

Pode-se dividir a sinalização vertical de trânsito em três categorias:

 

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Crônica
Viagem no tempo (texto adaptado)
Ivan Angelo – 11/05/2011
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, há poucos anos, chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava. Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitava-se “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro giratório colocado à frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo, direcionava-se o vento para dentro, a fim de refrescar a pessoa acalorada. Até há pouco tempo, no Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar à esquerda ou à direita, nem luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar: mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar à esquerda: braço reto estendido; entrar à direita, braço alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde, após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste, um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as crianças tinham bons modos, obedeciam até a olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes.
O ritmo está cada vez mais rápido.
O autor do texto relembra costumes e instrumentos que já estão em desuso. Ao dizer: “Um tempo em que as crianças tinham bons modos, obedeciam até a olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes.”
Pode-se afirmar que o autor
 

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