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Foram encontradas 507 questões.

1216148 Ano: 2011
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Com relação ao transporte mais adequado de acidentados, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1216147 Ano: 2011
Disciplina: Música
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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A sequência da armadura de clave para o tom de Dó # menor é
 

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1216146 Ano: 2011
Disciplina: Música
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Assinale a alternativa que apresenta os tons vizinhos de MibM.
 

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1216145 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Com relação aos objetivos a serem alcançados pela educação em saúde bucal, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Crônica
Viagem no tempo (texto adaptado)
Ivan Angelo – 11/05/2011
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, há poucos anos, chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava. Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitava-se “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro giratório colocado à frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo, direcionava-se o vento para dentro, a fim de refrescar a pessoa acalorada. Até há pouco tempo, no Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar à esquerda ou à direita, nem luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar: mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar à esquerda: braço reto estendido; entrar à direita, braço alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde, após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste, um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as crianças tinham bons modos, obedeciam até a olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes.
O ritmo está cada vez mais rápido.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à concordância.
 

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1176707 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
No início de maio deste ano, o ministro-chefe da Casa Civil foi acusado de irregularidades em relação à sua evolução patrimonial, que teria aumentado 20 vezes entre 2006 e 2010. Trata-se de
 

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1176706 Ano: 2011
Disciplina: Arquitetura
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Em relação ao montante, o valor que se deve rebaixar na extremidade jusante de uma tubulação de 10 (dez) metros, para que o jusante tenha uma declividade de 2% é de
 

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1176705 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP

Um adulto, no total, tem

 

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Um aluno tem 1 hora para fazer uma prova que contém perguntas de português, matemática e ciências. Ele usou !$ { \large 1 \over 3} !$desta hora para responder as perguntas de português e !$ { \large 1 \over 2} !$ de hora para responder as perguntas de matemática.
Para este aluno responder as perguntas de ciências restou
 

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1176702 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Se uma criança introduzir um corpo estranho no nariz, NÃO é um procedimento correto:
 

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