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A definição das normas gerais da educação nacional é de responsabilidade de que ente federado:
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Vivia longe dos homens, só se dava bem com os animais. Os seus pés duros quebravam espinhos e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava nas relações com as pessoas a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações e onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
(Graciliano Ramos, Vidas secas).
“Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele.” Por esta referência, a pessoa descrita por Graciliano Ramos
 

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Segundo a Lei n.º 9394/96, a formação dos profissionais da educação far-se-á:
I. “Em nível superior em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação para docentes que atuarão na educação básica.”
II. “Em nível de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação para os profissionais da educação nacional.”
III. “Em nível de pós-graduação prioritariamente em programas de mestrado e doutorado para o exercício do magistério superior.”
IV. “Programas de formação pedagógica para portadores de diploma de educação superior que queiram se dedicar à educação básica.”
Está correta a sequência
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Dadas as proposições seguintes sobre o texto,
I. A má qualidade do ensino está na indisciplina do alunado.
II. Se a família interviesse na escola, não haveria desordem em sala de aula.
III. A indisciplina dos alunos nada tem a ver com a falta de limites por parte da família.
IV. A interferência dos pais somente deve acontecer no momento da socialização da criança.
quais são falsas?
 

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Assinale a opção correta quanto aos objetivos curriculares atuais.
 

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Dados os períodos seguintes,
I. “Uma missão semelhante gastaria não menos que US$ 500 milhões, enquanto o Sunrise não precisou que se investisse nele além de US$ 80 milhões.”
II. “Que os anos de ditadura militar, quando o Congresso permaneceu fechado, nos sirva como exemplo.”
III. “Não se pode comparar ambos.”
IV. “Alguns, de tão devastados pelo sofrimento, nem permite que a única arrumadeira autorizada a entrar na área arrume suas camas.”
quais violam a concordância verbal?
 

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Dadas as proposições a seguir,
I. Um blog é um tipo de site constituído por artigos, ou “posts”, atualizados por uma ou mais pessoas, tratando sobre uma ou mais áreas de interesse.
II. O Twitter é uma página web formada apenas por fotos e vídeos pessoais de milhares de usuários do mundo inteiro.
III. O Orkut é um site de relacionamentos internacional no qual é possível criar perfis de usuários contendo fotos e dados pessoais, além de ser possível enviar mensagens de texto para outros usuários e participar de várias comunidades.
está(ão) correta(s) apenas a(s) proposição(ões)
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
“Caminheiro que passas pela estrada
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
(Castro Alves)
Reescrevendo o terceiro verso, ocorreu problema de regência na opção
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Qual verbo não possui o mesmo sentido de estorvar, no texto?
 

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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola A), já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele B). É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança C) a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam D), acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida E). O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Em qual dos períodos a classificação da oração em negrito está incorreta?
 

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