Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

143460 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:
O etexilato de dabigatrana é um profármaco oral, inibidor sintético, competitivo e reversível direto da trombina. A inibição da trombina interrompe a cascata de coagulação e inibe a formação de coágulos. O etexilato de dabigatrana pode ser usado, por exemplo, no tratamento de trombose venosa profunda e/ou embolia pulmonar agudas.

Adaptado de “Dabigatrano etexilato” - Disponível em: https://goo.gl/oVe48D - Acesso em: 01 dez. 2017.


Uma possível consequência da ação do etexilato de dabigatrana no processo da coagulação do sangue é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143459 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:
Pesquisadores alemães conseguiram realizar a primeira grande análise do DNAde múmias egípcias. Isso possibilitou a criação do banco de dados genético mais confiável a respeito do Egito Antigo. Foram estudadas múmias descobertas em uma região ao logo do rio Nilo - Abusir el-Meleq. Foram analisados o DNA mitocondrial de noventa das 151 múmias. De três múmias, ainda foi possível extrair o DNA nuclear.
Adaptado de “Cientistas fazem primeira grande análise do DNA de múmias egípcias” - Disponível em: https://goo.gl/K9uw4s - Acesso em: 29 nov. 2017.


A análise do DNA nuclear das múmias possibilita aos cientistas a obtenção de informações genéticas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143458 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:
Uma molécula de DNA possui um total de 7.200 nucleotídeos e apresenta 20% de íntrons. A proteína codificada, a partir dessa molécula de DNA terá um total de quantos aminoácidos?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143457 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Segundo a Lei Orgânica do Município de Manaus/AM, “a educação, a cargo do Município, será promovida e estimulada com a participação e colaboração da comunidade local, fundada na reflexão da realidade, tendo por objetivo” o(a):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143347 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:
texto para responder à questão.
Eu vos abraço milhões
De uma coisa posso me orgulhar, caro neto: poucos chegam, como eu, a uma idade tão avançada, àquela idade que as pessoas costumam chamar de provecta. Mais: poucos mantêm tamanha lucidez. Não estou falando só em raciocinar, em pensar; estou falando em lembrar. Coisa importante, lembrar. Aquela coisa de “recordar é viver” não passa, naturalmente, de um lugar-comum que jovens como você considerariam até algo meio burro: se a gente se dedica a recordar, quanto tempo sobra para a vida propriamente dita? A vida, que, para vocês, transcorre principalmente no mundo exterior, no relacionamento com os outros? Esse cálculo precisa levar em conta a expectativa de vida, precisa quantificar (como?) prazeres e emoções. É difícil de fazer, exige uma contabilidade especial que não está ao alcance nem mesmo das pessoas vividas e supostamente sábias. Que eu saiba, não há nenhum programa de computador que possa ajudar — e, mesmo que houvesse, eu não saberia usá-lo, sou avesso a essas coisas. Vejo-me diante de uma espinhosa tarefa: combinar muito bem a vivência interior, representada sobretudo pela recordação e pela reflexão , com a vivência exterior, inevitavelmente limitada pela solidão, pela incapacidade física, pelo fato de que tenho mais amigos entre os mortos do que entre os vivos. E, de novo, qual a fórmula adequada para essa combinação?
[...]
Não sei. Só sei que recordar é bom, e é das poucas possibilidades que me restam, de modo que recordo. É uma espécie de exercício emocional, é um estímulo para os meus cansados neurônios, mas é sobretudo um prazer. Um prazer melancólico, decerto, mas um prazer, sim, resultante da facilidade com que evoco pessoas, acontecimentos, lugares, uma facilidade que às vezes surpreende a mim próprio. Para alguns, mesmo não muito velhos, o rio da memória é um curso de água barrenta que flui, lento e ominoso, trazendo destroços, detritos, cadáveres, restos disso ou daquilo; para mim, não: é uma vigorosa corrente de água límpida e fresca.
SCLIAR, Moacyr. Eu vos abraço milhões. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 7-8.
“Vejo-me diante de uma ESPINHOSA tarefa” Considerando o ponto de vista expresso pelo autor, a palavra destacada assume o seguinte valor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143346 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:

Texto para responder à questão.

Eu vos abraço milhões

De uma coisa posso me orgulhar, caro neto: poucos chegam, como eu, a uma idade tão avançada, àquela idade que as pessoas costumam chamar de provecta. Mais: poucos mantêm tamanha lucidez. Não estou falando só em raciocinar, em pensar; estou falando em lembrar. Coisa importante, lembrar. Aquela coisa de “recordar é viver” não passa, naturalmente, de um lugar-comum que jovens como você considerariam até algo meio burro: se a gente se dedica a recordar, quanto tempo sobra para a vida propriamente dita? A vida, que, para vocês, transcorre principalmente no mundo exterior, no relacionamento com os outros? Esse cálculo precisa levar em conta a expectativa de vida, precisa quantificar (como?) prazeres e emoções. É difícil de fazer, exige uma contabilidade especial que não está ao alcance nem mesmo das pessoas vividas e supostamente sábias. Que eu saiba, não há nenhum programa de computador que possa ajudar — e, mesmo que houvesse, eu não saberia usá-lo, sou avesso a essas coisas. Vejo-me diante de uma espinhosa tarefa: combinar muito bem a vivência interior, representada sobretudo pela recordação e pela reflexão , com a vivência exterior, inevitavelmente limitada pela solidão, pela incapacidade física, pelo fato de que tenho mais amigos entre os mortos do que entre os vivos. E, de novo, qual a fórmula adequada para essa combinação?

[...]

Não sei. Só sei que recordar é bom, e é das poucas possibilidades que me restam, de modo que recordo. É uma espécie de exercício emocional, é um estímulo para os meus cansados neurônios, mas é sobretudo um prazer. Um prazer melancólico, decerto, mas um prazer, sim, resultante da facilidade com que evoco pessoas, acontecimentos, lugares, uma facilidade que às vezes surpreende a mim próprio. Para alguns, mesmo não muito velhos, o rio da memória é um curso de água barrenta que flui, lento e ominoso, trazendo destroços, detritos, cadáveres, restos disso ou daquilo; para mim, não: é uma vigorosa corrente de água límpida e fresca.

SCLIAR, Moacyr. Eu vos abraço milhões. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 7-8.

O uso da forma verbal CONSIDERARIAM, como efeito de sentido:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143308 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:
texto para responder à questão.
Eu vos abraço milhões
De uma coisa posso me orgulhar, caro neto: poucos chegam, como eu, a uma idade tão avançada, àquela idade que as pessoas costumam chamar de provecta. Mais: poucos mantêm tamanha lucidez. Não estou falando só em raciocinar, em pensar; estou falando em lembrar. Coisa importante, lembrar. Aquela coisa de “recordar é viver” não passa, naturalmente, de um lugar-comum que jovens como você considerariam até algo meio burro: se a gente se dedica a recordar, quanto tempo sobra para a vida propriamente dita? A vida, que, para vocês, transcorre principalmente no mundo exterior, no relacionamento com os outros? Esse cálculo precisa levar em conta a expectativa de vida, precisa quantificar (como?) prazeres e emoções. É difícil de fazer, exige uma contabilidade especial que não está ao alcance nem mesmo das pessoas vividas e supostamente sábias. Que eu saiba, não há nenhum programa de computador que possa ajudar — e, mesmo que houvesse, eu não saberia usá-lo, sou avesso a essas coisas. Vejo-me diante de uma espinhosa tarefa: combinar muito bem a vivência interior, representada sobretudo pela recordação e pela reflexão , com a vivência exterior, inevitavelmente limitada pela solidão, pela incapacidade física, pelo fato de que tenho mais amigos entre os mortos do que entre os vivos. E, de novo, qual a fórmula adequada para essa combinação?
[...]
Não sei. Só sei que recordar é bom, e é das poucas possibilidades que me restam, de modo que recordo. É uma espécie de exercício emocional, é um estímulo para os meus cansados neurônios, mas é sobretudo um prazer. Um prazer melancólico, decerto, mas um prazer, sim, resultante da facilidade com que evoco pessoas, acontecimentos, lugares, uma facilidade que às vezes surpreende a mim próprio. Para alguns, mesmo não muito velhos, o rio da memória é um curso de água barrenta que flui, lento e ominoso, trazendo destroços, detritos, cadáveres, restos disso ou daquilo; para mim, não: é uma vigorosa corrente de água límpida e fresca.
SCLIAR, Moacyr. Eu vos abraço milhões. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 7-8.
A partir da narrativa de um episódio pessoal, o autor elabora reflexões que vão além desse contexto, generalizando-o.
Essa generalização pode ser observada no seguinte trecho:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143307 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:

Texto para responder à questão.

Eu vos abraço milhões

De uma coisa posso me orgulhar, caro neto: poucos chegam, como eu, a uma idade tão avançada, àquela idade que as pessoas costumam chamar de provecta. Mais: poucos mantêm tamanha lucidez. Não estou falando só em raciocinar, em pensar; estou falando em lembrar. Coisa importante, lembrar. Aquela coisa de “recordar é viver” não passa, naturalmente, de um lugar-comum que jovens como você considerariam até algo meio burro: se a gente se dedica a recordar, quanto tempo sobra para a vida propriamente dita? A vida, que, para vocês, transcorre principalmente no mundo exterior, no relacionamento com os outros? Esse cálculo precisa levar em conta a expectativa de vida, precisa quantificar (como?) prazeres e emoções. É difícil de fazer, exige uma contabilidade especial que não está ao alcance nem mesmo das pessoas vividas e supostamente sábias. Que eu saiba, não há nenhum programa de computador que possa ajudar — e, mesmo que houvesse, eu não saberia usá-lo, sou avesso a essas coisas. Vejo-me diante de uma espinhosa tarefa: combinar muito bem a vivência interior, representada sobretudo pela recordação e pela reflexão , com a vivência exterior, inevitavelmente limitada pela solidão, pela incapacidade física, pelo fato de que tenho mais amigos entre os mortos do que entre os vivos. E, de novo, qual a fórmula adequada para essa combinação?

[...]

Não sei. Só sei que recordar é bom, e é das poucas possibilidades que me restam, de modo que recordo. É uma espécie de exercício emocional, é um estímulo para os meus cansados neurônios, mas é sobretudo um prazer. Um prazer melancólico, decerto, mas um prazer, sim, resultante da facilidade com que evoco pessoas, acontecimentos, lugares, uma facilidade que às vezes surpreende a mim próprio. Para alguns, mesmo não muito velhos, o rio da memória é um curso de água barrenta que flui, lento e ominoso, trazendo destroços, detritos, cadáveres, restos disso ou daquilo; para mim, não: é uma vigorosa corrente de água límpida e fresca.

SCLIAR, Moacyr. Eu vos abraço milhões. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 7-8.

O termo destacado em “É uma espécie de exercício emocional, é um estímulo para os meus cansados neurônios, mas é SOBRETUDO um prazer”, sem alteração semântico, poderia ser substituído por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
143304 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM
Provas:

Texto para responder à questão.

Eu vos abraço milhões

De uma coisa posso me orgulhar, caro neto: poucos chegam, como eu, a uma idade tão avançada, àquela idade que as pessoas costumam chamar de provecta. Mais: poucos mantêm tamanha lucidez. Não estou falando só em raciocinar, em pensar; estou falando em lembrar. Coisa importante, lembrar. Aquela coisa de “recordar é viver” não passa, naturalmente, de um lugar-comum que jovens como você considerariam até algo meio burro: se a gente se dedica a recordar, quanto tempo sobra para a vida propriamente dita? A vida, que, para vocês, transcorre principalmente no mundo exterior, no relacionamento com os outros? Esse cálculo precisa levar em conta a expectativa de vida, precisa quantificar (como?) prazeres e emoções. É difícil de fazer, exige uma contabilidade especial que não está ao alcance nem mesmo das pessoas vividas e supostamente sábias. Que eu saiba, não há nenhum programa de computador que possa ajudar — e, mesmo que houvesse, eu não saberia usá-lo, sou avesso a essas coisas. Vejo-me diante de uma espinhosa tarefa: combinar muito bem a vivência interior, representada sobretudo pela recordação e pela reflexão , com a vivência exterior, inevitavelmente limitada pela solidão, pela incapacidade física, pelo fato de que tenho mais amigos entre os mortos do que entre os vivos. E, de novo, qual a fórmula adequada para essa combinação?

[...]

Não sei. Só sei que recordar é bom, e é das poucas possibilidades que me restam, de modo que recordo. É uma espécie de exercício emocional, é um estímulo para os meus cansados neurônios, mas é sobretudo um prazer. Um prazer melancólico, decerto, mas um prazer, sim, resultante da facilidade com que evoco pessoas, acontecimentos, lugares, uma facilidade que às vezes surpreende a mim próprio. Para alguns, mesmo não muito velhos, o rio da memória é um curso de água barrenta que flui, lento e ominoso, trazendo destroços, detritos, cadáveres, restos disso ou daquilo; para mim, não: é uma vigorosa corrente de água límpida e fresca.

SCLIAR, Moacyr. Eu vos abraço milhões. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 7-8.

Sobre o mundo interno e o mundo externo, conforme a declaração do narrador, leia as afirmativas.

I. O mundo externo se caracteriza pela experiência solitária da reflexão e da recordação.

II. O mundo interno se caracteriza no movimento de interação com os outros, na vida em relação com os amigos e com o mundo.

III. Na juventude, vive-se o mundo externo, enquanto na velhice vive-se o mundo interno.

Está correto apenas o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1413914 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Manaus-AM

A formação de educadores e professores assenta nos seguintes princípios:

1. formação que, em referência à realidade social, estimule uma atitude simultaneamente crítica e atuante.

2. formação que favoreça e estimule a inovação e a investigação, nomeadamente em relação com a atividade educativa.

3. formação participada que conduza a prática reflexiva e continuada de informação e aprendizagem acadêmicas.

4. aquisição de competências relativas à especialização exigida pela diferenciação e permanência do sistema educativo.

Está correto apenas o que se indica em:

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas