Foram encontradas 210 questões.
INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

De acordo com os dados estatísticos apresentados, marque a alternativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A dignidade vale mais que a vida
Voltando da Itália, da qual a gente nunca se cansa, curtindo a arte, a história, a beleza natural e os lugares mais charmosos(b), também tentando avaliar a crise por lá, trouxemos na bagagem vários novos aprendizados. Embora em todas as cidades que visitamos na Lombardia, no Vêneto e na Toscana não tenhamos sentido a crise diretamente, com restaurantes, hotéis e praças cheios de italianos alegres com crianças (dos turistas em manadas falo depois), vimos notícias de cinco suicídios devidos a esse fantasma chamado Crise. Em geral operários, aposentados e pequenos empresários sem esperança, cansados de lutar, ou esmagados por dívidas. Um deles deixou o bilhete lacônico: "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida". O cuidado com a dignidade humana também aparece na valorização da idade e do ser natural, sem a nossa obsessão por dietas ou caras deformadas por cirurgias excessivas. Chama atenção o grande número de pessoas de bengala em museus, praças, trens, aeroportos(c). Isso me atingiu pessoalmente: há muitos anos, sabendo que um dia teria de apelar para ela, a bengala, que hoje uso para me mover melhor, dava-me uma sensação de tristeza(a). Pois nesses dias italianos fiz dela minha amiga, andei por toda parte, curti como nem esperava, e senti os benefícios de uma cultura na qual a juventude não é a única fase valorizada e se favorece quem tem qualquer problema físico. Museus com enormes escadarias reservam ascensores para quem deles precisa, e ao natural nos encaminhavam para lá. O acesso a toda parte é simples, gente espontaneamente cedendo lugar, estendendo a mão com gentileza e naturalidade. Se hoje podemos viver mais, que seja com qualidade de vida ótima, participando de tudo, em lugar de nos recolhermos melancolicamente em casa.
Um dos segredos de uma boa viagem é buscar, além daqueles pontos óbvios, alguns lugares pequenos, quase desconhecidos, que guardam tesouros incalculáveis: igrejinhas do século IV, abóbadas de mais de 1000 anos cobertas de mosaicos minúsculos em bom estado e, exposto num jardim, o trono de Átila(d), rei dos hunos, na ilhazinha de Torcello, junto de Veneza, talhado em pedra, sóbrio e simples, não revelando o poder brutal daquele que dominou e devastou boa parte da Europa antiga.
Se a extraordinária beleza de tantas obras está conservada por toda a Europa, na Itália parece que ela tem um brilho particular: lá, a Alta Idade Média e o Renascimento fizeram explodir em todo o seu esplendor o belo, o sublime de que o ser humano é capaz. E, porque somos humanos, esse período de luxo também centralizou opressão e crueldade. Visitamos em Florença o convento de San Marco, onde morou Savonarola, monge fanático que enviou para a fogueira milhares de inocentes. Mas cada uma das inúmeras celas do convento foi decorada por Fra Angélico, merecendo horas de silencioso encantamento.
As hordas de turistas exaustos, às vezes desinteressados, impedem em vários lugares essa contemplação demorada e tranquila. Como o turismo crescente é inevitável, e nem todos os turistas têm real desejo de apreciar a arte, penso que cada vez mais se visitarão tais lugares em casa, na internet, podendo-se ver e estudar todas as obras sem se acotovelar entre tanta gente. O melhor da humanidade (e, como sempre, o pior) começa a estar ao alcance do mouse de qualquer bom computador. Não é a mesma coisa, mas permite o luxo da tranquilidade para saborear o que, sendo contraditórios, produzimos de magnífico, além do feio, do medíocre ou do grotesco.
Além desse mergulho cultural e estético, que renova e reconcilia, da perspectiva dos problemas locais, que muda com o afastamento geográfico, da alegria pela preservação de tesouros de um passado em que o ritmo da vida permitia que engenho e arte produzissem maravilhas, veio comigo a pontinha de tristeza daquela dolorosa, respeitável frase (que cada um por aqui pode interpretar como puder): "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida".
Em todos os contextos, as vírgulas separam elementos que foram enumerados, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

Considere o trecho: "... e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral."
Tendo em vista os elementos formadores da palavra em destaque e o contexto em que está inserida, NÃO se pode afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pela manhã, um atleta nadou 2350m. À tarde, esforçou-se mais e conseguiu nadar 3745m. Como quer ser um bom atleta, ele manteve suas marcas por cinco dias. Quantos metros ele nadou nesses 5 dias?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre licitações e a respeito do prazo mínimo até o recebimento das propostas ou da realização do evento, é CORRETO afirmar que serão necessários
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O índice PEI é usado para indicar classificação, quanto à resistência à abrasão, de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A dignidade vale mais que a vida
Voltando da Itália, da qual a gente nunca se cansa, curtindo a arte, a história, a beleza natural(b) e os lugares mais charmosos, também tentando avaliar a crise por lá, trouxemos na bagagem vários novos aprendizados. Embora em todas as cidades que visitamos na Lombardia, no Vêneto e na Toscana não tenhamos sentido a crise diretamente, com restaurantes, hotéis e praças cheios de italianos alegres com crianças (dos turistas em manadas falo depois), vimos notícias de cinco suicídios devidos a esse fantasma chamado Crise. Em geral operários, aposentados e pequenos empresários sem esperança, cansados de lutar, ou esmagados por dívidas. Um deles deixou o bilhete lacônico: "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida(a)". O cuidado com a dignidade humana também aparece na valorização da idade e do ser natural, sem a nossa obsessão por dietas ou caras deformadas por cirurgias excessivas. Chama atenção o grande número de pessoas de bengala em museus, praças, trens, aeroportos. Isso me atingiu pessoalmente: há muitos anos, sabendo que um dia teria de apelar para ela, a bengala, que hoje uso para me mover melhor, dava-me uma sensação de tristeza. Pois nesses dias italianos fiz dela minha amiga, andei por toda parte, curti como nem esperava, e senti os benefícios de uma cultura na qual a juventude não é a única fase valorizada e se favorece quem tem qualquer problema físico. Museus com enormes escadarias reservam ascensores para quem deles precisa, e ao natural nos encaminhavam para lá. O acesso a toda parte é simples, gente espontaneamente cedendo lugar, estendendo a mão com gentileza e naturalidade. Se hoje podemos viver mais, que seja com qualidade de vida ótima(d), participando de tudo, em lugar de nos recolhermos melancolicamente em casa.
Um dos segredos de uma boa viagem é buscar, além daqueles pontos óbvios, alguns lugares pequenos, quase desconhecidos, que guardam tesouros incalculáveis: igrejinhas do século IV, abóbadas de mais de 1000 anos cobertas de mosaicos minúsculos em bom estado e, exposto num jardim, o trono de Átila, rei dos hunos, na ilhazinha de Torcello, junto de Veneza, talhado em pedra, sóbrio e simples, não revelando o poder brutal daquele que dominou e devastou boa parte da Europa antiga.
Se a extraordinária beleza de tantas obras está conservada por toda a Europa, na Itália parece que ela tem um brilho particular: lá, a Alta Idade Média e o Renascimento fizeram explodir em todo o seu esplendor o belo, o sublime de que o ser humano é capaz. E, porque somos humanos, esse período de luxo também centralizou opressão e crueldade. Visitamos em Florença o convento de San Marco, onde morou Savonarola, monge fanático que enviou para a fogueira milhares de inocentes(c). Mas cada uma das inúmeras celas do convento foi decorada por Fra Angélico, merecendo horas de silencioso encantamento.
As hordas de turistas exaustos, às vezes desinteressados, impedem em vários lugares essa contemplação demorada e tranquila. Como o turismo crescente é inevitável, e nem todos os turistas têm real desejo de apreciar a arte, penso que cada vez mais se visitarão tais lugares em casa, na internet, podendo-se ver e estudar todas as obras sem se acotovelar entre tanta gente. O melhor da humanidade (e, como sempre, o pior) começa a estar ao alcance do mouse de qualquer bom computador. Não é a mesma coisa, mas permite o luxo da tranquilidade para saborear o que, sendo contraditórios, produzimos de magnífico, além do feio, do medíocre ou do grotesco.
Além desse mergulho cultural e estético, que renova e reconcilia, da perspectiva dos problemas locais, que muda com o afastamento geográfico, da alegria pela preservação de tesouros de um passado em que o ritmo da vida permitia que engenho e arte produzissem maravilhas, veio comigo a pontinha de tristeza daquela dolorosa, respeitável frase (que cada um por aqui pode interpretar como puder): "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida".
Em todos os contextos, o acento gráfico marca a sílaba tônica da palavra, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2440893
Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Provas:
São afirmativas verdadeiras, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
São consideradas receitas correntes, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

Observe o trecho retirado do quadro de dados: “Reduzir o tempo de ensino das disciplinas básicas, que já têm um espaço menor do que o necessário, quando comparado ao de países mais desenvolvidos.” Em relação à organização sintática do trecho, pode-se afirmar, EXCETO
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container