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Um programa de reabilitação para um paciente que apresenta marcha em Trendelemburg visa à utilização da cinesioterapia para correção da ação do músculo
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

De acordo com os dados estatísticos apresentados, marque a alternativa INCORRETA.
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

Observe o trecho retirado do quadro de dados: “Reduzir o tempo de ensino das disciplinas básicas, que já têm um espaço menor do que o necessário, quando comparado ao de países mais desenvolvidos.” Em relação à organização sintática do trecho, pode-se afirmar, EXCETO
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A função do líquido surfactante nos pulmões é:
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A fisioterapia respiratória é uma área muito ampla da prática profissional do fisioterapeuta, que lida com a avaliação e tratamento de pacientes de todas as idades com distúrbios pulmonares agudos ou crônicos. Mas, para elaborar um bom planejamento de reabilitação funcional-respiratória, o fisioterapeuta deve conhecer bem a fisiologia respiratória. Analise as alternativas abaixo e marque a alternativa CORRETA.
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A contratura do Tensor da Fascia Lata desencadeia, no quadril e no joelho, respectivamente:
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Em hidroterapia, as propriedades físico-químicas da água, assim como o princípio de Arquimedes, têm uma grande importância terapêutica, favorecem, primordialmente, a
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

Considere o contexto: “Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor.”
Em relação à colocação do pronome oblíquo átono nesse contexto, é INCORRETO afirmar:
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O paciente portador de Doença de Parkinson apresenta usualmente as seguintes manifestações clínicas:
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

O título “Outro Ângulo” dado ao texto relaciona-se ao fato de a autora:
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