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2442489
Ano: 2012
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Nos Termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, conforme disposto na Lei 8.069/90, Art. 56, “Os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de
I - maus-tratos envolvendo seus alunos.
II - incompetência de professores no desempenho de suas atividades escolares.
III - reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares.
IV - elevados níveis de repetência.
V - ausência injustificada de professores nas salas de aula.
Estão CORRETOS os casos:
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2442445
Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, a educação escolar compõese de
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Nos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil estão indicados princípios que devem nortear a formação de crianças nessa etapa da Educação Básica. Marque a alternativa que NÃO se aplica nos termos desses princípios.
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

De acordo com os dados estatísticos apresentados, marque a alternativa INCORRETA.
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

Observe o trecho retirado do quadro de dados: “Reduzir o tempo de ensino das disciplinas básicas, que já têm um espaço menor do que o necessário, quando comparado ao de países mais desenvolvidos.” Em relação à organização sintática do trecho, pode-se afirmar, EXCETO
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Quando se fala da necessidade de construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico da escola, Ilma Passos Veiga afirma que esse documento deve ser elaborado considerando o contexto, os limites, os recursos disponíveis (humanos, materiais e financeiros) e a realidade escolar, para que cada instituição educativa assuma sua própria marca, tecendo, no coletivo, seu Projeto Político-Pedagógico. Com essa orientação, a autora enfatiza que, na elaboração do Projeto Político-Pedagógico, a escola deve observar:
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Antoni Zabala no texto “A Prática Educativa. Como Ensinar”, afirma que, quando as avaliações são homogeneizadoras, fechadas, rotineiras, na função formativa e reguladora que temos atribuído a elas – tem pouca margem para se transformar num fato habitual e cotidiano. Entretanto, as propostas abertas, que favorecem a participação dos alunos e a possibilidade de observar, por parte dos professores, oferecem a oportunidade para uma avaliação que ajude a acompanhar todo o processo e, portanto, a assegurar sua idoneidade e garantir um resultado mais aproximado do nível de aprendizagem.
Com essa afirmação, o autor defende uma prática avaliativa que
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Entre as atribuições do Pedagogo Escolar encontram-se:
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Em seu livro Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire afirma que um processo educativo para a formação da pessoa humana, política e atuante, não pode ser neutro. Nessa perspectiva, ele quer dizer:
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Ao discorrer sobre a prova operatória, Paulo Afonso Caruzo Ronca defende o processo avaliativo como atividade que
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