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TEXTO III
Cidades pelo país amanhecem com céu
encoberto por fumaça
Queimadas e tempo seco explicam as nuvens
de poeira e fuligem que dificultam a respiração
em várias partes do país.
Cidades como Brasília (DF), Goiânia (GO), Ribeirão
Preto (SP) e Uberlândia (MG) amanheceram neste
domingo encobertas por fumaça. Em Goiânia, a visibilidade
era tão baixa que voos foram cancelados pela manhã.
Em Ribeirão Preto, que vive momento crítico por causa
das queimadas, o aeroporto segue fechado desde sábado.
Na maioria dos casos, a fumaça vem de queimadas
nos arredores. Há dias, um fluxo de ventos também
tem transportado fuligem de incêndios florestais que
acontecem em regiões mais distantes, como na Amazônia
e no Pantanal. O tempo seco tem dificultado a dispersão
da fumaça e aumentado o risco de queimadas em várias
partes do país.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/
noticia/2024/08/25/cidades-pelo-pais-amanhecem-com-ceuencoberto-por-fumaca.ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
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TEXTO III
Cidades pelo país amanhecem com céu
encoberto por fumaça
Queimadas e tempo seco explicam as nuvens
de poeira e fuligem que dificultam a respiração
em várias partes do país.
Cidades como Brasília (DF), Goiânia (GO), Ribeirão
Preto (SP) e Uberlândia (MG) amanheceram neste
domingo encobertas por fumaça. Em Goiânia, a visibilidade
era tão baixa que voos foram cancelados pela manhã.
Em Ribeirão Preto, que vive momento crítico por causa
das queimadas, o aeroporto segue fechado desde sábado.
Na maioria dos casos, a fumaça vem de queimadas
nos arredores. Há dias, um fluxo de ventos também
tem transportado fuligem de incêndios florestais que
acontecem em regiões mais distantes, como na Amazônia
e no Pantanal. O tempo seco tem dificultado a dispersão
da fumaça e aumentado o risco de queimadas em várias
partes do país.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/
noticia/2024/08/25/cidades-pelo-pais-amanhecem-com-ceuencoberto-por-fumaca.ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
I. Fumaça e fuligem são causadas pelas queimadas em várias partes do país.
II. O aeroporto de Brasília encontra-se fechado porque o céu está encoberto por fumaça.
III. Fuligem e nuvens de poeira estão relacionadas a queimadas e tempo seco.
IV. O tempo seco aumenta o risco de queimadas em diversas partes do país.
Estão corretas as afirmativas
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TEXTO II
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado como de categoria 5 – a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há
um risco elevado de danos a construções e bloqueios em
rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste
da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões,
dos Estados Unidos).
O presidente americano disse que o furacão pode ser o
pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu
que moradores da Flórida que vivem na rota traçada
como a mais provável da tempestade deixem suas casas
imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o
presidente americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países
periodicamente atingidos por fenômenos climáticos
similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto
com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões aconteçam por aqui são
mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno
desses depende de uma série de fatores que só foi
registrada uma vez no país.
“Por enquanto, é quase impossível que um furacão
atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas
também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência
de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo,
explicou que um dos principais “combustíveis” para a
formação de um furacão são as águas quentes do mar
– que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não
temos isso. As maiores temperaturas são registradas no
mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.
“A umidade e a água quente do oceano é que dão força
a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”,
acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a
formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de
vento – como são chamadas as mudanças de velocidade
ou direção das correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também
inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja
o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se
aproximar da linha do Equador.
[...]
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado como de categoria 5 — a mais grave.
O travessão é empregado nesse período para
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TEXTO II
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado como de categoria 5 – a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há
um risco elevado de danos a construções e bloqueios em
rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste
da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões,
dos Estados Unidos).
O presidente americano disse que o furacão pode ser o
pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu
que moradores da Flórida que vivem na rota traçada
como a mais provável da tempestade deixem suas casas
imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o
presidente americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países
periodicamente atingidos por fenômenos climáticos
similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto
com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões aconteçam por aqui são
mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno
desses depende de uma série de fatores que só foi
registrada uma vez no país.
“Por enquanto, é quase impossível que um furacão
atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas
também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência
de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo,
explicou que um dos principais “combustíveis” para a
formação de um furacão são as águas quentes do mar
– que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não
temos isso. As maiores temperaturas são registradas no
mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.
“A umidade e a água quente do oceano é que dão força
a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”,
acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a
formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de
vento – como são chamadas as mudanças de velocidade
ou direção das correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também
inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja
o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se
aproximar da linha do Equador.
[...]
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
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TEXTO II
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado como de categoria 5 – a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há
um risco elevado de danos a construções e bloqueios em
rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste
da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões,
dos Estados Unidos).
O presidente americano disse que o furacão pode ser o
pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu
que moradores da Flórida que vivem na rota traçada
como a mais provável da tempestade deixem suas casas
imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o
presidente americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países
periodicamente atingidos por fenômenos climáticos
similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto
com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões aconteçam por aqui são
mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno
desses depende de uma série de fatores que só foi
registrada uma vez no país.
“Por enquanto, é quase impossível que um furacão
atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas
também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência
de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo,
explicou que um dos principais “combustíveis” para a
formação de um furacão são as águas quentes do mar
– que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não
temos isso. As maiores temperaturas são registradas no
mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.
“A umidade e a água quente do oceano é que dão força
a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”,
acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a
formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de
vento – como são chamadas as mudanças de velocidade
ou direção das correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também
inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja
o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se
aproximar da linha do Equador.
[...]
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
O presidente americano disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu que moradores da Flórida que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade deixem suas casas imediatamente.
Assinale a alternativa em que a palavra “que” é analisada corretamente, considerando a sua ordem de ocorrência no período.
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TEXTO II
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado como de categoria 5 – a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há
um risco elevado de danos a construções e bloqueios em
rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste
da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões,
dos Estados Unidos).
O presidente americano disse que o furacão pode ser o
pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu
que moradores da Flórida que vivem na rota traçada
como a mais provável da tempestade deixem suas casas
imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o
presidente americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países
periodicamente atingidos por fenômenos climáticos
similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto
com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões aconteçam por aqui são
mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno
desses depende de uma série de fatores que só foi
registrada uma vez no país.
“Por enquanto, é quase impossível que um furacão
atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas
também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência
de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo,
explicou que um dos principais “combustíveis” para a
formação de um furacão são as águas quentes do mar
– que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não
temos isso. As maiores temperaturas são registradas no
mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.
“A umidade e a água quente do oceano é que dão força
a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”,
acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a
formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de
vento – como são chamadas as mudanças de velocidade
ou direção das correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também
inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja
o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se
aproximar da linha do Equador.
[...]
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
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TEXTO I
Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade
Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.
Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.
Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.
O que é análise sensorial
Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.
Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
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TEXTO I
Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade
Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.
Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.
Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.
O que é análise sensorial
Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.
Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
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TEXTO I
Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade
Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.
Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.
Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.
O que é análise sensorial
Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.
Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
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TEXTO I
Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade
Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.
Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.
Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.
O que é análise sensorial
Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.
Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.
[...]
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
I. Especialistas com paladares e olfatos treinados conseguem dizer se o azeite é ou não extravirgem.
II. O Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto, antes da Páscoa.
III. Os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem vêm sendo feitos por métodos químicos.
IV. Difundida em todo o mundo, a análise sensorial é mais precisa porque permite identificar defeitos e qualidades do azeite.
Estão corretas as afirmativas
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