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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- Interpretação de TextosNíveis de LinguagemLinguagem Informal ou Popular
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Todas as construções a seguir são próprias da linguagem coloquial, pois não seguem as regras da norma culta, EXCEÇÃO DE:
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Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que só recebe acento gráfico quando está na forma do plural.
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Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Assinale a alternativa em que o vocábulo sublinhado exerce a função sintática de sujeito.
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Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Analise as assertivas quanto à acentuação e encontros vocálicos.
I. As palavras ruído (l.17) e dias (l.2) possuem hiato.
II. O emprego do acento gráfico em íntimos (l.10) e em velhíssimo (l.32) decorre da mesma regra.
III. A palavra bombardeio (l.22) possui tritongo.
Está(ão) CORRETA(S):
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Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
No trecho ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro (l.18-19), tem-se:
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Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Analise as assertivas quanto aos aspectos linguísticos de palavras extraídas do texto.
I. As palavras pontualmente (l.3) e antes (l.4), pertencem a mesma classe gramatical.
II. Em correndo (l.5), tem-se a forma nominal o gerúndio.
III. A expressão atrás dos (l.10), é classificada como locução adverbial.
Está(ão) CORRETA(S):
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- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
As palavras cachorro (l.2) correspondia (l.9) e pequeno (l.23) possuem, respectivamente, quantos fonemas:
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- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas das linhas 7, 21 e 33?
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Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.
A disciplina do amor
- Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra:
- um jovem tinha um cachorro que todos os dias,
- pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-
- se na esquina, um pouco antes das seis da tarde.
- Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na
- maior alegria, acompanhava-o com seu passinho
- saltitante de volta ____ casa. A vila inteira já conhecia o
- cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe
- festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo
- animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento
- ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que
- seu dono apontava lá longe.
- Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem
- foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-
- lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o
- olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
- menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
- bem amado. Assim que anoitecia, ele voltava para
- casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar
- o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se
- tivesse um relógio preso ____ pata, voltava ao seu posto de
- espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
- pequeno coração do cachorro não morreu a esperança.
- Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
- ia chegando àquela hora ele disparava para o
- compromisso assumido, todos os dias.
- Todos os dias, com o passar dos anos (a memória
- dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do
- jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com
- um primo. Os familiares voltaram-se para outros
- familiares. Os amigos para outros amigos. Só o
- cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem
- partiu) continuou ____ esperá-lo na sua esquina.
- As pessoas estranhavam, mas quem esse
- cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno)
- ele lá ficou, o focinho sempre voltado para aquela direção.
Autor: Lygia Fagundes Telles (adaptado).
Acerca da formação de palavras do texto, analise as assertivas.
I. As palavras pontualmente (l.3) e disciplinadamente (l.20) são advérbios derivados de um mesmo substantivo.
II. As palavras normal (l.19) e normalidade são cognatas.
III. A palavra anoitecia (l.18) é formada por parassíntese.
Está(ão) correta(S):
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As questões 39 e 40 se referem ao Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística.
Elemento de informação, termo ou código que, presente em unidades de descrição, serve à pesquisa, identificação ou localização de documentos:
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