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Foram encontradas 853 questões.

2527210 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
A casa
Um casal amigo se separa e a mulher decide vender a casa. Vai morar com os filhos num apartamento novo. O homem também se instala em outro lugar, igualmente confortável. Ambos estão felizes e satisfeitos com a mudança. Ele já tem uma bonita namorada e ela muito em breve achará novo companheiro. Bem feitas as contas, o prejuízo foi meu, que perdi o terraço. Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.
Quando anunciaram o desenlace eu quis defender os meus interesses, mas deixei barato e permiti que seguissem o seu destino. Sou um sujeito compreensivo, abri mão do terraço. Fui mais longe em minha generosidade. Renunciei aos livros, discos, garrafas de boa bebida, quarto refrigerado. E abri mão principalmente, sufocando queixas, de uma cálida atmosfera humana, impossível de achar em qualquer hotel cinco estrelas e que o tempo vinha desgastando naquela casa finalmente desfeita, vendida, abandonada. Parece que esse é o destino inexorável de todas as casas. Acabam compradas, trocadas por apartamentos, invadidas por estranhos.
O desmonte foi lento e triste. Vi, nos preparativos da mudança, o descarte de coisas imprestáveis, com o vago sentimento de que também eu estava sendo descartado e deixado para trás como um guarda-chuva quebrado ou um velho objeto empoeirado e sem serventia. Dos moradores, somente minha mulher e eu, que éramos temporários, parecíamos ter saudades. Espiávamos, comovidos, aquelas caixas pardas que se iam fechando, levando um pouco de nós dois dentro delas. Ficava patente que estávamos vivendo o nosso último verão com aquelas pessoas tão queridas, para as quais, entretanto, pouco importava a proximidade do mar, a mangueira plena de frutos, o sudoeste soprando no fim das tardes, o cheiro de terra molhada pela “chuva de caju” nos ensolarados dezembros do Recife.
Tiramos uma fotografia do jardim. Contemplamos gravemente a paisagem líquida e verde que se descortinava no terraço. E vimos o quintal com os mesmos olhos saudosos que, na infância, reparavam os quintais pela última vez, a cada mudança.
Depois desse disfarçado ritual, abraços e beijos na família que nos hospedou. Já dentro do táxi para o aeroporto, arrisco um aceno discreto para a casa. Ela vai ficar ali, esperando novos e desconhecidos moradores. Guardando, em seu silêncio de pedra, noites alegres, festas, risadas, palavras amigas, e tudo mais que de repente se muda do tempo de agora para o cinzento do passado irrecorrível. Adeus, acabou.
FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê
Editorial. São Paulo: 1998.
Releia a passagem e responda: “Um casal amigo se separa e a mulher decide vender a casa.” De acordo com as regras de colocação pronominal há, na passagem,:
 

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2527106 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Assinale a alternativa que indica uma situação de falha na escolha da técnica de restauração com resinas compostas em dentes posteriores:
 

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2527089 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
Caso de chá
(Carlos Drummond de Andrade)
A casa da velha senhora ficava na encosta do morro, tão bem situada que dali se aprecia o bairro inteiro, e o mar é uma de suas riquezas visuais. Mas o terreno em volta da casa vive no abandono. O jardineiro despediu-se há tempos; hortelão, não se encontra nem por milagre. A velha moradora resigna-se a ver crescer a tiririca na propriedade que antes era um brinco. Até cobra começou a passear entre a folhagem, com indolência; é uma cobrinha de nada, mas sempre assusta.
O verdureiro que faz ponto na rua lá embaixo ofereceu-se para matá-la. A boa senhora reluta, mas não pode viver com uma cobra tomando banho de sol junto ao portão, e a bicha é liquidada a pau. Bom rapaz, o verdureiro, cheio de atenções para com os fregueses. Na ocasião, um problema o preocupa: não tem onde guardar à noite a carrocinha de verduras.
- Ora, o senhor pode guardar aqui em casa. Lugar não falta.
- Muito agradecido, mas vai incomodar a madame.
- Incomoda não, meu filho.
A carrocinha passa a ser recolhida nos fundos do terreno. Todas as manhãs o dono vem retirá-la, trazendo legumes frescos para a gentil senhora. Cobra-lhe menos e até não cobra nada. Bons amigos.
- Madame gosta de chá?
- Não posso tomar, me dá dispepsia, me põe nervosa.
- Pois eu sou doido por chá. Mas está tão caro que nem tenho coragem de comprar. Posso fazer um pedido? Quem sabe se a madame, com esse terreno todo sem aproveitar, não me deixa plantar uns pés, pouquinha coisa, só para o meu consumo?
Claro que deixa. Em poucas horas o quintal é capinado, tudo ganha outro aspecto. Mão boa é a desse moço: o que ele planta é viço imediato. A pequenina cultura de chá torna alegre outra vez a terra abandonada. Não faz mal que a plantação se vá estendendo por toda a área. A velha senhora sente prazer em ajudar o bom lavrador. Alegando que precisa fazer exercício, caminhando com cautela pois enxerga mal, ela rega as plantinhas, que lhe agradecem a atenção prosperando rapidamente.
- Madame sabe: minha intenção era colher só uma pequena quantidade. Mas o chá saiu tão bom que os parentes vivem me pedindo um pouco e eu não posso negar a eles. É pena madame não experimentar. Mas não aconselho: se faz mal, não deve mesmo tocar neste chá.
O filho da velha senhora chegou da Europa esta noite. Lá ficou anos estudando. Achou a mãe lépida, bem-disposta.
- E eu trabalho, sabe, meu querido? Todos os dias rego a plantação de chá que um moço me pediu licença para fazer no quintal. Amanhã de manhã você vai ver a beleza que está.
O verdureiro já havia saído com a carrocinha. A senhora estende o braço, mostra com orgulho a lavoura que, pelo esforço em comum, é também um pouco sua. O filho quase cai duro:
- A senhora está maluca? Isso nunca foi chá, nem aqui nem na Índia. Isso é maconha, mamãe!
ANDRADE, Carlos Drummond de. As palavras que
ninguém diz. Seleção de Luíza de Maria. - 12a ed. - Rio
de Janeiro: Record, 2008.
" A velha moradora resigna-se a ver crescer a tiririca na propriedade que antes era um brinco. Até cobra começou a passear entre a folhagem, com indolência; é uma cobrinha de nada, mas sempre assusta.”
A palavra folhagem, de acordo com as normas contidas no sistema ortográfico da língua portuguesa, contém:
 

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2527080 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A próxima questão, versa sobre algumas das modificações ensejadas no sistema ortográfico da língua portuguesa a partir da vigência oficial do recente Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, celebrado entre os países cujo idioma oficial é o nosso.
Continue fazendo o mesmo. As sentenças abaixo se referem a modificações ensejadas pelo Acordo, sendo que uma delas está INCORRETA. Assinale-a:
 

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2527033 Ano: 2016
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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O Mamulengo é um teatro popular que teve sua origem em Pernambuco. Espetáculo de improviso com repentes e cordéis. Apresentado em praças, feiras e ruas, em uma linguagem provocativa, debochada e irreverente, com repertórios inspirados diretamente nos fatos do cotidiano popular e interagindo com o público.” O tipo de boneco utilizado nesse espetáculo é:
 

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2527013 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Esse estilo predominou na Europa no período da Baixa Idade Média (final do século XIII ao XV). Com relação às esculturas, o realismo prevaleceu. Os escultores buscavam dar um aspecto real e humano às figuras retratadas. No tocante à pintura, podemos destacar as iluminuras, os vitrais, painéis e afrescos. O enunciado se refere ao estilo:
 

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2526961 Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
A Lei da Responsabilidade Fiscal tem como propósito regular as finanças públicas e sempre na busca do equilíbrio das contas públicas de suas receitas e despesas e atrelado ao planejamento orçamentário, em outras palavras, a Administração deve se sujeitar as normas legais da responsabilidade fiscal. Este entendimento se refere ao princípio?
 

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2526935 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Tenho 1 320 figurinhas. Meu primo tem a metade do que tenho. Minha irmã tem o triplo das figurinhas do meu primo. Quantas figurinhas minha irmã tem?
 

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2526917 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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O preço à vista de um aparelho de som em reais é R$ 3 050,00. Em três vezes, o preço passa a ser R$ 4 514,00. Qual é a taxa mensal de juro cobrada por essa loja?
 

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2526900 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Sabendo que em uma população há um índice elevado de mortalidade de jovens entre 15 e 29 anos nos centros urbanos, o Sistema de Saúde e demais órgãos governamentais devem dirigir ações voltadas a prevenção de:
 

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