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Foram encontradas 853 questões.

2511995 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB

Qual o município da Paraíba que Marcação pertencia antes da separação em 1991?

 

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2511991 Ano: 2016
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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É um código extremamente utilizado na Prefeituras Municipais para ordenamento de questões relacionadas ao uso do espaço público, ao funcionamento de estabelecimentos, à higiene pública, etc. Estamos falando do Código de:
 

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2511968 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Novamente recorremos ao crítico Alfredo Bosi que, nas reflexões adiante transcritas, discorre sobre a Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, no início do século passado.
“À medida que nos aproximamos da Semana, são as inovações formais que nos vão atraindo, isto é, aquele espírito modernista, strictu sensu, que iria polarizar em torno de uma nova expressão artistas como Anita Malfatti, Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Vila-Lobos, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Sérgio Milliet, Guilherme de Almeida, Manuel Bandeira. E é em face desse clima de vanguarda que se constata uma viragem na literatura brasileira já nos anos da I Guerra Mundial.”
“A afirmação de novos ideais estéticos não veio de chofre. Às vésperas do conflito alguns escritores brasileiros traziam da Europa notícias de uma literatura em crise. Oswald de Andrade conheceu em Paris o futurismo que Marinetti, em 1909, lançara pelas páginas do Figaro no famoso Manifesto-Fundação; e trouxera de lá a maravilha de ver um poeta de versos livres, Paul Fort, coroado príncipe dos poetas franceses; Manuel Bandeira trava contatos com Paul Éluard, na Suíça, e viera marcado por um neo-simbolismo de cuja dissolução nasceria o seu modo de ser modernista; Ronald de Carvalho, embora pouco tivesse de revolucionário, ajudara em 1915 a fundação de uma revista de vanguarda futurista portuguesa, Orfeu, centro irradiador da poesia de Fernando Pessoa e de Sá Carneiro; Tristão de Ataíde e o próprio Graça Aranha conheceram igualmente as vanguardas europeias centradas em Paris; e da Paris de Apollinaire, Max Jacob e Blaise Cendrars vinha a poesia moderníssima de Sérgio Milliet.”
“O termo futurismo, com todas as conotações de “extravagância”, “desvario” e “barbarismo”, começa a circular nos jornais brasileiros a partir de 1914 e vira ídolo polêmico na boca dos puristas.”
“Nesse clima, só um grupo fixado na ponta de lança da burguesia culta, paulista e carioca, isto é, só um grupo cuja curiosidade intelectual pudesse gozar de condições especiais como viagens à Europa, leitura dos derniers cris, concertos e exposições de arte, poderia renovar efetivamente o quadro literário no país.”
“A Semana de Arte Moderna foi o ponto de encontro desse grupo, e muitos dos seus traços menores, hoje caducos e só reexumáveis por leitores ingênuos (pose, irracionalismo, inconsequência ideológica) devem-se, no fundo, ao contexto social de onde proveio.”
Marque a opção CORRETA, de acordo com o texto:
 

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2511960 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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As placas amarelas e vermelhas são respectivamente:
 

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2511923 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Analise as proposições e marque a alternativa correta:
I. A poluição industrial não afeta as pequenas e médias cidades brasileiras.
II. A poluição industrial brasileira é a maior do mundo segundo dados da ONU.
III. A poluição industrial resume-se apenas a poluição sonora.
 

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2511898 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Uma secretária de 47 anos perdeu seu trabalho porque, em virtude de seu perfeccionismo e atenção excessiva aos detalhes triviai s ela nunca conseguia acabar uma tarefa no prazo certo. Ela escreve listas incontáveis de tarefas a fazer e segue regras religiosamente. Ela incomoda seus amigos e familiares constantemente em vista da falta de flexibilidade e comportamento pedante. O diagnóstico mais provável para o caso acima é de:
 

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2511889 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Exames realizados para diagnosticar TB pulmonar:
 

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2511859 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Podemos apontar como uma das principais causas da Segunda Guerra Mundial:
 

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2511856 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Pode ser considerada conseqüência da crise econômica de 29, exceto:
 

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2511853 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
Risco Brasil
(Ferreira Gullar)
Todo mundo que tem um bicho de estimação – um gato, um cachorro – um dia se pergunta: e se ele morrer, o que faço? Onde o enterro? É que ninguém tem coragem de simplesmente jogar no lixo o corpo de seu amigo fiel.
Há a alternativa, surgida mais recentemente, de enterrar o animal de estimação num cemitério de animais, mas nem todo mundo gosta disso, considerando que é levar longe demais esta relação de amizade entre desiguais.
Não sei se dona Teresa chegou a estudar essa hipótese, porque, de fato, parecia-lhe quase uma traição ficar cogitando de onde enterrar o companheiro que, inocente e alegremente, saltava em sua volta abanando o rabo e lambendo-lhe o rosto. Não tomou nenhuma decisão, embora soubesse muito bem que seu cão era bastante idoso. Assim foi que, de repente, o My Friend morreu.
Pode-se imaginar o choque emocional que sofreu dona Maia Teresa, ao deparar com o cão estirado a um canto da área de serviço próximo ao prato de ração. No primeiro momento, achou que ele estava dormindo, embora ele não costumasse dormir naquela posição e com a língua de fora.
- My Friend, My Friend! – chamou ela, tocando-lhe com a mão.
Como ele não acordou nem se moveu, ela entrou em pânico: seu cãozinho estava morto! Cãozinho é modo carinhoso de dizer, já que My Friend era um vira-lata de tamanho médio e que crescera bastante devido à boa alimentação e o bom-trato.
Depois de enxugar as lágrimas e vencer o pânico, dona Teresa voltou à realidade prática: e agora? onde vou enterrar o My Friend, meu Deus? As ideias mais disparatadas lhe vieram à cabeça, até mesmo a de embrulhá-lo e deixá-lo num terreno baldio. Não, isso não podia fazer com o coitado... E se o enterrasse ali? Sim, podia comprar uma pá, levá-lo até um terreno baldio à noite, cavar uma cova e enterrá-lo. Não importava se se tratava de um terreno baldio ou um jardim, o fundamental era não deixá-lo apodrecendo ao relento, como se fosse um bicho sem dono, um cão vadio, sem pai nem mãe... Logo se deu conta de que essa era uma solução inviável, pois não tinha carro, não conhecia nenhum terreno baldio e nem teria coragem de sozinha levar a cabo essa missão... Nisto é que dá viver sozinha, sem marido nem filhos... Estava, assim, à beira do desespero, quando se lembrou da Neusinha, sua amiga, antiga companheira de trabalho na prefeitura, que morava numa casa com quintal. Telefonou de imediato para ela e, mal contendo o choro, expôs-lhe seu drama.
- Traz o bichinho aqui pra casa – acudiu-lhe a amiga. A gente enterra ele no quintal.
Maria Teresa ganhou vida nova e tratou de tomar as providências necessárias. Teria que transportar o cadáver de My Friend num táxi e logo viu que não poderia entrar no carro com o bicho morto nos braços. O motorista não iria permitir. Embrulhá-lo numa toalha de banho? Não, ia ficar esquisito... Foi quando se lembrou da caixa de papelão onde viera a sua nova televisão e que era suficientemente grande para caber o corpo do cachorro. Correu ao quarto da empregada onde guardara a caixa, trouxe-a para a área de serviço e pôs o corpo do amigo dentro dela. Para que a caixa não abrisse, recorreu ao rolo de fita gomada e a lacrou. Respirou aliviada, as coisas agora caminhavam para uma solução.
Trocou de roupa, desceu com a caixa pelo elevador e, com a ajuda do porteiro, chegou à beira da calçada onde tomou o primeiro táxi que passava.
- Para o Recreio dos Bandeirantes – disse ao taxista, depois de acomodar-se com a caixa no banco de trás.
O Recreio era longe e as luzes das ruas já estavam acesas. Não se podia dizer que Maria Teresa estivesse feliz mas agradecia a Deus por ter encontrado um jeito de resolver o problema. Perdia-se nesta e outras considerações quando viu que a viagem chegava ao fim.
- Passando a esquina, a terceira casa à direita, informou ao taxista.
O táxi andou mais alguns metros e parou.
- Não é aqui, não, moço, é depois da esquina.
- São vinte reais, madame. Pague e desça do carro.
- Mas...
- Faça o que tou dizendo, antes que eu perca a paciência.
Sem entender nada, ela abriu a bolsa, tirou o dinheiro e entregou ao homem. Ao fazer menção de pegar a caixa, ele falou:
- A televisão fica.
- Moço, nesta caixa...
- Desça logo, sua vaca! – berrou o taxista. A televisão fica!
Tremendo de medo, Maria Teresa desceu do táxi, que se afastou rapidamente levando consigo uma bela surpresa para o motorista ladrão.
GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção,
prefácio e notas biobibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª
ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para
Jovens)
Releia e responda: “Maria Teresa ganhou vida nova e tratou de tomar as providências necessárias.” Aponte uma palavra ou expressão que
seja sinônimo da expressão sublinhada:
 

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