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Foram encontradas 853 questões.

2511793 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
É ético fazer a cabeça de nossos alunos?
Alguns dos livros de história mais usados nas escolas
brasileiras carregam na ideologia, que divide o mundo
entre os capitalistas malvados e os heróis da resistência
As aulas voltaram, por estas semanas, e decidi tirar a limpo uma velha questão: há ou não doutrinação ideológica em nossos livros didáticos? Para responder à pergunta, analisei alguns dos livros de história e sociologia mais adotados no país. Entre os dez livros que analisei, não encontrei, infelizmente, nenhum “pluralista” ou particularmente cuidadoso ao tratar de temas de natureza política ou econômica.
O viés político surge no recorte dos fatos, na seleção das imagens, nas indicações de leituras, de filmes e de links culturais. A coisa toda opera à moda Star wars: o lado negro da força é a “globalização neoliberal”. O lado bom é a “resistência” do Fórum Social Mundial, de Porto Alegre, e dos “movimentos sociais”. No Brasil contemporâneo, Fernando Henrique Cardoso é Darth Vader, Lula é Luke Skywalker.
No livro Estudos de história, da Editora FTD, por exemplo, nossos alunos aprenderão que Fernando Henrique era neoliberal (apesar de “tentar negar”) e seguiu a cartilha de Collor de Melo; e que os “resultados dessas políticas foram desastrosos”. Em sua época, havia “denúncias de subornos, favorecimentos e corrupção” por todos os lados, mas “pouco se investigou”.
Nossos adolescentes saberão que “as privatizações produziram desemprego” e que o país assistia ao aumento da violência urbana e da concentração de renda e à “diminuição dos investimentos”. E que, de quebra, o MST pressionava pela reforma agrária, “sem sucesso”.
Na página seguinte, a luz. Ilustrado com o decalque vermelho da campanha “Lula Rede Brasil Popular”, o texto ensina que, em 2002, “pela primeira vez” no país, alguém que “não era da elite” é eleito presidente. E que, “graças à política social do governo Lula”, 20 milhões de pessoas saíram da miséria. Isso tudo fez a economia crescer e “telefones celulares, eletrodomésticos sofisticados e computadores passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas, que antes estavam à margem desse perfil de consumo”.
Na leitura seguinte, do livro História geral e do Brasil, da Editora Scipione, o quadro era o mesmo. O PSDB é um partido “supostamente ético e ideológico” e os anos de Fernando Henrique são o cão da peste. Foram tempos de desemprego crescente, de “compromissos com as finanças internacionais”, em que “o crime organizado expandiu-se em torno do tráfico de drogas, convertendo-se em poder paralelo nas favelas”.
Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões. Numa curiosa aula de economia, os autores tentam explicar por que a “expansão econômica” foi “limitada”: pela adoção de uma “política amigável aos interesses estrangeiros, simbolizada pela liberdade ao capital especulativo”; pela “manutenção, até 2005, dos acordos com o FMI” e dos “pagamentos da dívida externa”.
O livro História conecte, da Editora Saraiva, segue o mesmo roteiro. O governo Fernando Henrique é “neoliberal”. Privatizou “a maioria das empresas estatais” e os US$ 30 bilhões arrecadados “não foram investidos em saúde e educação, mas em lucros aos investidores e especuladores, com altas taxas de juros”. A frase mais curiosa vem no final: em seu segundo mandato, Fernando Henrique não fez “nenhuma reforma” nem tomou “nenhuma medida importante”. Imaginei o presidente deitado em uma rede, enquanto o país aprovava a Lei de Responsabilidade Fiscal (2000), o fator previdenciário (1999) ou o Bolsa Escola (2001).
No livro História para o ensino médio, da Atual Editora, é curioso o tratamento dado ao “mensalão”. Nossos alunos saberão apenas que houve “denúncias de corrupção” contra o governo Lula, incluindo-se um caso conhecido como mensalão, “amplamente explorado pela imprensa liberal de oposição ao petismo”.
Sobre a América Latina, nossos alunos aprenderão que o Paraguai foi excluído do Mercosul em 2012, por causa do “golpe de Estado”, que tirou do poder Fernando Hugo. Saberão que, com a eleição de Hugo Chávez, a Venezuela torna-se o “centro de contestação à política de globalização da economia liderada pelos Estados Unidos”. Que “a classe média e as elites conservadoras” não aceitaram as transformações produzidas pelo chavismo, mas que o comandante “conseguiu se consolidar”. Sobre a situação econômica da Venezuela, alguma informação? Algum dado crítico para dar uma equilibrada e permitir aos alunos que formem uma opinião? Nada.
Curioso é o tratamento dado às ditaduras da América Latina. Para os casos da Argentina, Uruguai e Chile, um capítulo (merecido) mostrando os horrores do autoritarismo e seus heróis: extratos de As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano; as mães da Praça de Maio, na Argentina; o músico Víctor Jara, executado pelo regime de Pinochet. Tudo perfeito.
Quando, porém, se trata de Cuba, a conversa é inteiramente diferente. A única ditadura que aparece é a de Fulgêncio Batista. Em vez de filmes como Antes do anoitecer, sobre a repressão ao escritor homossexual Reynaldo Arenas, nossos estudantes são orientados a assistir a Diários de Motocicleta, Che e Personal Che.
As restrições do castrismo à “liberdade de pensamento” surgem como “contradições” da revolução. Alguma palavra sobre os balseiros cubanos? Alguma fotografia, sugestão de filme ou link cultural? Alguma coisa sobre o paredón cubano? Alguma coisa sobre Yoane Sánchez ou as Damas de Branco? Zero. Nossos estudantes não terão essas informações para produzir seu próprio juízo. É precisamente isso que se chama ideologização.
A doutrinação torna-se ainda mais aguda quando passamos para os manuais de sociologia. Em plena era das sociedades de rede, da revolução maker, da explosão dos coworkings e da economia colaborativa, nossos jovens aprendem uma rudimentar visão binária de mundo, feita de capitalistas malvados versus heróis da “resistência”. Em vez de encarar o século XXI e suas incríveis perspectivas, são conduzidos de volta à Manchester do século XIX.
Superar esse problema não é uma tarefa trivial. Há um “mercado” de produtores de livros didáticos bem estabelecido no país, agindo sob a inércia de nossas editoras e a passividade de pais, professores e autoridades de educação. Sob o argumento malandro de que “tudo é ideologia”, essas pessoas prejudicam o desenvolvimento do espírito crítico de nossos alunos. E com isso fazem muito mal à educação brasileira.
Artigo escrito pelo filósofo Fernando L. Schüler. Revista
Época. Edição de 07 de março de 2016. Número 925
O texto em evidência, predominantemente, é:
 

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2511718 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A Eletroterapia fundamenta-se na aplicação de energia eletromagnética ao organismo com o objetivo de produzir sobre ele reações biológicas, fisiológicas e terapêuticas. No que tange aos conceitos elementares para a aplicação da eletroterapia na prática clínica, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2533154 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Assistindo uma aula de matemática o aluno Luiz diz: Nós, rapazes, somos 4 vezes o número de moças, mais 3. Se eu fosse embora, o número de rapazes seria o quíntuplo do número de moças. Quantos jovens estavam reunidos?
Questão Anulada

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Acerca da educação inclusiva, a imagem a seguir, representa:
Enunciado 3299610-1
Questão Anulada

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2533054 Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Acerca dos Benefícios previstos pela Previdência Social Brasileira, conforme o Ministério do Trabalho e Previdência Social, NÃO é correto afirmar que:

Questão Anulada

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2531945 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Escolha a alternativa que completa a seguinte frase:
Every house on the neighborhood of Celebration has own style. That’s one of the reasons one of the best places in the world live at.
Questão Anulada

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2531940 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A noção de competência é designada como uma capacidade de mobilizar diversos recursos cognitivos para enfrentar um tipo de situação, baseando-se em quatro aspectos, analise as proposições e assinale a alternativa correta.
I. As competências não são saberes ou atitudes, mas mobilizam, integram e orquestram tais recursos; essa mobilização só é pertinente em situação, sendo cada situação singular, ainda que se possa tratá-la em analogia com outras, já encontradas;
II. O exercício da competência passa por operações mentais complexas subentendidas por esquemas de pensamento que permitem determinar (mais ou menos conscientemente e rapidamente) e realizar (de modo mais ou menos eficaz) uma ação relativamente adaptada à situação;
III. As competências profissionais constroem-se, em formação, mas também ao sabor da navegação diária de um professor, de uma situação de trabalho à outra.
IV. Administrar a progressão das aprendizagens mobiliza três competências mais específicas: 1. conceber e administrar situações-problema ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos; 2. adquirir visão longitudinal dos objetivos de ensino; 3. estabelecer laços com as teorias subjacentes às atividades de aprendizagem.
Questão Anulada

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2529792 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Observe a reação química a seguir e assinale a alternativa incorreta.
Enunciado 3163489-1
Questão Anulada

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2529758 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Pode-se dizer que faz parte do conjunto de ganhos da fase das operações concretas a compreensão, mesmo que rudimentar do tempo e espaço, a noção de reversibilidade, de conservação, dentre outros. Assinale a alternativa que indica uma característica que se enquadra ao período das operações concretas:
Questão Anulada

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2528127 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Se há algumas décadas atrás saber ler e escrever era privilégio de poucos, hoje é uma das condições para se transitar numa sociedade na qual a leitura e a escrita são mediadoras de uma enorme gama de bens e serviços produzidos socialmente, entre esses bens, poderíamos citar:
Questão Anulada

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