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Foram encontradas 30 questões.

1235808 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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Atualmente de acordo com a Lei Orgânica do Município de Maria da Fé, concernente A RESPONSABILIDADE DOS SERVIDORES MUNICIPAIS, analise as alternativas abaixo e marque a INCORRETA.
 

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1235807 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Maria da Fé, o Processo Legislativo compreenderá a elaboração de, EXCETO.
 

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1235806 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Maria da Fé, são objetivos prioritários do Município, EXCETO.
 

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1235805 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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A Lei Orgânica do Município de Maria da Fé, prevê que de acordo com as necessidades locais de educação geral, o Município organizará e manterá sistema de ensino próprio, respeitadas as diretrizes e bases da legislação Federal e as disposições supletivas da legislação Estadual, EXCETO:

I - Igualdade de condições para o acesso e frequência à escola e permanência nela.

II - Liberdade de aprender, ensinar e pesquisar, e de divulgar o pensamento, a arte e o saber.

III - Pluralismo de idéias e de concepções filosóficas, políticas, estéticas, religiosas e pedagógicas, que conduza o educando à formação de uma postura ética e social próprias.

IV - Garantia do princípio da imparcialidade, objetivamente apurado, na carreira da área de apoio.

Marque a alternativa CORRETA.

 

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1235804 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Maria da Fé, cabe ao referido governo, no âmbito de competência do Poder Executivo e do Poder Legislativo, cuidar para o progresso do Município, criando e instalando os serviços administrativos de forma a assegurar, satisfatoriamente, os anseios da comunidade, objetivando: I - Dotar a comunidade de edificações, equipamentos e melhoramentos necessários ao bem estar coletivo. II - Implantar e prestar serviços de interesse local. III - Incentivar e promover o desenvolvimento local. Marque a alternativa CORRETA.
 

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1235803 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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Os primos chamados Alfa, Beta e Celta comeram juntos 48 pães de queijo que haviam em um pacote. Mas Alfa entendeu que a divisão dos pães de queijo foi desigual, tendo em vista que Beta comeu 4 pães a mais que ele, e Celta comeu mais pães do que Beta. Porém, sabe-se que as quantidades de pães de queijo que os 3 primos comeram, formavam uma P.A. Assim, quantos pães de queijo Alfa comeu?
 

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1235802 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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O texto a seguir é referência para a questão:

A burocracia da terra

O modelo agrário brasileiro, embora com inúmeros defeitos, possui uma característica que merece ser destacada, elogiada e preservada: a produção agropecuária brasileira é a última atividade econômica ainda totalmente nas mãos de brasileiros. Pouco se fala disso, mas o fato é que não encontramos multinacionais responsáveis por qualquer parcela significativa da produção. Também não encontramos, no campo, as famigeradas empresas estatais. Embora existam multinacionais proprietárias de terra, o percentual de produção rural em suas mãos não é significativo. A produção rural, na verdade, é o reduto final da livre iniciativa brasileira. Com a nossa economia cada vez mais estatizada e desnacionalizada, a agropecuária permaneceu uma atividade essencialmente de brasileiros.

Temos certeza de que esta parcela da população, hoje responsável pela produção rural do país, é simpática a medidas que enriqueçam o trabalhador rural e favoreçam a justiça social. Somos todos a favor de medidas que facilitem o acesso à propriedade rural, tornando um maior número de brasileiros proprietários e produtores. Somos todos a favor de medidas que aumentem a produtividade no campo. Somos todos contra, enfim, a especulação com terras, a ociosidade, o desperdício. Não é o produtor rural quem lucra com isso, e sim o especulador, quase sempre alheio à atividade produtiva.

Repudiamos, porém, a planejada reforma agrária da Nova República da maneira como foi apresentada pelo diretor do INCRA, senhor José Gomes da Silva, e por seu superior hierárquico, o ministro Nelson Ribeiro. Autoritária e de critérios arbitrários, fatalmente levará a uma crescente estatização da atividade rural no país - e isso quer dizer que chegarão ao campo a ineficiência, a burocracia e a corrupção hoje encontradas em quase todas as outras atividades já estatizadas.

(CAMARGO NETO, Pedro de. Veja, 7 ago. 1985apud FIORIN. José Luiz; SAVIOU. Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 17a ed. São Paulo: Ática, 2007, p. 245). 1

O texto de modo geral:
 

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1235801 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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O texto a seguir é referência para a questão:

A burocracia da terra

O modelo agrário brasileiro, embora com inúmeros defeitos, possui uma característica que merece ser destacada, elogiada e preservada: a produção agropecuária brasileira é a última atividade econômica ainda totalmente nas mãos de brasileiros. Pouco se fala disso, mas o fato é que não encontramos multinacionais responsáveis por qualquer parcela significativa da produção. Também não encontramos, no campo, as famigeradas empresas estatais. Embora existam multinacionais proprietárias de terra, o percentual de produção rural em suas mãos não é significativo. A produção rural, na verdade, é o reduto final da livre iniciativa brasileira. Com a nossa economia cada vez mais estatizada e desnacionalizada, a agropecuária permaneceu uma atividade essencialmente de brasileiros.

Temos certeza de que esta parcela da população, hoje responsável pela produção rural do país, é simpática a medidas que enriqueçam o trabalhador rural e favoreçam a justiça social. Somos todos a favor de medidas que facilitem o acesso à propriedade rural, tornando um maior número de brasileiros proprietários e produtores. Somos todos a favor de medidas que aumentem a produtividade no campo. Somos todos contra, enfim, a especulação com terras, a ociosidade, o desperdício. Não é o produtor rural quem lucra com isso, e sim o especulador, quase sempre alheio à atividade produtiva.

Repudiamos, porém, a planejada reforma agrária da Nova República da maneira como foi apresentada pelo diretor do INCRA, senhor José Gomes da Silva, e por seu superior hierárquico, o ministro Nelson Ribeiro. Autoritária e de critérios arbitrários, fatalmente levará a uma crescente estatização da atividade rural no país - e isso quer dizer que chegarão ao campo a ineficiência, a burocracia e a corrupção hoje encontradas em quase todas as outras atividades já estatizadas.

(CAMARGO NETO, Pedro de. Veja, 7 ago. 1985apud FIORIN. José Luiz; SAVIOU. Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 17a ed. São Paulo: Ática, 2007, p. 245). 1

Em relação ao terceiro parágrafo:
 

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1235800 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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O texto a seguir é referência para a questão:

A burocracia da terra

O modelo agrário brasileiro, embora com inúmeros defeitos, possui uma característica que merece ser destacada, elogiada e preservada: a produção agropecuária brasileira é a última atividade econômica ainda totalmente nas mãos de brasileiros. Pouco se fala disso, mas o fato é que não encontramos multinacionais responsáveis por qualquer parcela significativa da produção. Também não encontramos, no campo, as famigeradas empresas estatais. Embora existam multinacionais proprietárias de terra, o percentual de produção rural em suas mãos não é significativo. A produção rural, na verdade, é o reduto final da livre iniciativa brasileira. Com a nossa economia cada vez mais estatizada e desnacionalizada, a agropecuária permaneceu uma atividade essencialmente de brasileiros.

Temos certeza de que esta parcela da população, hoje responsável pela produção rural do país, é simpática a medidas que enriqueçam o trabalhador rural e favoreçam a justiça social. Somos todos a favor de medidas que facilitem o acesso à propriedade rural, tornando um maior número de brasileiros proprietários e produtores. Somos todos a favor de medidas que aumentem a produtividade no campo. Somos todos contra, enfim, a especulação com terras, a ociosidade, o desperdício. Não é o produtor rural quem lucra com isso, e sim o especulador, quase sempre alheio à atividade produtiva.

Repudiamos, porém, a planejada reforma agrária da Nova República da maneira como foi apresentada pelo diretor do INCRA, senhor José Gomes da Silva, e por seu superior hierárquico, o ministro Nelson Ribeiro. Autoritária e de critérios arbitrários, fatalmente levará a uma crescente estatização da atividade rural no país - e isso quer dizer que chegarão ao campo a ineficiência, a burocracia e a corrupção hoje encontradas em quase todas as outras atividades já estatizadas.

(CAMARGO NETO, Pedro de. Veja, 7 ago. 1985apud FIORIN. José Luiz; SAVIOU. Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 17a ed. São Paulo: Ática, 2007, p. 245). 1

O segundo parágrafo:
 

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1235799 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBDO
Orgão: Pref. Maria Fé-MG
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O texto a seguir é referência para a questão:

A burocracia da terra

O modelo agrário brasileiro, embora com inúmeros defeitos, possui uma característica que merece ser destacada, elogiada e preservada: a produção agropecuária brasileira é a última atividade econômica ainda totalmente nas mãos de brasileiros. Pouco se fala disso, mas o fato é que não encontramos multinacionais responsáveis por qualquer parcela significativa da produção. Também não encontramos, no campo, as famigeradas empresas estatais. Embora existam multinacionais proprietárias de terra, o percentual de produção rural em suas mãos não é significativo. A produção rural, na verdade, é o reduto final da livre iniciativa brasileira. Com a nossa economia cada vez mais estatizada e desnacionalizada, a agropecuária permaneceu uma atividade essencialmente de brasileiros.

Temos certeza de que esta parcela da população, hoje responsável pela produção rural do país, é simpática a medidas que enriqueçam o trabalhador rural e favoreçam a justiça social. Somos todos a favor de medidas que facilitem o acesso à propriedade rural, tornando um maior número de brasileiros proprietários e produtores. Somos todos a favor de medidas que aumentem a produtividade no campo. Somos todos contra, enfim, a especulação com terras, a ociosidade, o desperdício. Não é o produtor rural quem lucra com isso, e sim o especulador, quase sempre alheio à atividade produtiva.

Repudiamos, porém, a planejada reforma agrária da Nova República da maneira como foi apresentada pelo diretor do INCRA, senhor José Gomes da Silva, e por seu superior hierárquico, o ministro Nelson Ribeiro. Autoritária e de critérios arbitrários, fatalmente levará a uma crescente estatização da atividade rural no país - e isso quer dizer que chegarão ao campo a ineficiência, a burocracia e a corrupção hoje encontradas em quase todas as outras atividades já estatizadas.

(CAMARGO NETO, Pedro de. Veja, 7 ago. 1985apud FIORIN. José Luiz; SAVIOU. Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 17a ed. São Paulo: Ática, 2007, p. 245). 1

Assinale a alternativa INCORRETA com base na leitura do primeiro parágrafo:
 

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