Foram encontradas 320 questões.
“[...] não há como garantir que ninguém, em
nenhuma circunstância, esteja definitivamente
incluído em qualquer lugar que seja. [...] “seria
utópico, irreal e ingênuo dizer isso”, posto que
“Não basta somente estar presente fisicamente
numa sala de aula, por exemplo, e não ter a
oportunidade de participar efetivamente do processo ensino-aprendizagem ali ocorrido, bem
como não ter reconhecida sua singularidade”
(p.55). Considerando o caráter processual e
dialético desse conceito inclusivo/excludente,
essa afirmação nos leva a pensar que a exclusão,
também não é definitiva, desde que estratégias
sejam pensadas para ampliar a participação de
todos, respeitando suas particularidades. A lógica
dialética do conceito inclusivo/excludente se
distancia da ideia de se pensar a inclusão como
normatização, homogeneização ou mera
adaptação e destaca a contrariedade e a
reversibilidade nesses processos dinâmicos.”
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
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Na BNCC, as práticas corporais
tematizadas estão organizadas em seis unidades
temáticas (esportes, brincadeiras e jogos, danças,
lutas, ginásticas e práticas corporais de aventura)
que são abordadas ao longo do Ensino
Fundamental.[...] Ao brincar, dançar, jogar,
praticar esportes, ginásticas ou atividades de
aventura, para além da ludicidade, os estudantes
se apropriam das lógicas intrínsecas (regras,
códigos, rituais, sistemáticas de funcionamento,
organização, táticas etc.) a essas manifestações,
assim como trocam entre si e com a sociedade as
representações e os significados que lhes são
atribuídos.
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/edu cacao-fisica. Acesso em: 20 mar. 2024.
Por essa razão, a delimitação das habilidades privilegia oito dimensões de conhecimento, quais sejam:
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/edu cacao-fisica. Acesso em: 20 mar. 2024.
Por essa razão, a delimitação das habilidades privilegia oito dimensões de conhecimento, quais sejam:
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A nossa área foi colonizada por discursos
higienistas, racistas, machistas e homofóbicos,
que foram forjados por conta de um projeto de
sociedade que pretendia embranquecer a raça,
colocar as mulheres em um lugar marginalizado,
inviabilizar a existência de todo e qualquer corpo
que fugisse do padrão binário e heteronormativo,
além de manter no poder as elites dirigentes. Sim.
A Educação Física, na sua hegemonia, é uma
área conservadora, racista, machista, homofóbica
e elitista. (Maldonado, 2023)
O trecho acima faz parte da fala do professor Daniel Maldonado, em palestra proferida na Mesa “Diálogos da Educação Libertadora de Paulo Freire com a Educação Física Escolar”, ocorrida em 2023.
Sobre a Educação Física libertadora é correto afirmar:
O trecho acima faz parte da fala do professor Daniel Maldonado, em palestra proferida na Mesa “Diálogos da Educação Libertadora de Paulo Freire com a Educação Física Escolar”, ocorrida em 2023.
Sobre a Educação Física libertadora é correto afirmar:
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Uma das tarefas do educador ou
educadora progressista, através da análise
política, séria e correta, é desvelar as
possibilidades, não importam os obstáculos, para
a esperança, sem a qual pouco podemos fazer
porque dificilmente lutamos, e quando lutamos,
enquanto desesperançados ou desesperados, a
nossa é uma luta suicida, é um corpo a corpo
puramente vingativo. O que há, porém, de
castigo, de pena, de correção, de punição na luta
que fazemos movidos pela esperança, pelo
fundamento ético-histórico de seu acerto, faz
parte da natureza pedagógica do processo
político de que a luta é expressão.
Não será equitativo que as injustiças, os abusos, as extorsões, os ganhos ilícitos, os tráficos de influência, o uso do cargo para a satisfação de interesses pessoais, que nada disso, por causa de que, com justa ira, lutamos agora no Brasil, não seja corrigido, como não será correto que todas e todos os que forem julgados culpados não sejam severamente, mas dentro da lei, punidos.
(Freire, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Editora Paz e Terra, 2014.)
Em consonância com as ideias progressistas de Paulo Freire, Soares et al (1992) defendem uma Educação Física crítico-superadora na qual
Não será equitativo que as injustiças, os abusos, as extorsões, os ganhos ilícitos, os tráficos de influência, o uso do cargo para a satisfação de interesses pessoais, que nada disso, por causa de que, com justa ira, lutamos agora no Brasil, não seja corrigido, como não será correto que todas e todos os que forem julgados culpados não sejam severamente, mas dentro da lei, punidos.
(Freire, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Editora Paz e Terra, 2014.)
Em consonância com as ideias progressistas de Paulo Freire, Soares et al (1992) defendem uma Educação Física crítico-superadora na qual
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“4,3 milhões de estudantes não-brancos da
rede pública – pretos, pardos e os indígenas–
ficaram sem atividades escolares durante a
pandemia, quase três vezes mais que os 1,5
milhões de estudantes brancos sem atividades.
Uma das razões é que, no Brasil, 39% dos
estudantes de escolas públicas não têm
computador, enquanto 91% dos estudantes de
escolas particulares possuem computador.”
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
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“Cabe aqui ressaltarmos o fato de que o
esforço de se lançar mão da Educação Física
como elemento educacional - ainda que de
conformidade com uma visão de saúde corporal,
saúde física, eugênica - enfrentava barreiras
arraigadas nos valores dominantes do período
colonial, sustentáculos do ordenamento social
escravocrata, que estigmatizaram a Educação
Física por vinculá-la ao trabalho manual, físico,
desprestigiadíssimo em relação ao trabalho
intelectual, este sim, afeto à classe dominante,
enquanto o outro se fazia pertinente única e tão
somente aos escravos”.
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
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“Também parece certo que, devido às
suas características, a Educação Física tem
sido utilizada politicamente como uma arma a
serviço de projetos que nem sempre apontam
na direção das conquistas de melhores
condições existenciais para todos, de
verdadeira democracia política, social e
econômica e de mais liberdade para que
vivamos nossa vida plenamente. Pelo
contrário, a Educação Física no Brasil muitas
vezes, tem servido de poderoso instrumento
ideológico e de manipulação para que as
pessoas continuem alienadas e impotentes
diante da necessidade de verdadeiras
transformações no seio da sociedade. Por
consequência escreve-se quase sempre uma
história que é o próprio reflexo dessa situação
de dominação que se pretende eterna.”
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
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- Ensino das DisciplinasGeografia
- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
Visando à preparação de uma aula para o 6º ano, atendendo à unidade temática “formas de
representação e pensamento espacial”, o objeto de conhecimento “fenômenos naturais e sociais
representados de diferentes maneiras” e a habilidade “medir distâncias na superfície pelas escalas
gráficas e numéricas dos mapas” da BNCC, o/a professor/a seleciona o cartograma a seguir:
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/mato-grosso-brasile--400961173065518466/. Acesso em: 04 abr. 2024.
No cartograma, a distância aproximada calculada pelo/a professor/a, em linha reta e na superfície terrestre, entre as cidades de Aripuanã e Alta Floresta, encontra-se no seguinte intervalo:
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/mato-grosso-brasile--400961173065518466/. Acesso em: 04 abr. 2024.
No cartograma, a distância aproximada calculada pelo/a professor/a, em linha reta e na superfície terrestre, entre as cidades de Aripuanã e Alta Floresta, encontra-se no seguinte intervalo:
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- Ensino das DisciplinasGeografia
- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
No procedimento de elaboração de uma
aula para o 9º ano, atendendo à unidade
temática “conexões e escalas”, o objeto de
conhecimento “intercâmbios históricos e
culturais entre Europa, Ásia e Oceania” e a
habilidade “analisar transformações territoriais,
considerando o movimento de fronteiras,
tensões, conflitos e múltiplas regionalidades na
Europa, na Ásia e na Oceania” da BNCC, o/a
professor/a utiliza a imagem e o seguinte texto
sobre um conflito geopolítico no Oriente Médio:
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/10/faixa-de-gazaem-mapas-como-e-a-vida-no-territorio-palestino.shtml. Acesso em: 10 abr. 2024.
Israel alega ter destruído 18 dos 24 batalhões do Hamas em Gaza – e concluído o desmantelamento da estrutura militar do Hamas no norte do território palestino. As Forças de Defesa de Israel afirmam que o Hamas tinha cerca de 30 mil combatentes quando o grupo lançou seu ataque a Israel em outubro de 2023, matando cerca de 1,2 mil pessoas e fazendo cerca de 250 reféns. [...] O Hamas é visto como um grupo terrorista por alguns países do Ocidente que prega a destruição de Israel, mas como um movimento de resistência em partes do mundo árabe. [...] “Não é apenas um movimento militar nem apenas um movimento político – é uma ideologia”, afirma o pesquisador Hugh Lovatt, especialista em Oriente Médio no Conselho Europeu de Relações Exteriores.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6p4975xz9no. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Nesse conflito geopolítico, o/a professor/a deve identificar que, segundo as autoridades israelenses, um dos objetivos dos ataques militares conduzidos por Israel é:
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/10/faixa-de-gazaem-mapas-como-e-a-vida-no-territorio-palestino.shtml. Acesso em: 10 abr. 2024.
Israel alega ter destruído 18 dos 24 batalhões do Hamas em Gaza – e concluído o desmantelamento da estrutura militar do Hamas no norte do território palestino. As Forças de Defesa de Israel afirmam que o Hamas tinha cerca de 30 mil combatentes quando o grupo lançou seu ataque a Israel em outubro de 2023, matando cerca de 1,2 mil pessoas e fazendo cerca de 250 reféns. [...] O Hamas é visto como um grupo terrorista por alguns países do Ocidente que prega a destruição de Israel, mas como um movimento de resistência em partes do mundo árabe. [...] “Não é apenas um movimento militar nem apenas um movimento político – é uma ideologia”, afirma o pesquisador Hugh Lovatt, especialista em Oriente Médio no Conselho Europeu de Relações Exteriores.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6p4975xz9no. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Nesse conflito geopolítico, o/a professor/a deve identificar que, segundo as autoridades israelenses, um dos objetivos dos ataques militares conduzidos por Israel é:
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3337159
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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Considere o texto sobre uma tensão
geopolítica na Eurásia.
Em setembro de 2023, sons de artilharia e sirenes antiaéreas marcaram o reinício da disputa entre Armênia e Azerbaijão pelo controle da região de Nagorno-Karabakh. Essa região do Cáucaso – onde a Europa encontra a Ásia – é palco de confrontos há anos. A tensão pelo controle do enclave cresceu nos últimos meses – no local, reconhecido internacionalmente como parte do Azerbaijão, vivem cerca de 120 mil pessoas que se identificam como armênias. Um frágil cessar-fogo foi quebrado quando o Ministério da Defesa do Azerbaijão comunicou o início de operações “antiterroristas” na região e apelou à rendição dos líderes armênios. “Para que as medidas antiterroristas cessem, as formações militares armênias ilegais devem hastear bandeira branca, entregar todas as armas e o regime ilegal deve ser dissolvido”, afirmou o Ministério da Defesa.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4n413kv6groAcesso em: 10 abr. 2024.
Essa tensão geopolítica evidencia as ações geoestratégicas dos armênios de Nagorno-Karabakh compatíveis com o seguinte movimento político-geográfico:
Em setembro de 2023, sons de artilharia e sirenes antiaéreas marcaram o reinício da disputa entre Armênia e Azerbaijão pelo controle da região de Nagorno-Karabakh. Essa região do Cáucaso – onde a Europa encontra a Ásia – é palco de confrontos há anos. A tensão pelo controle do enclave cresceu nos últimos meses – no local, reconhecido internacionalmente como parte do Azerbaijão, vivem cerca de 120 mil pessoas que se identificam como armênias. Um frágil cessar-fogo foi quebrado quando o Ministério da Defesa do Azerbaijão comunicou o início de operações “antiterroristas” na região e apelou à rendição dos líderes armênios. “Para que as medidas antiterroristas cessem, as formações militares armênias ilegais devem hastear bandeira branca, entregar todas as armas e o regime ilegal deve ser dissolvido”, afirmou o Ministério da Defesa.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4n413kv6groAcesso em: 10 abr. 2024.
Essa tensão geopolítica evidencia as ações geoestratégicas dos armênios de Nagorno-Karabakh compatíveis com o seguinte movimento político-geográfico:
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