Foram encontradas 1.024 questões.
Considerando-se o descrito no Regime Jurídico Único dos Funcionários Públicos do Município de
Maringá/PR, exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo. Leia as seguintes afirmativas sobre o
tema e, depois, marque a alternativa que indica quais delas estão CORRETAS.
I – É de 30 (trinta) dias o prazo para o funcionário entrar em exercício.
II – Será exonerado o funcionário empossado que não entrar em exercício no prazo de 30 dias.
III – Cabe ao Prefeito Municipal dar-lhe exercício.
I – É de 30 (trinta) dias o prazo para o funcionário entrar em exercício.
II – Será exonerado o funcionário empossado que não entrar em exercício no prazo de 30 dias.
III – Cabe ao Prefeito Municipal dar-lhe exercício.
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Conforme previsto no Regime Jurídico Único dos Funcionários Públicos do Município de Maringá/PR,
assinale a alternativa CORRETA.
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Uma caixa em formato de paralelepípedo tem arestas medindo: 8,2 cm; 4,3 cm; 7,5 cm. Qual é o volume
dessa caixa?
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O triplo de um número mais o seu dobro é igual a 25. Que número é esse?
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Doze dias são necessários para Beto e Ananias reformarem uma casa juntos. Se Cido for contratado para
trabalhar no mesmo ritmo dos outros dois, quantos dias trabalhando todos juntos eles levarão para reformar
essa casa?
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Marcelo tatuou MCMXCI em números romanos em seu braço. Como esse número é representado em
algarismos arábicos?
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Assinale a alternativa que apresenta o maior número.
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Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca
Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no
último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a
liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional
da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço,
coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca
se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos
poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.
Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai
da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente
crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia
desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.
O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem
e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado
do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre
amarela, doença letal para estes macacos.
(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
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Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca
Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no
último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a
liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional
da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço,
coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca
se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos
poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.
Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai
da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente
crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia
desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.
O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem
e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado
do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre
amarela, doença letal para estes macacos.
(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
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Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca
Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no
último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a
liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional
da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço,
coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca
se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos
poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.
Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai
da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente
crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia
desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.
O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem
e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado
do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre
amarela, doença letal para estes macacos.
(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
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