Foram encontradas 177 questões.
A respeito das variedades fundamentais de signos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) O ícone opera pela semelhança de fato entre seu significante e seu significado; por exemplo, a representação de um animal e o animal representado, em que a primeira equivale ao segundo simplesmente porque se parece com ele.
(_) O índice opera pela contiguidade, de fato, vivida entre seu significante e seu significado; por exemplo, a fumaça é índice de fogo.
(_) O símbolo opera por contiguidade instituída, apreendida entre significante e significado; esta conexão consiste no fato de que constitui uma regra e não depende da presença ou da ausência de qualquer similitude ou contiguidade de fato.
(_) O ícone opera pela semelhança de fato entre seu significante e seu significado; por exemplo, a representação de um animal e o animal representado, em que a primeira equivale ao segundo simplesmente porque se parece com ele.
(_) O índice opera pela contiguidade, de fato, vivida entre seu significante e seu significado; por exemplo, a fumaça é índice de fogo.
(_) O símbolo opera por contiguidade instituída, apreendida entre significante e significado; esta conexão consiste no fato de que constitui uma regra e não depende da presença ou da ausência de qualquer similitude ou contiguidade de fato.
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Na frase “Vamos nos encontrar após o jantar.”, o uso da preposição justifica-se:
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Segundo o uso da crase, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O médico explicou à paciente que a recuperação seria mais rápida à medida que ela seguisse rigorosamente as orientações médicas. O uso da primeira crase está correto porque se trata de um pronome relativo que exerce a função de complemento do termo, exigindo a preposição “a”.
( ) Em “Ana vai à igreja todos os dias pela manhã.”, o uso da crase é necessário por se tratar de uma locução conjuntiva.
( ) Em “Ela não revelou à equipe o porquê da urgência.”, o uso da crase é necessário porque traz uma locução feminina com substantivo no plural.
( ) O médico explicou à paciente que a recuperação seria mais rápida à medida que ela seguisse rigorosamente as orientações médicas. O uso da primeira crase está correto porque se trata de um pronome relativo que exerce a função de complemento do termo, exigindo a preposição “a”.
( ) Em “Ana vai à igreja todos os dias pela manhã.”, o uso da crase é necessário por se tratar de uma locução conjuntiva.
( ) Em “Ela não revelou à equipe o porquê da urgência.”, o uso da crase é necessário porque traz uma locução feminina com substantivo no plural.
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Na frase “Ela não pôde comparecer à cerimônia, pois teve um compromisso importante; o porquê dessa ausência ainda não foi revelado.”, o uso de “porquê” (junto e com acento) justifica-se:
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A Missão
O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o
tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado
numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O
Comandante dissera a Teoria para voltar à Base,
acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma
careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze.
Matemática simples que resolvera a questão: era difícil
conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o
Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para
saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E
sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes
foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia.
Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento
do professor. O joelho estava muito inchado e só com
grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro,
prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a
refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a
noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais
pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras
com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se
do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas,
dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada
por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o
Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da
terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao
branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago
em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo
de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez.
Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para
quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens
exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que
devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que
devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as
pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os
maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os
outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.
(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
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A Missão
O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o
tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado
numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O
Comandante dissera a Teoria para voltar à Base,
acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma
careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze.
Matemática simples que resolvera a questão: era difícil
conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o
Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para
saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E
sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes
foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia.
Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento
do professor. O joelho estava muito inchado e só com
grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro,
prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a
refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a
noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais
pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras
com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se
do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas,
dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada
por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o
Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da
terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao
branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago
em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo
de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez.
Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para
quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens
exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que
devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que
devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as
pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os
maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os
outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.
(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
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De acordo com o previsto na Base Nacional Comum
Curricular para Língua Portuguesa, sobre as estratégias e os
procedimentos de leitura, assinalar a alternativa
INCORRETA:
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Sob a perspectiva de Freire, no que diz respeito às práticas educativas, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O que importa, na formação docente, é a repetição mecânica.
( ) Ensinar não é transferir conhecimento.
( ) Ensinar exige consciência do inacabamento.
( ) O que importa, na formação docente, é a repetição mecânica.
( ) Ensinar não é transferir conhecimento.
( ) Ensinar exige consciência do inacabamento.
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Considerando-se a importância dos brinquedos e das brincadeiras como fatores constitutivos da infância, bem como os ambientes educativos especialmente planejados que ofereçam a qualidade para brincadeiras e interações, assinalar a alternativa INCORRETA:
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A respeito da avaliação na Educação Infantil, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A avaliação é entendida, prioritariamente, como um conjunto de ações que auxiliam o professor a refletir sobre as condições de aprendizagem oferecidas e ajustar sua prática às necessidades colocadas pelas crianças.
( ) Tem como função acompanhar, orientar, regular e redirecionar o processo educativo como um todo.
( ) Para que possa se constituir como um instrumento voltado para reorientar a prática educativa, na Educação Infantil, a avaliação deve se dar sempre de forma individualizada e contínua.
( ) A avaliação é entendida, prioritariamente, como um conjunto de ações que auxiliam o professor a refletir sobre as condições de aprendizagem oferecidas e ajustar sua prática às necessidades colocadas pelas crianças.
( ) Tem como função acompanhar, orientar, regular e redirecionar o processo educativo como um todo.
( ) Para que possa se constituir como um instrumento voltado para reorientar a prática educativa, na Educação Infantil, a avaliação deve se dar sempre de forma individualizada e contínua.
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Cadernos
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