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Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil
A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
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Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil
A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
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Os efeitos da guerra no desenvolvimento infantil
A guerra, inegavelmente, instaura repercussões profundamente devastadoras, sobretudo em crianças. Esta situação é caracterizada por uma extrema violência que acarreta danos de ordem física, emocional, psicológica, sexual, além de privações e o abandono, configurando um ambiente de profunda angústia para todos os que nela se veem envolvidos.
A exposição à guerra, por sua vez, traz consigo severas consequências de natureza emocional, notadamente marcadas pela manifestação de quadros de ansiedade, medo e depressão, os quais, com frequência, resultam em comportamentos de índole agressiva, no isolamento social e, ainda mais alarmante, na regressão do desenvolvimento de habilidades previamente adquiridas pelas crianças.
Cabe ressaltar, de forma enfática, que é absolutamente impraticável preparar uma criança para as vicissitudes da guerra, uma vez que o crescimento saudável demanda desafios, ao invés de ameaças. No caso de crianças em tenra idade, torna-se imperativo evitar a exposição a conteúdos violentos disponíveis nos meios de comunicação, com especial atenção para as notícias de guerra que frequentemente retratam cenas de agressões e morte.
Não obstante, para crianças mais maduras, situadas na faixa etária entre quatro e seis anos, é recomendável adotar uma abordagem prudente diante da inevitabilidade da exposição a conteúdos violentos. Nesse contexto, a discussão acerca das notícias de guerra deve ser conduzida de maneira sensível, propiciando uma oportunidade para explorar os pensamentos, sentimentos e conhecimentos da criança a respeito do conflito armado, permitindo, igualmente, uma reflexão sobre valores humanos fundamentais, tais como solidariedade e empatia.
Abordar o tema da guerra e suas nefastas consequências apresenta, portanto, uma oportunidade ímpar para o ensino de valores como a empatia, a partilha, a colaboração e a participação em atividades de cunho comunitário, mesmo em meio à brutalidade do contexto bélico.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
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3848246
Ano: 2024
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Mato Leitão-RS
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Mato Leitão-RS
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Febre é a elevação da temperatura corporal acima do normal. A temperatura normal do corpo pode variar de 36 a 37 graus Celsius. Caso o aluno encontre-se com febre, qual procedimento de primeiros socorros NÃO deve ser realizado?
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3848245
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Mato Leitão-RS
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Mato Leitão-RS
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Acerca das formas de prestação de serviços públicos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Direta.
(2) Indireta.
( ) Por outorga.
( ) Coleta de lixo.
( ) Varrição de ruas.
( ) Autarquias.
(1) Direta.
(2) Indireta.
( ) Por outorga.
( ) Coleta de lixo.
( ) Varrição de ruas.
( ) Autarquias.
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Sobre o uso de tecnologias da informação e comunicação na educação, analisar os itens abaixo:
I. As tecnologias da informação e comunicação podem promover a personalização do ensino, permitindo que os alunos não avancem em seu próprio ritmo e recebam feedback imediato.
II. O uso de tecnologias na educação tem o potencial de ampliar o acesso à educação de qualidade, superando barreiras geográficas e socioeconômicas.
III. O uso excessivo de tecnologias na sala de aula pode levar a uma dependência excessiva dos alunos em relação aos dispositivos eletrônicos, prejudicando a interação social e o desenvolvimento de habilidades sociais.
IV. A integração adequada de tecnologias da informação e comunicação na educação requer uma formação contínua dos professores, a fim de garantir seu uso efetivo e significativo.
Estão CORRETOS:
I. As tecnologias da informação e comunicação podem promover a personalização do ensino, permitindo que os alunos não avancem em seu próprio ritmo e recebam feedback imediato.
II. O uso de tecnologias na educação tem o potencial de ampliar o acesso à educação de qualidade, superando barreiras geográficas e socioeconômicas.
III. O uso excessivo de tecnologias na sala de aula pode levar a uma dependência excessiva dos alunos em relação aos dispositivos eletrônicos, prejudicando a interação social e o desenvolvimento de habilidades sociais.
IV. A integração adequada de tecnologias da informação e comunicação na educação requer uma formação contínua dos professores, a fim de garantir seu uso efetivo e significativo.
Estão CORRETOS:
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Em uma lanchonete, os clientes podem montar um lanche escolhendo entre 4 tipos de pães, 8 acompanhamentos e 6 molhos. De quantas maneiras diferentes é possível montar um lanche, escolhendo um pão, dois acompanhamentos distintos e um molho?
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