Foram encontradas 50 questões.
(PMM/URCA 2025) Um dos filmes brasileiros de maior
repercussão nacional e internacional nos últimos anos
foi “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e
baseado em livro homônimo. A atuação no Filme rendeu à atriz Fernanda Torres o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Drama, no ano de 2025. Tanto o filme
como o livro contam a história:
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3954039
Ano: 2025
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: URCA
Orgão: Pref. Mauriti-CE
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: URCA
Orgão: Pref. Mauriti-CE
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(PMM/URCA 2025) Uma das principais inovações científicas dos últimos anos foi a relativa popularização
da Inteligência Artificial, a qual possui defensores e detratores. Ela está cada vez mais presente na vida das
pessoas ao redor do mundo, por meio de assistentes
virtuais, serviços financeiros, pesquisa, análise imagens
médicas, entre outras utilidades. No que se refere ao
uso cada vez mais corrente da IA é possível afirmar:
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3954038
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: URCA
Orgão: Pref. Mauriti-CE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: URCA
Orgão: Pref. Mauriti-CE
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(PMM/URCA 2025) “Cerca de um milhão de soldados
russos foram mortos ou feridos na invasão em larga escala
da Ucrânia, mostrou um novo levantamento do Centro de
Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), um think
tank em Washington, DC” (Fonte: CNN Brasil, 2025.
Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/guerra-ja-matou-ou-feriu-quase-um-milhao-de-soldadosrussos-diz-estudo/.Acessoem 21/10/2025).
Com relação à atual fase da sangrenta Guerra travada entre Rússia e Ucrânia, após o primeiro país invadir o segundo, é correto afirmar:
Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/guerra-ja-matou-ou-feriu-quase-um-milhao-de-soldadosrussos-diz-estudo/.Acessoem 21/10/2025).
Com relação à atual fase da sangrenta Guerra travada entre Rússia e Ucrânia, após o primeiro país invadir o segundo, é correto afirmar:
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(PMM/URCA 2025) A cidadania, entre outras formas
possíveis, pode ser compreendida como um processo
histórico que continuamente está sendo formulada e reformulada, na interação direta ou não com dimensão
estatal. Com base nessa afirmação, é possível afirmar
que o conceito de cidadania:
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(PMM/URCA 2025) Ao redor do mundo, de maneira
geral, o Poder Legislativo, em âmbito nacional, pode
estruturar-se sob duas formas: unicameral e bicameral. No Brasil, adota-se o modelo:
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(PMM/URCA 2025) Existem algumas entidades administrativas autônomas que realizam atividades típicas
de Estado, de maneira descentralizada, sendo criada por meio de lei, tendo personalidade jurídica própria
e patrimônio também próprio. Pode-se afirmar, corretamente, que realiza uma atividade típica de Estado, de
forma descentralizada os(as):
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(PMM/URCA 2025) “Em face de todas as razões até
aqui expostas, e tendo em conta a possibilidade e a conveniência de se acentuar o componente jurídico do Estado,
sem perder de vista a presença necessária dos fatores não jurídicos, parece-nos que se poderá conceituar o Estado
como a ordem jurídica soberana que tem por fim o bem
comum de um povo situado em determinado território”
(Dallari, 2007, p. 119. Elementos de Teoria geral do Estado. Grifo no original).
Para o professor Dalmo de Abreu na obra acima citada, a noção de poder se encontra implícita em qual elemento do estado:
Para o professor Dalmo de Abreu na obra acima citada, a noção de poder se encontra implícita em qual elemento do estado:
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O fim do mundo - Cecília Meireles
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo
para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não
me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me,
porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam,
meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu,
responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa
era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com
as flores da goiabeira e as cores do tapete.
Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num
lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não
me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos
pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco,
pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei
muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como
há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas?
A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um
pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?
Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais
o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha
sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de
mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que
bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém
fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um
cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos
naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu
verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto
e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas,
tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou
só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os
cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto,
com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais
do que cabe enumerar numa crônica.
Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais
digna.
Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira
mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia,
lançam flores ao fogo, num rito de adoração.
Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que
estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que
não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.
Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não
os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos
teremos fim, em qualquer mês...
(Quatro vozes, 1998)
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O fim do mundo - Cecília Meireles
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo
para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não
me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me,
porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam,
meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu,
responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa
era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com
as flores da goiabeira e as cores do tapete.
Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num
lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não
me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos
pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco,
pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei
muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como
há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas?
A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um
pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?
Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais
o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha
sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de
mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que
bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém
fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um
cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos
naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu
verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto
e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas,
tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou
só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os
cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto,
com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais
do que cabe enumerar numa crônica.
Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais
digna.
Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira
mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia,
lançam flores ao fogo, num rito de adoração.
Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que
estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que
não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.
Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não
os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos
teremos fim, em qualquer mês...
(Quatro vozes, 1998)
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O fim do mundo - Cecília Meireles
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo
para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não
me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me,
porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam,
meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu,
responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa
era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com
as flores da goiabeira e as cores do tapete.
Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num
lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não
me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos
pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco,
pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei
muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como
há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas?
A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um
pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?
Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais
o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha
sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de
mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que
bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém
fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um
cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos
naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu
verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto
e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas,
tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou
só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os
cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto,
com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais
do que cabe enumerar numa crônica.
Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais
digna.
Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira
mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia,
lançam flores ao fogo, num rito de adoração.
Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que
estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que
não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.
Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não
os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos
teremos fim, em qualquer mês...
(Quatro vozes, 1998)
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