Foram encontradas 225 questões.
“De toda a água do planeta, apenas 1% pode ser usada para o consumo e até mesmo o Brasil...”.
O termo “até mesmo”, nesse fragmento, estabelece relação lógico-semântica de:
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De acordo com a literatura atual, um efeito positivo da suplementação parenteral de glutamina no desfecho clínico do paciente grave parece ser obtido quando:
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1540840
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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No contexto dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em especial no Ensino Fundamental, ao se trabalhar a temática “a sociedade, as atividades econômicas e o espaço geográfico” espera-se que os alunos construam um conjunto de saberes e conhecimentos relacionados à Geografia que lhes permitam ser capazes de:
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1539504
Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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Which noun does not have the correct definition? Choose the INCORRECT answer.
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No Ensino Fundamental, para se trabalhar “tópicos ortográficos da língua portuguesa” com alunos das séries iniciais Ensino Fundamental o Professor deverá fazê-lo através do seguinte conteúdo:
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Analise as seguintes afirmativas:
I. Água é uma substância composta assim como o gás ozônio.
II. O vinagre é uma mistura porque é composto por água (substância) e ácido acético (substância) assim como a água do mar.
III. O sódio é um elemento químico metálico
IV. A liga de cobre é uma mistura homogênea que contém, principalmente, um metal (no caso, o cobre).
Estão corretas as afirmativas:
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A cidade acordou mais cedo.
Primeiro foram os fogos. E ainda não eram seis da manhã. Depois os tiros. Em seguida, os voos de helicóptero. Assim amanheceu a Rocinha neste sábado. Por esse motivo, na favela e nos bairros que a contornam, como um abraço dos aflitos, não se pode dizer que seja sábado, dia de descanso.
Os helicópteros vêm e vão nesse sobrevoo que parece meio sem sentido. A cidade não pode descansar há muito. É sempre guerra em algum ponto. Leio nos jornais de hoje que a Urca também tem guerra de facções. Urca costumava ser deixada de lado nessa insana conquista de territórios, porque sempre foi bairro dos militares e alguns poucos privilegiados civis que conseguiram uma casa no belo e aconchegante bairro. Fui lá outro dia, comi uma caldeirada de frutos do mar, iguaria sem competidor, e olhei o Rio depois da água. É bela a vista de lá, como de resto, a cidade por natureza e destino continua linda. E cada vez mais à deriva, no seu próprio mar de baía.
Hoje, com a confusão na Rocinha, a Zona Sul acordou mais cedo. Ou não, diria Caetano, um dos seus ilustres moradores. A Zona Sul pode ter se acostumado depois de tantos anos de conflito na área conturbada, ou pode ter escolhido abafar o ruído da realidade atrás dos fones de ouvido.
O Rio é como um belo navio onde navegamos todos juntos, não importa qual seja a classe social. Ou nos salvamos juntos ou afundaremos. Há quem creia que a embarcação já aderna cansada de guerra. Nas mazelas do Brasil, coube a esta cidade intensa e bela viver em seu corpo a geografia das desigualdades. Somos todos vizinhos. Chapéu Mangueira entra em ebulição e o Leme fica trancado em casa, sem ter como sair e viver a vida naquela ponta bonita do mar de Copacabana. A Rocinha em disputa afeta um arco de bairros. Do lado de cá a Gávea, do lado de lá São Conrado. Outro dia, o Fallet-Fogueteiro acordou encrencado e fecharam-se as portas do bonito casario colonial de Santa Teresa que, ademais, há muito vive cercado.
Por sermos todos vizinhos, pelo menos o Rio não pode repetir o alienado e perverso enredo do Titanic de trancar os pobres e tentar salvar a primeira classe. A cidade é partida sim, mas é como uma grande casa de quartos contíguos. A fortuna separa, contudo a tragédia é compartilhada. Os fogos, tiros e voos desta manhã provam que não haverá futuro para o Rio que não seja comum. Pensamentos terminais e aflitos para um sábado que seria de descanso, se possível fosse.
https://g1.globo.com - Miriam Leitão - junho/18
Depreende-se do texto que a autora, em relação ao processo de violência, manifesta:
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Pode-se corretamente considerar como desenvolvimento escolar no requisito “compromisso e preocupação da equipe escolar com os alunos e com a escola” a seguinte característica pedagógica:
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1535822
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Milton Brandão-PI
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No contexto da temática transversal “Saúde”, ao Professor que deseja desenvolver “Vida coletiva” com os alunos dos primeiro e segundo ciclos do Ensino Fundamental, os Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª a 4ª Séries sinalizam que o mesmo deverá fazê-lo através do seguinte conteúdo:
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Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
‘Tempos Anormais’
Vocês vão entender o título no final. Volto ao tema diante da repercussão da última coluna, que tratava da sessão do STF que julgou o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula. Por causa principalmente de um termo muito usado pelos ministros — “teratológico” —, poucas vezes recebi tantas mensagens, inclusive de colegas, a começar por minha diretora, que se referiu criticamente “ao uso vaidoso e pretensioso de nosso idioma”.
De Brasília, a também jornalista Patrícia Pinheiro mandou uma divertida crônica que termina assim: “muito obrigada por me fazer saber o que é teratológico e por me lembrar que temos dicionário em casa!”. Gerson Camarotti, que estava no plenário da Corte cobrindo a sessão, conta que perguntou para todos os companheiros o que era teratologia.
“Só fiquei mais tranquilo depois de perceber que eles também desconheciam aquela palavra da moda no Supremo. Você esclareceu a minha dúvida”. Então, digamos, foi uma retribuição a quem várias vezes por semana, no “Em pauta”, da GloboNews, esclarece as minhas dúvidas políticas.
Houve quem me gozasse: “Vai dizer que na Academia vocês também não usam termos difíceis?” Como outras instituições, temos os nossos códigos e usamos, sim, mas internamente, entre os pares, não em sessões televisionadas. A propósito, o poeta e acadêmico Geraldo Carneiro comentou que os juízes — “com exceção do Barroso e às vezes da Cármen Lúcia — têm a mania teratológica de falar difícil”.
Inclemente, ele lembrou os personagens que Molière chamou de “preciosas ridículas”. “Jamais usam o gerúndio, ao contrário de Camões, Vieira, Eça, Machado etc. Têm horror à fala das ruas, assim como têm horror ao cidadão comum”.
Dos inúmeros comentários recebidos, o mais surpreendente foi um, por sinal bem-humorado, transmitido através do WhatsApp de meu amigo Roberto D’Avila, porque o remetente não tinha meu endereço. Adivinhem de quem? Do ministro Luís Roberto Barroso, confessando ter apreendido o sentido de “mal secreto” lendo meu livro sobre a inveja com esse título. Ele usou a expressão contra o seu desafeto no famoso bate-boca da véspera (ainda bem que não citou o autor. Já imaginaram eu metido nessa briga como que tomando o partido contra um dos lados?. E que lado! Tremo só de pensar).
Barroso se disse “triste” com o episódio, acrescentando, que “ainda assim o humor ajuda”. E terminou com um exemplo para ajudar na definição do polêmico adjetivo: “teratológicos são os nossos tempos. Completamente anormais”.
Quanto a isso, não há dúvida.
Zuenir Ventura - O Globo, 28/03/2018
Sobre o uso do termo “teratológico”, o autor apresenta:
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