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A economia catarinense é bastante diversificada e está organizada em vários polos distribuídos por diferentes regiões do Estado. A diversidade de climas, paisagens e relevos estimula o desenvolvimento de inúmeras atividades, da agricultura ao turismo, atraindo investidores de segmentos distintos e permitindo que a riqueza não fique concentrada em apenas uma área.
Diante disso, faça a correlação entre a área e a sua MÉDICO CLÍNICO GERAL - ESF - 1 7 respectiva economia:
Coluna I
1.Sul.
2.Planalto Serrano.
3.Grande Florianópolis.
Coluna II
a.Destaca-se nos setores de tecnologia, turismo, serviços e construção civil.
b.Destaca-se pelos segmentos do vestuário, plásticos descartáveis, carbonífero e cerâmico.
c.Tem a indústria de papel, celulose e da madeira.
Assinale a alternativa com a CORRETA correlação entre as colunas I e II.
Diante disso, faça a correlação entre a área e a sua MÉDICO CLÍNICO GERAL - ESF - 1 7 respectiva economia:
Coluna I
1.Sul.
2.Planalto Serrano.
3.Grande Florianópolis.
Coluna II
a.Destaca-se nos setores de tecnologia, turismo, serviços e construção civil.
b.Destaca-se pelos segmentos do vestuário, plásticos descartáveis, carbonífero e cerâmico.
c.Tem a indústria de papel, celulose e da madeira.
Assinale a alternativa com a CORRETA correlação entre as colunas I e II.
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Aos Vereadores, de acordo com a Lei Orgânica do Município de Mondaí/SC, na qualidade de agentes políticos investidos no mandato, compete, além de outros direitos, os listados abaixo, EXCETO:
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- Geografia GeralGeografia FísicaVegetação
- Geografia GeralMeio AmbienteImpactos e soluções no meio urbano
- Geografia GeralMeio AmbienteClima
Apenas 6,9% das áreas urbanas das cidades brasileiras são cobertas por vegetação. Isso equivale a 283,7 mil hectares - metade da extensão territorial do Distrito Federal. Os dados fazem parte de um estudo divulgado pelo MapBiomas, rede ambiental que envolve universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresas de tecnologia.
Fonte: Bruno de Freitas Moura. Agência Brasil. 19/07/2024.
O levantamento do MapBiomas também revela sobre a porcentagem dos biomas mais expressivos que abrigam vegetação em áreas urbanas do país. Dessa forma, identifique, na seguinte ordem, os biomas que são mais expressivos e que abrigam maior vegetação em área urbana até os menos expressivos e que possuem a menor vegetação em área urbana, marque a alternativa CORRETA.
Fonte: Bruno de Freitas Moura. Agência Brasil. 19/07/2024.
O levantamento do MapBiomas também revela sobre a porcentagem dos biomas mais expressivos que abrigam vegetação em áreas urbanas do país. Dessa forma, identifique, na seguinte ordem, os biomas que são mais expressivos e que abrigam maior vegetação em área urbana até os menos expressivos e que possuem a menor vegetação em área urbana, marque a alternativa CORRETA.
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3417703
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Provas:
- BrasilEconomia Brasileira
- BrasilPolítica Brasileira
- Economia
- Questões Sociais
- Sociedade e Comportamento
Ministros brasileiros chamam atenção para a importância da universalização do acesso à (X) e fazem um apelo para haja um engajamento não apenas nacional, dos setores público e privado, como da comunidade internacional. "Temos consciência de que essa batalha, permitam-me usar essa expressão, será longa e exigirá muito de todos nós, mas ela não pode mais ser postergada", afirmou o ministro das Cidades, Jader Filho, na reunião ministerial de Desenvolvimento do G20, no Rio de Janeiro.
Fonte: Mariana Tokarnia. Agência Brasil. 12/07/2024.
Substitua o (X) do texto pela alternativa CORRETA.
Fonte: Mariana Tokarnia. Agência Brasil. 12/07/2024.
Substitua o (X) do texto pela alternativa CORRETA.
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A Câmara Municipal tem função legislativa, de fiscalização financeira, orçamentária e patrimonial, de controle externo, de julgamento político-administrativo (conforme legislação pertinente), de organização e administração dos seus assuntos internos e de gestão dos assuntos de sua economia interna.
Fonte: Lei Orgânica do Município de Mondaí/SC
A função de executar, controlar e gerir o seu orçamento próprio em função de sua estrutura, administração e serviços auxiliares, refere-se à:
Fonte: Lei Orgânica do Município de Mondaí/SC
A função de executar, controlar e gerir o seu orçamento próprio em função de sua estrutura, administração e serviços auxiliares, refere-se à:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Razões pelas quais pessoas dormiam em armários
na Idade Média
Em um museu em Wick, no extremo norte da Escócia,
existe um objeto em exibição com a aparência de um
armário de pinho particularmente grande.
Com duas portas grandes e malas empilhadas em cima,
ele ficaria bem adaptado a um quarto de dormir modesto.
O armário foi até montado como um móvel comum, com
várias peças que se encaixam, para ser facilmente
movido e montado novamente.
Esse armário não foi projetado para guardar camisas ou
casacos. Seu lado interno não tem cabides, nem
prateleiras.
Trata-se de uma cama-armário, projetada para as
pessoas dormirem no seu interior.
A cama-armário foi surpreendentemente popular em toda
a Europa entre a era medieval e o início do século 20.
Esses móveis pesados são exatamente o que você
imagina: uma caixa de madeira contendo uma cama.
Algumas camas-armário eram simples e modestas −
apenas caixas básicas de madeira. Outras eram
detalhadamente decoradas, com laterais pintadas,
revestidas ou entalhadas.
Muitas vezes, os armários tinham portas que se
fechavam para fornecer escuridão à pessoa que ali
dormia. Outros tinham uma pequena janela com cortinas.
Os mais sofisticados possuíam diversos outros usos e
incluíam gavetas e um assento na base.
Por séculos, sonolentos agricultores, peixeiros e até
membros da nobreza se esgueiravam todas as noites
para essas confortáveis tocas de madeira e se fechavam
ali dentro para dormir.
As camas-armário eram móveis versáteis. Muitas vezes,
elas eram usadas como quartos de dormir em miniatura
— lugares sobressalentes para as pessoas dormirem
quando não havia espaço suficiente.
Em um caso de 1890, uma família que morava nos
planaltos escoceses era grande demais para sua casa
de um dormitório. Por isso, alguns de seus membros
dormiam em uma cama-armário no celeiro, entre os cães
e os cavalos, segundo a organização histórica Wick
Society.
Também era comum usar as camas-armário para abrigar
trabalhadores migrantes em algumas regiões, como os
limpadores de peixe que viajavam para a região de Wick
durante a estação de pesca do arenque. Nessas
ocasiões, cinco ou seis pessoas costumavam
compartilhar a mesma cama.
Na verdade, compartilhar uma cama-armário com
familiares ou colegas de trabalho não era algo incomum.
Algumas tinham orifícios de ventilação, mas agrupar
muitas pessoas em um ambiente tão fechado gerava
riscos de asfixia. Um conto francês do século 13 fala de
uma mulher que escondeu três convidados secretos
dentro de uma cama e eles morreram no seu interior
abafado.
Mas havia outro benefício nesses caixões usados para
dormir: o aquecimento.
Sem os sistemas modernos de aquecimento ou
isolamento, os quartos de dormir podiam ser literalmente
congelantes no inverno − tão frios que era prática comum
ir para a cama usando um chapéu, expondo apenas o
rosto. E o clima era significativamente mais frio naquela
época.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
c6p90n6p3edo.adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Razões pelas quais pessoas dormiam em armários
na Idade Média
Em um museu em Wick, no extremo norte da Escócia,
existe um objeto em exibição com a aparência de um
armário de pinho particularmente grande.
Com duas portas grandes e malas empilhadas em cima,
ele ficaria bem adaptado a um quarto de dormir modesto.
O armário foi até montado como um móvel comum, com
várias peças que se encaixam, para ser facilmente
movido e montado novamente.
Esse armário não foi projetado para guardar camisas ou
casacos. Seu lado interno não tem cabides, nem
prateleiras.
Trata-se de uma cama-armário, projetada para as
pessoas dormirem no seu interior.
A cama-armário foi surpreendentemente popular em toda
a Europa entre a era medieval e o início do século 20.
Esses móveis pesados são exatamente o que você
imagina: uma caixa de madeira contendo uma cama.
Algumas camas-armário eram simples e modestas −
apenas caixas básicas de madeira. Outras eram
detalhadamente decoradas, com laterais pintadas,
revestidas ou entalhadas.
Muitas vezes, os armários tinham portas que se
fechavam para fornecer escuridão à pessoa que ali
dormia. Outros tinham uma pequena janela com cortinas.
Os mais sofisticados possuíam diversos outros usos e
incluíam gavetas e um assento na base.
Por séculos, sonolentos agricultores, peixeiros e até
membros da nobreza se esgueiravam todas as noites
para essas confortáveis tocas de madeira e se fechavam
ali dentro para dormir.
As camas-armário eram móveis versáteis. Muitas vezes,
elas eram usadas como quartos de dormir em miniatura
— lugares sobressalentes para as pessoas dormirem
quando não havia espaço suficiente.
Em um caso de 1890, uma família que morava nos
planaltos escoceses era grande demais para sua casa
de um dormitório. Por isso, alguns de seus membros
dormiam em uma cama-armário no celeiro, entre os cães
e os cavalos, segundo a organização histórica Wick
Society.
Também era comum usar as camas-armário para abrigar
trabalhadores migrantes em algumas regiões, como os
limpadores de peixe que viajavam para a região de Wick
durante a estação de pesca do arenque. Nessas
ocasiões, cinco ou seis pessoas costumavam
compartilhar a mesma cama.
Na verdade, compartilhar uma cama-armário com
familiares ou colegas de trabalho não era algo incomum.
Algumas tinham orifícios de ventilação, mas agrupar
muitas pessoas em um ambiente tão fechado gerava
riscos de asfixia. Um conto francês do século 13 fala de
uma mulher que escondeu três convidados secretos
dentro de uma cama e eles morreram no seu interior
abafado.
Mas havia outro benefício nesses caixões usados para
dormir: o aquecimento.
Sem os sistemas modernos de aquecimento ou
isolamento, os quartos de dormir podiam ser literalmente
congelantes no inverno − tão frios que era prática comum
ir para a cama usando um chapéu, expondo apenas o
rosto. E o clima era significativamente mais frio naquela
época.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
c6p90n6p3edo.adaptado.
'Trata-se de uma cama-armário', projetada para as pessoas dormirem no seu interior.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Razões pelas quais pessoas dormiam em armários
na Idade Média
Em um museu em Wick, no extremo norte da Escócia,
existe um objeto em exibição com a aparência de um
armário de pinho particularmente grande.
Com duas portas grandes e malas empilhadas em cima,
ele ficaria bem adaptado a um quarto de dormir modesto.
O armário foi até montado como um móvel comum, com
várias peças que se encaixam, para ser facilmente
movido e montado novamente.
Esse armário não foi projetado para guardar camisas ou
casacos. Seu lado interno não tem cabides, nem
prateleiras.
Trata-se de uma cama-armário, projetada para as
pessoas dormirem no seu interior.
A cama-armário foi surpreendentemente popular em toda
a Europa entre a era medieval e o início do século 20.
Esses móveis pesados são exatamente o que você
imagina: uma caixa de madeira contendo uma cama.
Algumas camas-armário eram simples e modestas −
apenas caixas básicas de madeira. Outras eram
detalhadamente decoradas, com laterais pintadas,
revestidas ou entalhadas.
Muitas vezes, os armários tinham portas que se
fechavam para fornecer escuridão à pessoa que ali
dormia. Outros tinham uma pequena janela com cortinas.
Os mais sofisticados possuíam diversos outros usos e
incluíam gavetas e um assento na base.
Por séculos, sonolentos agricultores, peixeiros e até
membros da nobreza se esgueiravam todas as noites
para essas confortáveis tocas de madeira e se fechavam
ali dentro para dormir.
As camas-armário eram móveis versáteis. Muitas vezes,
elas eram usadas como quartos de dormir em miniatura
— lugares sobressalentes para as pessoas dormirem
quando não havia espaço suficiente.
Em um caso de 1890, uma família que morava nos
planaltos escoceses era grande demais para sua casa
de um dormitório. Por isso, alguns de seus membros
dormiam em uma cama-armário no celeiro, entre os cães
e os cavalos, segundo a organização histórica Wick
Society.
Também era comum usar as camas-armário para abrigar
trabalhadores migrantes em algumas regiões, como os
limpadores de peixe que viajavam para a região de Wick
durante a estação de pesca do arenque. Nessas
ocasiões, cinco ou seis pessoas costumavam
compartilhar a mesma cama.
Na verdade, compartilhar uma cama-armário com
familiares ou colegas de trabalho não era algo incomum.
Algumas tinham orifícios de ventilação, mas agrupar
muitas pessoas em um ambiente tão fechado gerava
riscos de asfixia. Um conto francês do século 13 fala de
uma mulher que escondeu três convidados secretos
dentro de uma cama e eles morreram no seu interior
abafado.
Mas havia outro benefício nesses caixões usados para
dormir: o aquecimento.
Sem os sistemas modernos de aquecimento ou
isolamento, os quartos de dormir podiam ser literalmente
congelantes no inverno − tão frios que era prática comum
ir para a cama usando um chapéu, expondo apenas o
rosto. E o clima era significativamente mais frio naquela
época.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
c6p90n6p3edo.adaptado.
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Razões pelas quais pessoas dormiam em armários
na Idade Média
Em um museu em Wick, no extremo norte da Escócia,
existe um objeto em exibição com a aparência de um
armário de pinho particularmente grande.
Com duas portas grandes e malas empilhadas em cima,
ele ficaria bem adaptado a um quarto de dormir modesto.
O armário foi até montado como um móvel comum, com
várias peças que se encaixam, para ser facilmente
movido e montado novamente.
Esse armário não foi projetado para guardar camisas ou
casacos. Seu lado interno não tem cabides, nem
prateleiras.
Trata-se de uma cama-armário, projetada para as
pessoas dormirem no seu interior.
A cama-armário foi surpreendentemente popular em toda
a Europa entre a era medieval e o início do século 20.
Esses móveis pesados são exatamente o que você
imagina: uma caixa de madeira contendo uma cama.
Algumas camas-armário eram simples e modestas −
apenas caixas básicas de madeira. Outras eram
detalhadamente decoradas, com laterais pintadas,
revestidas ou entalhadas.
Muitas vezes, os armários tinham portas que se
fechavam para fornecer escuridão à pessoa que ali
dormia. Outros tinham uma pequena janela com cortinas.
Os mais sofisticados possuíam diversos outros usos e
incluíam gavetas e um assento na base.
Por séculos, sonolentos agricultores, peixeiros e até
membros da nobreza se esgueiravam todas as noites
para essas confortáveis tocas de madeira e se fechavam
ali dentro para dormir.
As camas-armário eram móveis versáteis. Muitas vezes,
elas eram usadas como quartos de dormir em miniatura
— lugares sobressalentes para as pessoas dormirem
quando não havia espaço suficiente.
Em um caso de 1890, uma família que morava nos
planaltos escoceses era grande demais para sua casa
de um dormitório. Por isso, alguns de seus membros
dormiam em uma cama-armário no celeiro, entre os cães
e os cavalos, segundo a organização histórica Wick
Society.
Também era comum usar as camas-armário para abrigar
trabalhadores migrantes em algumas regiões, como os
limpadores de peixe que viajavam para a região de Wick
durante a estação de pesca do arenque. Nessas
ocasiões, cinco ou seis pessoas costumavam
compartilhar a mesma cama.
Na verdade, compartilhar uma cama-armário com
familiares ou colegas de trabalho não era algo incomum.
Algumas tinham orifícios de ventilação, mas agrupar
muitas pessoas em um ambiente tão fechado gerava
riscos de asfixia. Um conto francês do século 13 fala de
uma mulher que escondeu três convidados secretos
dentro de uma cama e eles morreram no seu interior
abafado.
Mas havia outro benefício nesses caixões usados para
dormir: o aquecimento.
Sem os sistemas modernos de aquecimento ou
isolamento, os quartos de dormir podiam ser literalmente
congelantes no inverno − tão frios que era prática comum
ir para a cama usando um chapéu, expondo apenas o
rosto. E o clima era significativamente mais frio naquela
época.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
c6p90n6p3edo.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Razões pelas quais pessoas dormiam em armários
na Idade Média
Em um museu em Wick, no extremo norte da Escócia,
existe um objeto em exibição com a aparência de um
armário de pinho particularmente grande.
Com duas portas grandes e malas empilhadas em cima,
ele ficaria bem adaptado a um quarto de dormir modesto.
O armário foi até montado como um móvel comum, com
várias peças que se encaixam, para ser facilmente
movido e montado novamente.
Esse armário não foi projetado para guardar camisas ou
casacos. Seu lado interno não tem cabides, nem
prateleiras.
Trata-se de uma cama-armário, projetada para as
pessoas dormirem no seu interior.
A cama-armário foi surpreendentemente popular em toda
a Europa entre a era medieval e o início do século 20.
Esses móveis pesados são exatamente o que você
imagina: uma caixa de madeira contendo uma cama.
Algumas camas-armário eram simples e modestas −
apenas caixas básicas de madeira. Outras eram
detalhadamente decoradas, com laterais pintadas,
revestidas ou entalhadas.
Muitas vezes, os armários tinham portas que se
fechavam para fornecer escuridão à pessoa que ali
dormia. Outros tinham uma pequena janela com cortinas.
Os mais sofisticados possuíam diversos outros usos e
incluíam gavetas e um assento na base.
Por séculos, sonolentos agricultores, peixeiros e até
membros da nobreza se esgueiravam todas as noites
para essas confortáveis tocas de madeira e se fechavam
ali dentro para dormir.
As camas-armário eram móveis versáteis. Muitas vezes,
elas eram usadas como quartos de dormir em miniatura
— lugares sobressalentes para as pessoas dormirem
quando não havia espaço suficiente.
Em um caso de 1890, uma família que morava nos
planaltos escoceses era grande demais para sua casa
de um dormitório. Por isso, alguns de seus membros
dormiam em uma cama-armário no celeiro, entre os cães
e os cavalos, segundo a organização histórica Wick
Society.
Também era comum usar as camas-armário para abrigar
trabalhadores migrantes em algumas regiões, como os
limpadores de peixe que viajavam para a região de Wick
durante a estação de pesca do arenque. Nessas
ocasiões, cinco ou seis pessoas costumavam
compartilhar a mesma cama.
Na verdade, compartilhar uma cama-armário com
familiares ou colegas de trabalho não era algo incomum.
Algumas tinham orifícios de ventilação, mas agrupar
muitas pessoas em um ambiente tão fechado gerava
riscos de asfixia. Um conto francês do século 13 fala de
uma mulher que escondeu três convidados secretos
dentro de uma cama e eles morreram no seu interior
abafado.
Mas havia outro benefício nesses caixões usados para
dormir: o aquecimento.
Sem os sistemas modernos de aquecimento ou
isolamento, os quartos de dormir podiam ser literalmente
congelantes no inverno − tão frios que era prática comum
ir para a cama usando um chapéu, expondo apenas o
rosto. E o clima era significativamente mais frio naquela
época.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
c6p90n6p3edo.adaptado.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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