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Segundo a Lei Complementar nº 018, de 28/11/2006 de
Mondaí/SC, as competências de:
Planejar as atividades do gabinete.
Promover e supervisionar a execução das atividades de defesa civil a cargo do Município.
Promover e acompanhar a execução dos serviços de ouvidoria municipal sob responsabilidade da Prefeitura.
São cometidas ao:
Planejar as atividades do gabinete.
Promover e supervisionar a execução das atividades de defesa civil a cargo do Município.
Promover e acompanhar a execução dos serviços de ouvidoria municipal sob responsabilidade da Prefeitura.
São cometidas ao:
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Entre os itens abaixo, citamos algumas das funções que,
segundo a Lei Orgânica de Mondaí/SC, competem
privativamente ao Prefeito. Analise-os:
I. Representar o Município em juízo e fora dele.
II. Cobrar, anualmente, da Câmara Municipal, dentro do prazo legal, as contas do Município referentes ao exercício anterior.
III. Prover e extinguir os cargos, os empregos e as funções dos setores públicos e privados do município, na forma de Lei.
IV. Vetar projetos de leis, total ou parcialmente.
Estão corretos os itens:
I. Representar o Município em juízo e fora dele.
II. Cobrar, anualmente, da Câmara Municipal, dentro do prazo legal, as contas do Município referentes ao exercício anterior.
III. Prover e extinguir os cargos, os empregos e as funções dos setores públicos e privados do município, na forma de Lei.
IV. Vetar projetos de leis, total ou parcialmente.
Estão corretos os itens:
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3735173
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Provas:
Em junho de 2025, os Estados Unidos da América (EUA)
lançaram a Operação "Midnight Hammer", um ataque
aéreo coordenado visando três instalações nucleares
iranianas − Fordow, Natanz e Isfahan −, utilizando
bombardeiros B-2, mísseis Tomahawk e ogivas
penetrantes. Esse ataque, segundo fontes oficiais,
causou "danos extremos" e foi considerado um sucesso tático. No entanto, o incidente elevou as tensões no
Oriente Médio e teve repercussões imediatas no
mercado global.
Sobre os impactos dessa ação militar dos EUA, é correto afirmar:
Sobre os impactos dessa ação militar dos EUA, é correto afirmar:
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3735172
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Provas:
Na tentativa de garantir a estabilidade e o sucesso da
nova colônia, que dava início à formação de Mondaí/SC,
o diretor Hermann Faulhaber estabeleceu alianças
estratégicas com personagens influentes da região. Uma
dessas ações visava não apenas evitar conflitos, mas
também aproveitar o conhecimento local no processo de
abertura de estradas. Com base nesse contexto,
assinale a alternativa correta.
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De acordo com Regime Jurídico Único dos Servidores
Públicos Municipais de Mondaí/SC, extinto o cargo ou
declarada sua desnecessidade, o servidor estável:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
"Alguns preferem chaveiros multifuncionais: canivete, abridor de garrafas, até saca-rolhas. Outros são nostálgicos — guardam bonecos antigos, lembranças de infância. E há os que optam por palavras sentimentais, como 'te amo' e 'gratidão', pequenos afetos silenciosos."
Com base na norma culta da Língua Portuguesa e na função dos sinais de pontuação, assinale a alternativa que apresenta a análise correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
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