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Foram encontradas 35 questões.

3735175 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Segundo a Lei Complementar nº 018, de 28/11/2006 de Mondaí/SC, as competências de:

Planejar as atividades do gabinete.
Promover e supervisionar a execução das atividades de defesa civil a cargo do Município.
Promover e acompanhar a execução dos serviços de ouvidoria municipal sob responsabilidade da Prefeitura.

São cometidas ao:
 

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3735174 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Entre os itens abaixo, citamos algumas das funções que, segundo a Lei Orgânica de Mondaí/SC, competem privativamente ao Prefeito. Analise-os:

I. Representar o Município em juízo e fora dele.
II. Cobrar, anualmente, da Câmara Municipal, dentro do prazo legal, as contas do Município referentes ao exercício anterior.
III. Prover e extinguir os cargos, os empregos e as funções dos setores públicos e privados do município, na forma de Lei.
IV. Vetar projetos de leis, total ou parcialmente.

Estão corretos os itens:
 

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Em junho de 2025, os Estados Unidos da América (EUA) lançaram a Operação "Midnight Hammer", um ataque aéreo coordenado visando três instalações nucleares iranianas − Fordow, Natanz e Isfahan −, utilizando bombardeiros B-2, mísseis Tomahawk e ogivas penetrantes. Esse ataque, segundo fontes oficiais, causou "danos extremos" e foi considerado um sucesso tático. No entanto, o incidente elevou as tensões no Oriente Médio e teve repercussões imediatas no mercado global.

Sobre os impactos dessa ação militar dos EUA, é correto afirmar:
 

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Na tentativa de garantir a estabilidade e o sucesso da nova colônia, que dava início à formação de Mondaí/SC, o diretor Hermann Faulhaber estabeleceu alianças estratégicas com personagens influentes da região. Uma dessas ações visava não apenas evitar conflitos, mas também aproveitar o conhecimento local no processo de abertura de estradas. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
 

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3735171 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
De acordo com Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Municipais de Mondaí/SC, extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade, o servidor estável:
 

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3735170 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite: pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha símbolos místicos como olho grego ou pimenta, denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem logotipos da empresa, revelando total entrega ao trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus times com orgulho, quase sempre por meio de presentes que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu — bonequinhos de Hong Kong vendidos em caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900. Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e sorriso travesso encantaram o mundo, mas também chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir virou peça escondida, símbolo do consumismo contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica. Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro, ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c haveirinho
A partir da leitura do texto de Fabrício Carpinejar sobre o chaveiro como reflexo da personalidade, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais precisa, considerando as ideias principais, secundárias e inferências possíveis.
 

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3735169 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite: pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha símbolos místicos como olho grego ou pimenta, denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem logotipos da empresa, revelando total entrega ao trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus times com orgulho, quase sempre por meio de presentes que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu — bonequinhos de Hong Kong vendidos em caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900. Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e sorriso travesso encantaram o mundo, mas também chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir virou peça escondida, símbolo do consumismo contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica. Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro, ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c haveirinho
No trecho "...presentes que reforçam sua identidade torcedora", o pronome relativo "que" introduz uma oração subordinada. Com base na análise sintática dessa oração, assinale a alternativa correta quanto à função que o termo "que" exerce no período.
 

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3735168 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite: pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha símbolos místicos como olho grego ou pimenta, denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem logotipos da empresa, revelando total entrega ao trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus times com orgulho, quase sempre por meio de presentes que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu — bonequinhos de Hong Kong vendidos em caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900. Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e sorriso travesso encantaram o mundo, mas também chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir virou peça escondida, símbolo do consumismo contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica. Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro, ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c haveirinho
No texto de Fabrício Carpinejar, a construção da coerência textual está atrelada à organização temática e à progressão semântica entre as partes, enquanto a coesão se dá por mecanismos linguísticos que estabelecem relações lógicas, temporais e referenciais. A esse respeito, assinale a alternativa que apresenta uma análise correta sobre os recursos de coerência e coesão empregados no texto.
 

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3735167 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite: pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha símbolos místicos como olho grego ou pimenta, denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem logotipos da empresa, revelando total entrega ao trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus times com orgulho, quase sempre por meio de presentes que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu — bonequinhos de Hong Kong vendidos em caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900. Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e sorriso travesso encantaram o mundo, mas também chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir virou peça escondida, símbolo do consumismo contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica. Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro, ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c haveirinho
Considere o trecho adaptado de um texto de Fabrício Carpinejar e analise as ocorrências de sinais de pontuação, com foco em seus efeitos sintáticos e estilísticos:

"Alguns preferem chaveiros multifuncionais: canivete, abridor de garrafas, até saca-rolhas. Outros são nostálgicos — guardam bonecos antigos, lembranças de infância. E há os que optam por palavras sentimentais, como 'te amo' e 'gratidão', pequenos afetos silenciosos."

Com base na norma culta da Língua Portuguesa e na função dos sinais de pontuação, assinale a alternativa que apresenta a análise correta.
 

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Questão presente nas seguintes provas
3735166 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite: pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha símbolos místicos como olho grego ou pimenta, denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem logotipos da empresa, revelando total entrega ao trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus times com orgulho, quase sempre por meio de presentes que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu — bonequinhos de Hong Kong vendidos em caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900. Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e sorriso travesso encantaram o mundo, mas também chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir virou peça escondida, símbolo do consumismo contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica. Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro, ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c haveirinho
No período "Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e sorriso travesso encantaram o mundo, mas também chamaram atenção de ladrões", assinale a alternativa correta quanto à classificação da oração "mas também chamaram atenção de ladrões".
 

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