Foram encontradas 40 questões.
Ninguém soube explicar _____ ele não apareceu ontem. Uns disseram que foi _____ estava doente; outros, não quiseram saber o ____ desse acontecimento. No fim, todos ficaram em silêncio, sem saber ao certo _____.
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O presente
Lucas encontrou Ana na praça e disse: “Este é para você, que sempre me ajuda. Ele é pequeno, mas espero que lhe traga alegria.” Ana sorriu e respondeu: “Obrigado! Eu vou cuidar bem dele.”
Com base no texto, analise as afirmativas sobre os pronomes destacados.
I - O pronome “você” é pessoal do caso reto, funcionando como sujeito da ação de receber o presente.
II - O pronome “lhe” é pronome oblíquo átono, funcionando tanto como objeto direto como objeto indireto na frase.
III - O pronome “eu” é pessoal do caso reto e funciona como sujeito da ação de cuidar do presente.
IV - O pronome “este” é demonstrativo, indicando proximidade em relação ao falante.
A alternativa correta é:
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O banco da praça
O velho banco de madeira estava desgastado pelo tempo, mas ainda era o lugar preferido de Dona Rosa. Ali, ela se sentia serena, observando as crianças que brincavam. Para ela, aquele espaço simples representava um pedaço de tranquilidade em meio à agitação da cidade.
I - A palavra “desgastado” pode ser substituída por “gasto” sem alterar o sentido do texto.
II - O antônimo da palavra “serena”, no contexto, poderia ser a palavra “agitada”.
III - O termo “tranquilidade” tem como sinônimo adequado, no texto, a palavra “calma”.
IV - A palavra “simples” pode ter como antônimo, no texto, a palavra “complicado”, sem comprometer o sentido.
Marque a opção correta:
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( ) A palavra “café” é oxítona, pois a última sílaba (fé) é a tônica.
( ) A palavra “lâmpada” é proparoxítona, pois a antepenúltima sílaba (lâm) recebe a tonicidade.
( ) A palavra “coração” é proparoxítona, porque a penúltima sílaba (ra) é a mais forte.
( ) A palavra “difícil” é paroxítona, já que a sílaba tônica recai sobre a penúltima (fí).
Marque a alternativa correta:
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Analise o trecho a seguir.
Na manhã chuvosa
Era cedo quando João abriu a janela. A chuva caía com força: plim, plim, plim no telhado, toc, toc nas vidraças, e de repente um trovão estrondou: crashhh. O menino se encolheu na cama, mas logo sorriu. Gostava daquele barulho todo, como se a natureza estivesse conversando com ele em outra língua.
No trecho acima, as expressões “plim, plim, plim”, “toc, toc” e “crashhh” exemplificam o uso da onomatopeia. Sobre a função desse recurso no texto, assinale a alternativa correta:
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Com base na charge a seguir, responda à pergunta: Qual é a mensagem principal que a charge quer transmitir ao leitor?

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Analise o texto abaixo e as afirmativas a seguir.
O passeio
Pedro planejou o passeio por semanas. Ao acordar, pensou: “Será que vai chover hoje?” — afinal, a previsão não estava clara. Decidiu, então, levar guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica para proteger os lanches. Durante o trajeto, viu crianças correndo, cachorros brincando, vendedores chamando: “Doces! Balas! Pipoca!” Pedro respirou fundo, sorriu e disse consigo mesmo: “Valeu a pena todo o planejamento.”
I - O uso do travessão em “— afinal, a previsão não estava clara” indica uma explicação adicional, e o efeito é de destaque ou comentário do narrador.
II - As reticências após “Doces! Balas! Pipoca!” seriam necessárias para indicar hesitação ou fala interrompida, mas não aparecem no texto, pois o autor quis transmitir urgência e ritmo acelerado.
III - A pontuação com vírgulas em “guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica” separa itens de uma lista, obedecendo a norma culta.
IV - Entre aspas, em “Será que vai chover hoje?”, a pontuação correta seria colocar o ponto de interrogação fora das aspas, pois ele pertence à frase narrada e não à fala de Pedro.
Marque a alternativa correta:
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Leia atentamente o texto a seguir.
O relógio da estação
Na antiga estação de trem da cidade, havia um enorme relógio pendurado bem no alto. Era ele quem marcava a rotina dos moradores: avisava a hora da partida do trem, o momento de abrir as lojas e até o de voltar para casa.
Um dia, o relógio parou. No começo, quase ninguém percebeu. Mas logo os atrasos começaram: o trem saía fora do horário, os comerciantes se confundiam, os encontros marcados perdiam-se. A cidade parecia viver em descompasso.
Quando finalmente um relojoeiro voluntário consertou o relógio, os sinos da igreja tocaram e muitos moradores se reuniram para aplaudir. Embora fosse apenas um objeto, todos compreenderam que ele simbolizava algo maior: a importância de ter um ritmo comum, que mantinha a vida da comunidade em harmonia.
No texto, o relógio é mais do que um simples objeto. O autor utiliza esse elemento para simbolizar:
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