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Foram encontradas 40 questões.

1440594 Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Relativamente aos movimentos literários e autores brasileiros, analise as assertivas abaixo:
I. José de Alencar, Raul Pompéia e Machado de Assis são representantes do Realismo.
II. As obras de Machado de Assis distribuem-se entre o Realismo e o Pré-Modernismo.
III. Lima Barreto, Euclides da Cunha e Monteiro Lobato são autores pré-modernistas.
Quais estão INCORRETAS?
 

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Considere o disposto no Plano Municipal de Educação de Monte Belo do Sul.
Em relação aos objetivos e metas do Plano Municipal de Educação, considere as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, no que se refere aos aspectos importantes no desenvolvimento integral da criança.
( ) Afetivo.
( ) Físico e motor.
( ) Psíquico e cognitivo.
( ) Moral espiritual e social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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1428726 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Segunda Fase do Modernismo
A segunda fase do modernismo, que iniciou em 1930 e terminou em 1945, é repleta de obras literárias com domínio da prova de quase absoluta!$ ^{I)} !$ ficção. Foi nesse período também que as novas formas de arte apresentadas na primeira fase do movimento começaram, de fato, a se espalhar entre os artistas, fato este que faz com que a segunda fase seja conhecida, também, pela alcunha de “Fase da Consolidação”, ou seja, os ideais modernistas passaram a ser difundidos e as suas estruturas começaram a ser edificadas na cultura do país. Nesse momento, em que o Brasil vivia sob o governo de Getúlio Vargas e o viu instituir um golpe de estado no país sob a argumentação de que o Brasil estava ameaçado de um golpe comunista!$ ^{II)} !$ (o Plano Cohen), o modernismo seguiu sendo uma referência no mundo das artes, ainda mais, pela sua consolidação como tal. É válido lembrar que essa época era de enorme turbulência para todo o mundo, visto que o planeta estava em plena época da Segunda Guerra Mundial, que terminou, justamente, em 1945, quando a segunda fase do modernismo também se encerrou.
(Fonte: http://cultura.culturamix.com/literatura/fases-do-modernismo - fragmento adaptado)
Sobre fonética, analise as afirmações que seguem:
I. No vocábulo ‘absoluta’, identifica-se o encontro consonantal bs, o qual, na pronúncia despreocupada, tende a constituir mais uma sílaba visto que ocorre a intercalação de uma vogal.
II. Dígrafo é o emprego de duas letras para a representação gráfica de um só fonema, conforme se evidencia em ‘comunista’.
III. Considerando-se que ditongo é o encontro de uma vogal e de uma semivogal, ou vice-versa, na mesma sílaba; pode-se afirmar que em ‘turbulência’ e ‘terminou’ ocorrem exemplos desse tipo de encontro.
Quais estão corretas?
 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
O título ‘A teimosia do cérebro’ é _______________ pelas informações contidas no texto.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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Considere o disposto na Lei Municipal nº 950/2009, que estabelece o Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Monte Belo Do Sul.
A carreira do magistério público municipal é constituída pelo conjunto de cargos. Nesse contexto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os cargos às suas definições.
Coluna 1
1. Professor.
2. Pedagogo.
3. Coordenador.
Coluna 2
( ) Profissional da educação com formação em curso superior de graduação ou pós-graduação para o exercício das funções de apoio pedagógico.
( ) Profissional da educação com habilitação específica para o exercício das funções docentes.
( ) Profissional da educação com formação em curso superior de graduação ou pós-graduação em pedagogia, com habilitação específica para o exercício das funções de apoio técnico-pedagógico à docência, indicadas pelo art. 64 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
Sobre os vocábulos acentuados e destacados no texto, analise as assertivas que seguem:
I. Há dois monossílabos tônicos acentuados.
II. O vocábulo ‘útil’, ao ser pluralizado, perde o acento gráfico.
III. A palavra ‘raciocínio’ é acentuada em virtude da regra de acentuação dos hiatos, que determina o acento gráfico sobre as vogais i e u.
Quais estão corretas?
 

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Considere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Os conteúdos curriculares da educação básica observarão as seguintes diretrizes:
I. A difusão de valores essenciais ao interesse político, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem.
II. Consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento.
III. Orientação para trabalhos acadêmicos.
IV. Promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não formais.
Quais estão INCORRETAS?
 

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De acordo com a Resolução nº 04/2010, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, no Ensino Fundamental será destinado, pelo menos, ____ do total da carga horária anual ao conjunto de programas e projetos interdisciplinares eletivos criados pela escola, previsto no projeto pedagógico, de modo que os estudantes possam escolher com que se identifiquem e que lhes permitam melhor lidar com o conhecimento e a experiência.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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Considere as teorias de Vasconcellos sobre Planejamento Escolar.
O educador pode colaborar para a ação significativa do educando, procurando interagir com ele na:
I. Criação da necessidade.
II. Geração da finalidade.
III. Elaboração do plano de ação.
Quais estão corretas?
 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
A substituição do vocábulo ‘o’ (segunda ocorrência) por alguns:
I. Não provocaria alteração de sentido nem necessidade de ajustes na estrutura frasal.
II. Provocaria a necessidade de alteração de outros quatro vocábulos visando à correção gramatical do período.
III. Provocaria alteração de sentido bem como a necessidade de ajustes na frase.
Quais estão INCORRETAS?
 

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