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Foram encontradas 50 questões.

3288280 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC
Revolucionária brasileira nascida no estado de Santa Catarina, que ficou marcada na história pelo seu envolvimento na Guerra dos Farrapos e na Unificação Italiana. A descrição refere-se à:
 

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3288279 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC
Qual é a flor símbolo de Santa Catarina?
 

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3288278 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC
O município de Monte Castelo faz limite com quais outros municípios?
 

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3288277 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC
Com base em dados do site da prefeitura municipal de Monte Castelo, qual é o principal rio do município?
 

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3288276 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC
A colonização do município de Monte Castelo iniciou-se por volta do ano de 1807, quando havia tráfego regular dos tropeiros pela Estrada das Tropas, entre _______________ e _______________. Nessa época, foi construída, por João da Silva Machado, conhecido como Barão de Antonina, uma pequena capela na localidade de Rodeio Grande, distante 8 Km do local onde nasceria a comunidade de Rio das Antas.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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3288275 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC

Nem sempre é amor

Por Fabrício Carpinejar

Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço

específico: quando não consegue terminar o relacionamento.

Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.

Mas não é querer terminar, é poder terminar.

Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de

permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.

A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.

A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você

continua na relação.

A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.

Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é

obsessão.

Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.

Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.

Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita

qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,

ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus

se o outro pisar na bola.

Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições

de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.

Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com

quem se revela egoísta.

O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.

Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo

receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego da vírgula, analise as assertivas a seguir:


I. Na linha 07, a vírgula hachurada separa um adjunto adverbial deslocado.

II. Na linha 08, a vírgula hachurada separa orações coordenadas.

III. Na linha 17, as quatro ocorrências da vírgula separam uma sequência de termos.


Quais estão corretas?
 

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3288274 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC

Nem sempre é amor

Por Fabrício Carpinejar

Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço

específico: quando não consegue terminar o relacionamento.

Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.

Mas não é querer terminar, é poder terminar.

Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de

permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.

A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.

A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você

continua na relação.

A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.

Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é

obsessão.

Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.

Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.

Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita

qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,

ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus

se o outro pisar na bola.

Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições

de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.

Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com

quem se revela egoísta.

O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.

Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo

receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir corretamente o termo “em que” na linha 16.
 

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3288273 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC

Nem sempre é amor

Por Fabrício Carpinejar

Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço

específico: quando não consegue terminar o relacionamento.

Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.

Mas não é querer terminar, é poder terminar.

Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de

permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.

A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.

A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você

continua na relação.

A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.

Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é

obsessão.

Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.

Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.

Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita

qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,

ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus

se o outro pisar na bola.

Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições

de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.

Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com

quem se revela egoísta.

O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.

Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo

receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “graúdo” (l. 11):


I. Trata-se de um adjetivo variável em gênero e número.

II. Na situação de ocorrência do texto, tem a função sintática de predicativo do sujeito.

III. A palavra poderia ser substituída por “importante” sem alteração do sentido original do texto.


Quais estão corretas?
 

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Questão presente nas seguintes provas
3288272 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC

Nem sempre é amor

Por Fabrício Carpinejar

Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço

específico: quando não consegue terminar o relacionamento.

Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.

Mas não é querer terminar, é poder terminar.

Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de

permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.

A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.

A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você

continua na relação.

A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.

Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é

obsessão.

Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.

Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.

Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita

qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,

ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus

se o outro pisar na bola.

Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições

de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.

Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com

quem se revela egoísta.

O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.

Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo

receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que pode substituir corretamente o vocábulo “contrapartida” (l. 19) sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre.
 

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Questão presente nas seguintes provas
3288271 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Castelo-SC

Nem sempre é amor

Por Fabrício Carpinejar

Nem sempre é amor. Às vezes, é obsessão. Você percebe que é obsessão por um traço

específico: quando não consegue terminar o relacionamento.

Parece estranho concluir isso, até porque você nunca se envolve pensando em se separar.

Mas não é querer terminar, é poder terminar.

Na obsessão, você perde o livre-arbítrio, a escolha, o senso de medida, a condicional de

permanecer numa convivência de acordo com a sua felicidade.

A outra pessoa mentiu, e você persiste na relação.

A outra pessoa quebrou sua confiança, pegou dinheiro emprestado, não devolveu, e você

continua na relação.

A outra pessoa foi infiel, e você prossegue na relação.

Nunca se separa, nada faz você se separar, nenhum motivo é graúdo o suficiente — é

obsessão.

Você se submete a uma dependência em torno de um único objetivo: manter-se junto.

Não importa o que aconteça, jamais prepara as malas.

Quando é amor, você não sente medo de terminar. Não aceita ser maltratado. Não aceita

qualquer coisa. Não aceita uma partilha em que você tem o que não merece. Não aceita gritos,

ordens, brigas, discussões, pressão, ataque gratuito de ciúme. Vai exigir o melhor. Dará adeus

se o outro pisar na bola.

Se você é afetuoso, se você se faz presente, e não há contrapartida, não verá condições

de seguir adiante. Fechará a conta, a porta.

Você não jogará seu tempo e sua juventude fora com quem está pela metade ou com

quem se revela egoísta.

O amor melhora você para todos, não somente para a parte interessada.

Preso na teia da obsessão, você adia o fim, não é capaz de encerrar o ciclo de perdas. Pelo

receio de morrer sozinho, desperdiça a sua vida com as piores companhias.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/nem-sempre-e-amorclv6pwbnc01yh013wgm0eniiq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:


I. Para o autor, a incapacidade de sair de um relacionamento pode tratar-se de uma obsessão e não de amor.

II. Pessoas dependentes visam apenas à manutenção de um relacionamento, sem que nada as faça abandoná-lo.

III. Para o autor, o amor faz com que o fim seja adiado, para que ninguém se sinta solitário.


Quais estão corretas?
 

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