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Foram encontradas 1.348 questões.

3401925 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Sobre a síndrome do intestino irritável, avalie as assertivas a seguir:

I- É clínico o diagnóstico, e a doença é tipicamente recidivante e crônica.

II- Não tem indicação de sorologia no caso de doença celíaca, para um diagnóstico diferencial.

III- Estão sempre presentes a dor e a distensão abdominal, juntamente com a constipação intestinal.

IV- Podem ser utilizados antiespasmódicos no tratamento.

V- Atinge todas as faixas etárias, mas com predomínio em adultos jovens (25 a 40 anos) e no sexo feminino.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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3401924 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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LAF, sexo feminino de 4 anos é atendida por quadro de febre alta diária há quatro semanas, geralmente um pico à noite. Refere dores nas pernas durante a febre, exantema discreto em tronco e membros superiores, dor, edema e calor em joelho direito com início há uma semana. Ao exame, apresenta-se bem, afebril no momento da consulta, mas com aumento significativo do joelho direito, com calor e dor à palpação. Presença de adenomegalia cervical, axilar e inguinal bilateral e hepatoesplenomegalia discreta. Restante do exame normal. Qual dos diagnósticos a seguir é o mais provável?

 

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3401923 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Um paciente do sexo masculino, 48 anos, casado, tabagista, caminhoneiro, apresenta hipertensão arterial sistêmica não controlada, pré-diabetes e obesidade. A esposa relata história de sono agitado, ronco alto e contínuo e apneias observadas durante o sono que pioram em decúbito dorsal nos últimos 10 anos. Os sintomas se intensificaram há dois anos após ganho ponderal de aproximadamente 12 kg. O paciente relata sensação de sono não reparador com sonolência diurna excessiva (SDE), já tendo, inclusive, história de acidente automobilístico por cochilar ao volante. Ao realizar exame físico, apresenta pressão arterial de 160/98 mmHg, índice de massa corporal (IMC) de 35,2 kg/m2, circunferência cervical de 44 cm, cavidade oral com classificação de Mallampati modificado IV, tonsilas grau II, úvula alongada e hiperemiada. Nas auscultascardíaca e pulmonar e no exame abdominal, não são verificadas alterações relevantes. A aplicação da escala de sonolência de Epworth (ESS) evidencia 18/24 pontos (indicativa de sonolência: acima de 10 pontos). Não são observadas alterações no raio X de tórax e na espirometria. A partir do ecocardiograma Doppler e fluxo a cores transtorácico, constatam-se achados sugestivos de cardiopatiahipertensiva. Os exames de laboratório possibilitam a verificação de glicemia limítrofe, hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia. As provas de função da tireoide estão dentro dos limites da normalidade. Submeteu-se à polissonografia com o seguinte resultado: I.A.H = 43 eventos / h, queda da saturação de 65%.

Disponível em: https://www.medicinanet.com.br/categorias/casos.htm. Acesso em 15 ago. 2024.

De acordo com a classificação da gravidade da Apnéia Obstrutiva do Sono (AOS), qual a indicação de tratamento?

 

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3401922 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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RAT, sexo feminino, portadora de artrite reumatoide, com látex positivo, apresentando linfonodomegalia, febre, esplenomegalia, neutropenia, ferritina: 130 ug/l e trombocitopenia. Qual o diagnóstico da paciente nesse momento?

 

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3401921 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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O ponto essencial que o médico homeopata jamais deverá perder de vista é que as curas perfeitas não são obtidas pela ação direta e material do medicamento, mas, bem ao contrário, pela ação salutar da própria força medicatriz do organismo contra a enfermidade. Diante disso, é CORRETO afirmar:

 

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3401920 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Paciente do sexo masculino; 60 anos; branco, procurou UBS (Unidade Básica de Saúde), apresentando há três meses quadro de disfagia; astenia e dispneia. Paciente relata que há dez dias apresentou disfonia, bem como piora da disfagia, astenia e dispneia. Alega emagrecimento de 15 kg nos últimos três meses. Aponta não haver fatores de melhora ou piora para a disfonia. Destaca alimentos sólidos, como fator de piora para a disfagia, sem fatores de melhora; repouso como fator de melhora para a astenia e atividades diárias, a exemplo de subir escadas, como fator de piora. Além disso, relata repouso como fator de melhora para dispneia e atividades, como caminhada por curto tempo, como fatores de piora. Nega uso de medicamentos. Nega doenças prévias e alergias. Refere ainda que trabalhou por 30 anos em indústria metalúrgica, e ser tabagista há 40 anos, com carga tabágica de 80 maços/ano. Relata que irmão teve câncer, o qual não sabe especificar. Ao exame físico, o paciente encontrava-se em regular estado geral, fácies atípica, lúcido e orientado em tempo e espaço, acianótico, anictérico, hidratado, eupneico (F.R = 18 irm), normocárdico (F.C = 80 bpm) e normotenso (120 x 80 mmHg), disfonia. Linfonodomegalia, palpável em linfonodos supraclaviculares. Aparelho respiratório com murmúrio vesicular diminuído, classificado como sibilo, com ruídos adventícios. Aparelho cardiovascular com bulhas rítmicas normofonéticas em 2 tempos, sem desdobramentos ou sopros. Abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, fígado e baço não palpáveis e indolor à palpação superficial e profunda. A radiografia de tórax: um nódulo pulmonar espiculado com 3,0 cm de diâmetro em campo pulmonar superior esquerdo. Foi encaminhado para o hospital da cidade, realizou T.C de tórax: uma imagem nodular espiculada, densa, em bronquio fonte esquerdo e com estriações em direção à pleura, sendo, em seguida, feita a broncoscopia para biópsia. O resultado da biópsia constatou o diagnóstico de neoplasia pulmonar, do tipo células não pequenas. Logo após, realizou-se cintilografia óssea e ressonância nuclear magnética do cérebro para o estadiamento da doença, os quais comprovaram metástase em linfonodos supraclaviculares, chegou-se ao diagnóstico de neoplasia pulmonar, do tipo células não pequenas, estádio III B.

Disponível em: https://sanarmed.com/resumos-cancer-de-pulmao-ligas. Acesso em: 15 ago. 2024.

De acordo com o tipo histológico e com o estádio da neoplasia diagnosticada, qual a conduta preconizada?

 

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3401919 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Qual patologia geralmente acompanha a rizartrose?

 

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3401918 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Paciente de 40 anos, do sexo feminino, com diagnóstico de HAPI desde 1994, apresentava dispnéia aos esforços moderados (classe funcional II/ New York Heart Association). O ecocardiograma estimou a pressão sistólica da artéria pulmonar em 126 mmHg e revelou dilatação e disfunção de ventrículo direito significativas, sem acometimento de câmaras esquerdas. O cateterismo cardíaco direito associado à arteriografia pulmonar não evidenciaram falhas de enchimento compatíveis com HPTEPC e confirmaram os níveis pressóricos na circulação pulmonar. A cintilografia ventilação/perfusão revelou captação homogênea do radiofármaco no mapeamento de perfusão. Iniciou-se tratamento não específico com digitálico e anticoagulação. Em abril de 2004, apresentou piora funcional progressiva, chegando à classe funcional IV. A angiotomografia de tórax evidenciou trombos parietais excêntricos, de predomínio no tronco da artéria pulmonar (dos ramos principais até os ramos sub-segmentares, bilateralmente), com calcificações periféricas aos trombos. Apresentava ainda padrão de perfusão em mosaico no parênquima pulmonar e dilatação de artérias brônquicas. A investigação para trombose venosa profunda e trombofilias resultou negativa. Apesar da piora de classe funcional, a distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos (TC6) — usado para avaliar a capacidade funcional — foi de 414 m; dissociação essa já descrita para pacientes com HAPI. A paciente permaneceu todo o período de tratamento adequadamente anticoagulada. As imagens tomográficas eram totalmente compatíveis com o diagnóstico de HPTEPC. Foi iniciado tratamento com sildenafila 75 mg/dia. Houve ótima resposta clínica e retorno, após algumas semanas, à classe funcional II. Outro cateterismo cardíaco direito, realizado em julho de 2007, evidenciou pequena queda do débito cardíaco e manutenção dos níveis pressóricos, em relação ao realizado na ocasião do diagnóstico de HAPI. A paciente se mantém em classe funcional II, com distância percorrida no TC6 de 404 m.

Extraído da revista J Bras Pneumol. 2008; 34(7): 532-536.

Analisando o caso clínico descrito, diagnosticado com Hipertensão Tromboembólica Pulmonar Crônica HPTEPC, a conduta terapêutica adotada foi correta ou não?

 

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3401917 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Tendo em vista os exames de imagem de mama, analise o caso clínico a seguir.

Caso clínico:

Paciente de 42 anos realiza mamografia pela primeira vez, com achado de assimetria focal no quadrante superolateral (QSL) da mama direita, tendo recebido categoria 0 (zero) do BIRADS, com sugestão de complementação com ultrassonografia. Ao realizar a ultrassonografia de mamas não houve correspondência ecográfica da referida assimetria.

Sobre o caso clínico apresentado, é CORRETO afirmar que:

 

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3401916 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Montes Claros-MG
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Paciente feminina, 46 anos, apresentava história de asma de difícil controle iniciada ainda na infância, com quatro anos de idade, necessitando seguidamente recorrer às emergências hospitalares, com várias internações pelas crises asmáticas desencadeadas por sinusite e atopia severa. Na história médica pregressa, a paciente relatava sinusite de repetição com gotejamento pós-nasal, hipertensão arterial sistêmica há dezenove anos e um episódio de acidente vascular cerebral há nove anos, com pequeno déficit focal remanescente à esquerda. Iniciou há três anos com artralgias em joelhos, cotovelos e punhos, artrite de mãos (interfalangianas proximais) e mialgias. História de alergia a várias medicações com desenvolvimento de rash cutâneo, boncoespasmo e dois episódios de parada respiratória decorrente do uso de uma das medicações. Relatava três internações prévias nos últimos 12 meses. Medicações em uso: salmeterol/ fluticasona 50/500 mcg inalatória, fluticasona nasal 50, salbutamol spray 100 mcg via inalatória quando necessário, captopril 25 mg, e prednisona 40 mg via oral por cinco dias nas crises de asma. Ao exame físico:I.M.C = 31, corada, eupneica, leve desvio da comissura labial, ausculta cardíaca normal, ausculta pulmonar com sibilos inspiratórios, enrijecimento articular, nodulações e desconforto em membros inferiores. O teste de função pulmonar evidenciava um distúrbio ventilatório obstrutivo moderado com variação significativa ao uso do broncodilatador. As radiografias dos seios da face demonstravam importante espessamento do revestimento mucoso dos seios maxilares e células etmoidais e radiografia do tórax normal. Hematócrito 40%, hemoglobina 13,1 g/dl, 10.600 leucócitos com 1.342 eosinófilos/mm3, 316.000 plaquetas/mm3, IgE total de 893 UI/ml, pesquisa negativa para anticorpos anticitoplasma de neutrófilos. Biópsia da mucosa do seio maxilar, que evidenciou intenso infiltrado eosinofílico.

Extraído da revista Scientia Médica, Porto Alegre, v. 18, n. 4, p. 184-187, out./dez. 2008.

Com base no quadro clínico e nos exames laboratoriais, qual hipótese diagnóstica foi aventada e o tratamento instituído?

 

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