Foram encontradas 40 questões.
Uma empresa registrou o número diário de atendimentos
e verificou que a relação entre o total atendido (T) e o
número de funcionários de plantão (n) pode ser
modelada por T(n) = 15n + 30. Com base nesses dados,
deseja-se analisar propriedades dessa função afim e
avaliar valores específicos de produção.
I.T(6) resulta em 120 atendimentos.
II.O coeficiente angular da função é igual a 15.
III.A função é crescente em seu domínio.
IV.O valor T(4) é maior que T(5).
Está CORRETO o que se afirma em:
I.T(6) resulta em 120 atendimentos.
II.O coeficiente angular da função é igual a 15.
III.A função é crescente em seu domínio.
IV.O valor T(4) é maior que T(5).
Está CORRETO o que se afirma em:
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Uma empresa de tratamento de água instalou um
reservatório cilíndrico para armazenar a solução química
utilizada no processo de purificação. Para calibrar as
bombas dosadoras e evitar desperdícios, o engenheiro
responsável precisa determinar exatamente o volume
máximo que o reservatório pode comportar. O tanque
possui raio interno de 0,8 m e altura de 1,5 m, conforme
representado na imagem abaixo.
Qual é o volume máximo (V) que esse reservatório comporta? (considere π = 3,14)
Qual é o volume máximo (V) que esse reservatório comporta? (considere π = 3,14)
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Juliana, gerente de vendas de uma concessionária,
apresentou à equipe o gráfico referente aos clientes que
saíram da loja sem efetuar a compra durante o primeiro
semestre de 2025.
Ela destacou variações importantes entre os meses e propôs uma análise comparativa para compreender melhor o comportamento desses clientes ao longo do período. Com base nos dados do gráfico, avalie as afirmações a seguir.
I.O número de clientes em junho é 50% maior que o de março.
II.A diferença entre fevereiro e maio corresponde a 20 clientes.
III.O total de clientes nos três primeiros meses soma 185.
IV.A razão entre o número de abril e o de janeiro é maior que 1,1.
Está CORRETO o que se afirma em:
Ela destacou variações importantes entre os meses e propôs uma análise comparativa para compreender melhor o comportamento desses clientes ao longo do período. Com base nos dados do gráfico, avalie as afirmações a seguir.
I.O número de clientes em junho é 50% maior que o de março.
II.A diferença entre fevereiro e maio corresponde a 20 clientes.
III.O total de clientes nos três primeiros meses soma 185.
IV.A razão entre o número de abril e o de janeiro é maior que 1,1.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Uma equipe técnica analisa a área de um terreno
retangular representado em planta. O desenho indica 2,5
dam de largura e 4,8 dam de comprimento. Deseja-se
converter essa área para metros quadrados, hectares e
decâmetros quadrados, verificando relações usuais em
medições de campo.
Analise as assertivas e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)A área em m² é igual a 12.000.
(__)O valor correspondente em hectares é 0,12.
(__)A medida em dam² é igual a 12.
(__)A área em hm² é igual a 1,2.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Analise as assertivas e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)A área em m² é igual a 12.000.
(__)O valor correspondente em hectares é 0,12.
(__)A medida em dam² é igual a 12.
(__)A área em hm² é igual a 1,2.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo
Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
Considerando o trecho e o texto-base, assinale a alternativa que melhor descreve o tipo textual presente.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo
Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
Considerando a classe gramatical e a função que os termos exercem no contexto, julgue as afirmativas a seguir acerca dos sintagmas presentes no trecho.
I.O vocábulo "nada" é um advérbio que indica "de modo nenhum" modificando o verbo "querer".
II.O verbo "passar" está no pretérito perfeito do indicativo e exerce a função de núcleo do predicado verbal da oração principal.
III.Os vocábulos "importado" e "brasileiro" são adjetivos, que derivam de classes gramaticais distintas. Eles exercem a função de adjuntos adnominais.
IV.A expressão "como" é uma conjunção condicional que indica possibilidade futura.
É correto o que se afirma em:
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Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
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Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
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Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo
Nacional
Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia,
confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice
absoluto do consumo no Brasil
Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de
novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de
Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos
expressivos e ida às compras. Como quem não quer
nada, a Black Friday passou de um evento importado
dos Estados Unidos para uma das principais datas do
varejo brasileiro.
O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter
o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um
calendário repleto de datas promocionais com o objetivo
de estimular vendas ao longo do ano: Semana do
consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday),
datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo
os players do setor, esses eventos ajudam a manter o
fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam
o consumidor.
Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday,
realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter
vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria
performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou
56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma
data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com
descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um
crescimento de mais de 70% no tráfego da
Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).
O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto
incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo
todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que
permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns,
ela representa o dobro do volume de vendas em relação
à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana
da Black Friday representa avanço de quatro vezes a
quantidade de vendas de um final de semana comum.
Números falam por si só
Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira
de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday
de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões,
representando um crescimento de 14,7% sobre os R$
11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de
um tíquete médio estimado em R$ 808,50.
Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data
vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de
2024, a empresa registrou o seu maior volume de
vendas diárias da história.
Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da
data, o comportamento do consumidor brasileiro
amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado.
Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos
brasileiros pretendem ativamente comprar na Black
Friday, e o foco principal é antecipar as compras de
Natal.
Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black
Friday também se consolidou como uma oportunidade de
antecipar as compras de Natal. É isso que explica o
tíquete médio mais alto do que em outras épocas do
ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula
R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$
540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday.
Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos
de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais
como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de
supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando
espaço na preferência dos clientes.
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont
inua-reinando-no-varejo-nacional/
(__)O vocábulo "inegável" é sinônimo de "incontestável" e pode ser utilizado em seu lugar sem comprometer a correção gramatical.
(__)A frase "O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas ignora a Black Friday" preserva o rigor gramatical ao utilizar o termo "ignora" em substituição a "rivaliza".
(__)O significado do vocábulo "rivaliza" é semelhante ao de "compatibiliza", denotando participação em disputa com outro.
(__)O vocábulo "cardápio" foi empregado no sentido denotativo, pois se refere literalmente às opções listadas em um folheto impresso.
A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:
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Uma equipe de manutenção urbana realiza a
substituição de placas de sinalização nas vias da cidade.
A frequência com a qual o serviço é realizado indica que
5 equipes trabalhando 7 horas por dia durante 4 dias,
conseguiram instalar 1.400 placas. Porém, nesta nova
operação, somente 3 equipes foram mobilizadas, trabalhando 6 horas diárias ao longo de 4 dias.
Considerando produtividade constante, quantas placas
serão instaladas nessa segunda ação?
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