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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02
Disponível em: https://www.educabras.com/. Acesso em: 18 abr. 2025.
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Texto 02
Disponível em: https://www.educabras.com/. Acesso em: 18 abr. 2025.
I- O sentimento de felicidade independe da condição financeira que se tem.
II- A boa condição financeira, até determinado limite, influencia na felicidade.
III- A condição financeira de uma pessoa interfere na sua saúde emocional.
IV- Quanto mais dinheiro as pessoas têm, mais felizes essas pessoas são.
V- Quanto menos dinheiro as pessoas têm, mais felizes essas pessoas são.
Estão CORRETAS as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação.
Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria
ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a
ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu
estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não
encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e
resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras
como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo
“quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a
mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim
como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera.
De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe
um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou
de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos
para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me
permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por
alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para
viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos
comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros
e de verdade.
Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
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Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação.
Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria
ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a
ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu
estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não
encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e
resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras
como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo
“quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a
mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim
como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera.
De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe
um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou
de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos
para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me
permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por
alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para
viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos
comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros
e de verdade.
Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
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Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação.
Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria
ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a
ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu
estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não
encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e
resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras
como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo
“quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a
mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim
como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera.
De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe
um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou
de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos
para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me
permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por
alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para
viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos
comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros
e de verdade.
Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
I- discurso direto.
II- subjetividade.
III- interrogação.
IV- conotação.
V- denotação.
Estão CORRETOS os itens
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação.
Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria
ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a
ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu
estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não
encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e
resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras
como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo
“quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a
mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim
como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera.
De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe
um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou
de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos
para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me
permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por
alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para
viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos
comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros
e de verdade.
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Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação.
Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria
ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a
ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu
estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não
encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e
resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras
como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo
“quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a
mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim
como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera.
De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe
um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou
de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos
para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me
permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por
alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para
viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos
comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros
e de verdade.
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Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
I- Conviver harmoniosamente com amigos e familiares.
II- Ter tempo para refletir sobre os próprios sentimentos.
III- Ter projetos de vida e agir conforme esses projetos.
IV- Negar vivenciar momentos de adversidades e tristezas.
V- Estar, permanentemente, vivendo momentos de alegria.
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Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria
ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a
ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu
estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não
encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e
resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras
como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo
“quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a
mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim
como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera.
De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe
um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou
de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos
para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me
permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por
alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a
felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para
viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos
comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros
e de verdade.
Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 18 abr. 2025. Adaptado.
I- O significado do que é ser feliz pode variar de pessoa para pessoa.
II- A demonstração de felicidade é inadmissível quando incomoda o outro.
III- A felicidade de alguém pode deixar algumas pessoas incomodadas.
IV- O sentimento de felicidade está relacionado à transitoriedade.
V- A felicidade como um sentimento permanente é uma meta a ser buscada.
Estão CORRETAS as afirmativas
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