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Foram encontradas 35 questões.

Analise as seguintes afirmações:

I. João Castro é um ótimo professor de matemática.

II. Choveu muito.

III. X + 3 = 10.

Quais dessas sentenças são abertas?

 

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A professora Manuela perguntou para uma turma de alunos do que as crianças mais gostavam de brincar e teve o seguinte resultado:

• 13 gostam de brincar de boneca.

• 15 gostam de brincar de carrinho.

• 16 gostam de brincar de cinema.

• 7 gostam de brincar de boneca e carrinho.

• 9 gostam de brincar de carrinho e cinema.

• 10 gostam de brincar de boneca e cinema.

• 5 gostam de brincar de boneca e de carrinho e de cinema.

Sabendo que todas as crianças responderam à pesquisa e que elas poderiam escolher mais de uma brincadeira. Quantas crianças responderam à pergunta da professora Manuela?

 

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Se Sandra gosta de Marcelo, Marcos considera Aurora uma boa professora de matemática. Se Marcos considera Aurora uma boa professora de matemática, Jonas é atendente em uma farmácia. Se Jonas é atendente em uma farmácia, Camila vai à praia. Ora, Camila não vai à praia, é verdadeiro afirmar que:

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática exercida pela oração sublinhada no trecho a seguir: “analisaram os ossos que estavam em mais de 100 túmulos do local”.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número do termo sublinhado (inserido imediatamente depois dele) que tem a função sintática de complemento nominal no trecho a seguir: “Os pesquisadores (1) acreditam que as pessoas (2) também usavam os próprios (3) dedos para aplicação do pigmento (4) nos crânios de seus antepassados (5)”.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o sentido conferido ao trecho em que ocorre a palavra “mas também” (l. 10).

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 08 e 23.

 

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2815497 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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Para responder às questões 32 a 35, considere o fragmento de texto abaixo.

01------- A mulher arrastada, de Diones Camargo, foi escrita a partir da trágica história real, que

02--ocorreu no Rio de Janeiro em 2014. Cláudia Silva Ferreira – mulher negra, pobre, 38 anos,

03--auxiliar de limpeza em um hospital, mãe de quatro filhos biológicos e quatro adotivos – foi

04--brutalmente alvejada pela Polícia Militar quando saía de casa no Morro da Congonha, no Rio,

05--para comprar pão para sua família. Depois dos tiros, seu corpo foi atirado às pressas num

06--camburão, tendo ficado parte dele para fora da viatura. A mulher foi então arrastada, ainda com

07--vida, sob o olhar horrorizado de pedestres e motorista. Entrelaçando o caso verídico e uma

08--narrativa ficcional, essa premiada peça-manifesto resgata a figura trágica de Cláudia e a

09--transporta ao centro da cena para reivindicar o que durante a cobertura jornalística do caso foi

10--,aos poucos sendo apagado: seu nome, elemento esse que foi substituído pela impessoal, violenta

11---e cruel alcunha de “mulher arrastada”.

12-------A estrutura da peça, dividida em vozes/figuras desenvolvidas em monólogos, expressa o

13--modo como a forma é determinada pelo conteúdo. A narrativa é erguida a partir dos escombros

14--de “vozes subalternizadas, uma vez que não são ouvidas”, vozes que não se articulam entre si,

15--não estabelecem diálogo, mas existem. Prova da potência dessa existência está no belo trecho

16--em que Sombras (nome dado a Cláudia no texto) narra sua trajetória a partir do próprio corpo,

17--apontando para determinadas partes, como se dissesse: “Sou mais que os lugares alvejados

18--deste lugar/tempo/corpo”.

(Disponível em: CAMARGO, Diones. A mulher arrastada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021. – texto adaptado especialmente para esta prova).

Cegalla preconiza que são dois os elementos fundamentais da obra literária: o conteúdo e a forma. O conteúdo são as ideias, os conceitos, os sentimentos, os apelos e as imagens imateriais que as palavras transmitem da mente do escritor à do leitor. A forma é a expressão linguística, a linguagem escrita ou falada, veículo das ideias e dos sentimentos. A forma de uma obra literária pode apresentar-se sob dois aspectos diferentes: a prosa e a poesia ou verso. A prosa divide-se em Gênero Narrativo (romance histórico, psicológico, policial, de costumes, de aventuras; conto, novela, história, fábula; apólogo, crônica, memórias); Gênero Oratório (oratória acadêmica, sagrada, forense, política); Gênero Dramático (drama, comédia); Gênero Didático (crítica, ensaio, tratado); Gênero Epistolar (carta); e Gênero Polêmico (polêmica). O verso divide-se em Gênero Lírico (poema, soneto, canção, hino, ode, elegia, balada, bucólica); Gênero Épico (epopeia, poema); Gênero Dramático (drama, comédia, tragédia); Gênero Satírico (sátira, epigrama); e Gênero Narrativo (fábula). Na linha 14, temos que “a forma é determinada pelo conteúdo”. Considerando as classificações de Cegalla e a frase mencionada no texto, assinale a alternativa que melhor enquadra o texto do livro de Diones Camargo.

 

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2815496 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
Provas:

Para responder às questões 32 a 35, considere o fragmento de texto abaixo.

01------- A mulher arrastada, de Diones Camargo, foi escrita a partir da trágica história real, que

02--ocorreu no Rio de Janeiro em 2014. Cláudia Silva Ferreira – mulher negra, pobre, 38 anos,

03--auxiliar de limpeza em um hospital, mãe de quatro filhos biológicos e quatro adotivos – foi

04--brutalmente alvejada pela Polícia Militar quando saía de casa no Morro da Congonha, no Rio,

05--para comprar pão para sua família. Depois dos tiros, seu corpo foi atirado às pressas num

06--camburão, tendo ficado parte dele para fora da viatura. A mulher foi então arrastada, ainda com

07--vida, sob o olhar horrorizado de pedestres e motorista. Entrelaçando o caso verídico e uma

08--narrativa ficcional, essa premiada peça-manifesto resgata a figura trágica de Cláudia e a

09--transporta ao centro da cena para reivindicar o que durante a cobertura jornalística do caso foi

10--,aos poucos sendo apagado: seu nome, elemento esse que foi substituído pela impessoal, violenta

11---e cruel alcunha de “mulher arrastada”.

12-------A estrutura da peça, dividida em vozes/figuras desenvolvidas em monólogos, expressa o

13--modo como a forma é determinada pelo conteúdo. A narrativa é erguida a partir dos escombros

14--de “vozes subalternizadas, uma vez que não são ouvidas”, vozes que não se articulam entre si,

15--não estabelecem diálogo, mas existem. Prova da potência dessa existência está no belo trecho

16--em que Sombras (nome dado a Cláudia no texto) narra sua trajetória a partir do próprio corpo,

17--apontando para determinadas partes, como se dissesse: “Sou mais que os lugares alvejados

18--deste lugar/tempo/corpo”.

(Disponível em: CAMARGO, Diones. A mulher arrastada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021. – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo Bechara, Ortografia (do grego orthographia, escrita correta) é a parte da Gramática que trata do emprego correto das letras e dos sinais gráficos na língua escrita. Levando em conta esse conceito e o sistema oficial vigente, observe as palavras em negrito no texto (peça-manifesto, ficcional) e analise as assertivas que seguem:

I. Como regra geral, nas palavras compostas, sem elemento de ligação, o hífen é usado quando o primeiro termo, por extenso ou reduzido, está representando por forma substantiva, adjetiva, numeral ou verbal.

II. Nas palavras portuguesas, só se duplicam as consoantes c, r, s.

III. Duplica-se o c quando as vogais anteriores e posteriores são a mesma (neste caso, o i) e as duas consoantes (cc) soam distintamente.

Quais estão corretas?

 

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2815495 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
Provas:

Para responder às questões 32 a 35, considere o fragmento de texto abaixo.

01------- A mulher arrastada, de Diones Camargo, foi escrita a partir da trágica história real, que

02--ocorreu no Rio de Janeiro em 2014. Cláudia Silva Ferreira – mulher negra, pobre, 38 anos,

03--auxiliar de limpeza em um hospital, mãe de quatro filhos biológicos e quatro adotivos – foi

04--brutalmente alvejada pela Polícia Militar quando saía de casa no Morro da Congonha, no Rio,

05--para comprar pão para sua família. Depois dos tiros, seu corpo foi atirado às pressas num

06--camburão, tendo ficado parte dele para fora da viatura. A mulher foi então arrastada, ainda com

07--vida, sob o olhar horrorizado de pedestres e motorista. Entrelaçando o caso verídico e uma

08--narrativa ficcional, essa premiada peça-manifesto resgata a figura trágica de Cláudia e a

09--transporta ao centro da cena para reivindicar o que durante a cobertura jornalística do caso foi

10--,aos poucos sendo apagado: seu nome, elemento esse que foi substituído pela impessoal, violenta

11---e cruel alcunha de “mulher arrastada”.

12-------A estrutura da peça, dividida em vozes/figuras desenvolvidas em monólogos, expressa o

13--modo como a forma é determinada pelo conteúdo. A narrativa é erguida a partir dos escombros

14--de “vozes subalternizadas, uma vez que não são ouvidas”, vozes que não se articulam entre si,

15--não estabelecem diálogo, mas existem. Prova da potência dessa existência está no belo trecho

16--em que Sombras (nome dado a Cláudia no texto) narra sua trajetória a partir do próprio corpo,

17--apontando para determinadas partes, como se dissesse: “Sou mais que os lugares alvejados

18--deste lugar/tempo/corpo”.

(Disponível em: CAMARGO, Diones. A mulher arrastada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021. – texto adaptado especialmente para esta prova).

Bechara diz que: “Acentuação é o modo de proferir um som ou grupo de sons com mais relevo do que outros. Este relevo se denomina acento”. Considerando essa definição e o acordo oficial vigente, avalie as assertivas que seguem, considerando a palavra saía (l. 04):

I. Põe-se acento agudo no ‘i’ e no ‘u’ tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior.

II. Aboliram-se os acentos diferenciais em alguns homógrafos, outros ficaram facultativos e alguns permanecem obrigatórios, é o caso da palavra saía, para diferenciar de saia.

III. Acentuam-se, em regra, o ‘i’ e o ‘u’ tônicos em hiato com vogal ou ditongo anterior, formando sílaba sozinhos ou com ‘s’.

Quais estão corretas?

 

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