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João e Maria comparam uma pizza para comerem. Qual fração da pizza Maria deve comer para que João coma 1/3 da pizza e ainda sobre 2/5 para o dia seguinte”?
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O ano de 2025 é chamado de ano perfeito porque é um número quadrado perfeito. Isso significa que existe um número X que quando multiplicado por ele mesmo resulta em 2025. Sabendo-se que 452 = 2025, qual será o próximo ano perfeito depois de 2025?
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Observe as seguintes afirmativas:
I: \( \dfrac{1}{4} \) é maior que \( \dfrac{1}{5} \);
II: \( \dfrac{-1}{4} \) é maior que \( \dfrac{-1}{5} \);
III: O número \( \dfrac{-1}{20} \) é maior que -0,1.
Estão corretas:
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Em uma empresa de lavagem de automóveis, um funcionário consegue lavar um carro comum em 2 horas. Esse mesmo funcionário consegue lavar uma caminhonete em 3 horas e um ônibus em 4 horas. Em 8 horas de serviço, o funcionário conseguirá lavar, EXCETO:
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Em um campeonato de futebol, o jogador A marcou 24 gols e o jogador B marcou 15 gols. Indique a razão entre o número de gols marcados pelo jogador B e pelo jogador A:
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Analise as sentenças a seguir, em relação aos verbos em destaque:
I. Sua atitude condisse com os seus princípios.
II. Os pais da menina interviram na situação.
III Ele se conteve, para não ter um ataque de nervos.
Considerando-se o fato de que os verbos destacados são irregulares, verifica-se erro na conjugação do(s) verbo(s) em:
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O emprego do hífen está correto apenas em:
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A próclise é possível em todas as sentenças a seguir, exceto em:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Charlatões
Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior - até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.
Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.
O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.
LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12642/charlatoes>.
No excerto “Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto”, a palavra “mau” é um adjetivo.
Sabendo-se da existência do parônimo “mal" analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida pelo adjetivo “mau”.
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Charlatões
Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior - até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.
Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.
O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.
LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12642/charlatoes>.
Analise os elementos mórficos das palavras dadas a seguir e identifique o conjunto em que todas as palavras são formadas com o mesmo sufixo.
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