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Com relação às ferramentas utilizadas no ambiente Windows, julgue o item que se segue.
Na criação de um documento no Office, a opção Permissões de arquivo permite definir o tipo de acesso que será dado ao documento, como, por exemplo, edição, exibição ou download do arquivo.
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
Com relação às ferramentas utilizadas no ambiente Windows, julgue o item que se segue.
No Windows Explorer, por meio da opção Propriedades das unidades C: ou D:, são disponibilizadas ferramentas que permitem realizar limpeza de disco, como a verificação de erros e a desfragmentação da unidade.
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Notícias falsas costumam ser definidas como notícias,
estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente
criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas
visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las
politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato
de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente
novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente,
desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre
o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
De fato, se a expressão significar a criação de informação
falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de
ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das
fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das
revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as
estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre
funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte
apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam
irresistíveis.
Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa.
Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
No terceiro parágrafo, as formas verbais “Basta” (segundo período) e “Sabe-se” (terceiro período) atuam como elementos articuladores da coerência textual, na medida em que são formas impessoais empregadas com a finalidade de ocultar o sujeito gramatical das orações por elas introduzidas.
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Notícias falsas costumam ser definidas como notícias,
estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente
criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas
visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las
politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato
de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente
novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente,
desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre
o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
De fato, se a expressão significar a criação de informação
falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de
ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das
fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das
revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as
estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre
funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte
apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam
irresistíveis.
Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa.
Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
No primeiro período do terceiro parágrafo, a forma verbal “significar” corresponde à terceira pessoa do singular do futuro do subjuntivo, cujo emprego, no caso, se deve ao uso do conectivo “se”.
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Notícias falsas costumam ser definidas como notícias,
estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente
criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas
visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las
politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato
de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente
novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente,
desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre
o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
De fato, se a expressão significar a criação de informação
falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de
ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das
fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das
revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as
estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre
funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte
apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam
irresistíveis.
Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa.
Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
No último período do texto, o referente do vocábulo “cujas” é “chamadas”.
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Notícias falsas costumam ser definidas como notícias,
estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente
criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas
visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las
politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato
de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente
novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente,
desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre
o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
De fato, se a expressão significar a criação de informação
falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de
ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das
fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das
revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as
estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre
funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte
apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam
irresistíveis.
Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa.
Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
No texto predomina o tipo textual expositivo.
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Notícias falsas costumam ser definidas como notícias,
estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente
criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas
visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las
politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato
de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente
novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente,
desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre
o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
De fato, se a expressão significar a criação de informação
falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de
ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das
fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das
revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as
estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre
funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte
apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam
irresistíveis.
Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa.
Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
De acordo com o texto, as notícias falsas são criadas com propósitos comunicativos bem definidos.
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Notícias falsas costumam ser definidas como notícias,
estórias, boatos, fofocas ou rumores que são deliberadamente
criados para ludibriar ou fornecer informações enganadoras. Elas
visam influenciar as crenças das pessoas, manipulá-las
politicamente ou causar confusões em prol de interesses escusos.
Muitos comentadores têm chamado a atenção para o fato
de que a falsidade das notícias não é um fenômeno inteiramente
novo, pois já existia no tempo dos gregos, e, mais recentemente,
desde que o tema entrou em pauta, não têm faltado artigos sobre
o histórico das notícias falsas ao longo do tempo.
De fato, se a expressão significar a criação de informação
falsa movida pelo propósito de enganar, o conceito está longe de
ser novo. Basta pensar na longa história dos tabloides, das
fofocas acerca da vida das celebridades, das táticas de estilo das
revistas para fisgar seu público. Sabe-se também como as
estratégias de sedução e persuasão das revistas sempre
funcionaram. Em quaisquer dos casos, são mensagens de forte
apelo visual cujas chamadas são tão inacreditáveis que se tornam
irresistíveis.
Lucia Santaella. A pós-verdade é verdadeira ou falsa.
Barueri: Estação de Letras e Cores, 2018 (com adaptações).
Depreende-se do texto que o fenômeno das notícias falsas surgiu na Grécia antiga.
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Preconceito e discriminação são termos próximos. Por
vezes, juridicamente, parecem até a mesma coisa, como se
depreende do texto da Lei n.º 7.716, de 5 de janeiro de 1989,
complementada pela Lei n.º 9.459, de 15 de maio de 1997:
“Serão punidos, na forma desta lei, os crimes resultantes de
discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou
procedência nacional”. Mesmo assim, o preconceito pode ser
definido como uma ideia de distinção, exclusão ou preferência
baseada em raça, sexo, religião, origem social ou geográfica etc.;
já a discriminação diz respeito à ação decorrente do preconceito.
O preconceito é uma opinião; a discriminação, um
comportamento real e efetivo.
Sendo um pensamento, o preconceito, a rigor, não é crime.
Quando se torna uma ação concreta ou uma afirmação pública,
passa a ser discriminação e, a partir daí, é alvo da lei. O
preconceito é considerado por nós a matriz que origina o ato
discriminatório. Sem preconceito, não existiria discriminação.
Ausente de sua expressão concreta discriminatória, o preconceito
seria apenas uma fantasmagoria psíquica.
Leandro Karnal e Luiz Estevam. Preconceito: uma história.
São Paulo: Companhia das Letras, 2023 (com adaptações).
No segundo parágrafo, o termo “o preconceito” (primeiro período) é o referente do sujeito das formas verbais “torna”, “passa” e “é” (todas no segundo período).
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Preconceito e discriminação são termos próximos. Por
vezes, juridicamente, parecem até a mesma coisa, como se
depreende do texto da Lei n.º 7.716, de 5 de janeiro de 1989,
complementada pela Lei n.º 9.459, de 15 de maio de 1997:
“Serão punidos, na forma desta lei, os crimes resultantes de
discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou
procedência nacional”. Mesmo assim, o preconceito pode ser
definido como uma ideia de distinção, exclusão ou preferência
baseada em raça, sexo, religião, origem social ou geográfica etc.;
já a discriminação diz respeito à ação decorrente do preconceito.
O preconceito é uma opinião; a discriminação, um
comportamento real e efetivo.
Sendo um pensamento, o preconceito, a rigor, não é crime.
Quando se torna uma ação concreta ou uma afirmação pública,
passa a ser discriminação e, a partir daí, é alvo da lei. O
preconceito é considerado por nós a matriz que origina o ato
discriminatório. Sem preconceito, não existiria discriminação.
Ausente de sua expressão concreta discriminatória, o preconceito
seria apenas uma fantasmagoria psíquica.
Leandro Karnal e Luiz Estevam. Preconceito: uma história.
São Paulo: Companhia das Letras, 2023 (com adaptações).
No segundo período do segundo parágrafo, o pronome “se” poderia ser deslocado para depois da forma verbal “torna”, escrevendo-se torna-se, sem prejuízo da correção gramatical do texto, uma vez que a posição do pronome, nesse caso, é mera escolha estilística.
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