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Uma caixa d’água em formato de paralelepípedo mede 1,5 m de comprimento, 1,2 m de largura e 1,0 m de altura. Sabendo que 1 m³ corresponde a 1000 litros. Quantos litros de água ela comporta quando totalmente cheia?
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Um carro percorre 14,4 km com 1 litro de gasolina. Considerando o preço de R$ 6,50 por litro, qual será o gasto de combustível para percorrer 360 km?
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Considere a função f(x) = 3x² + 2 . O valor de f(5) - f(4) é igual a:
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Um produto custava R$ 380,00 e sofreu um desconto de 15% na primeira semana do mês e outro desconto de 10% na segunda semana. Qual o novo valor do produto após a segunda semana?
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Considere os números complexos z1 = 5 + 3i e z2 = 4 - 2i, o produto de z1 . z2 é igual a:
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado
Por Rosiane Prates
A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.
Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
Para construir essas conexões, o planejamento docente exige escuta do território, das vivências, das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor de conhecimentos e passa a atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica da realidade, e D’Ambrósio, que propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
[...]
Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/22402/aprendizagenssignificativas-matematica-afetividade
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado
Por Rosiane Prates
A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.
Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
Para construir essas conexões, o planejamento docente exige escuta do território, das vivências, das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor de conhecimentos e passa a atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica da realidade, e D’Ambrósio, que propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado
Por Rosiane Prates
A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.
Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
Para construir essas conexões, o planejamento docente exige escuta do território, das vivências, das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor de conhecimentos e passa a atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica da realidade, e D’Ambrósio, que propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado
Por Rosiane Prates
A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.
Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
Para construir essas conexões, o planejamento docente exige escuta do território, das vivências, das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor de conhecimentos e passa a atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica da realidade, e D’Ambrósio, que propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado
Por Rosiane Prates
A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.
Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
Para construir essas conexões, o planejamento docente exige escuta do território, das vivências, das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor de conhecimentos e passa a atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica da realidade, e D’Ambrósio, que propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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