Foram encontradas 60 questões.
2489099
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Observe o trecho abaixo.
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960, o município de Niterói é constituído de 2 distritos: e . Por força da Lei Complementar nº 20, de 1 de junho de 1974 , o município de Niterói deixa de ser do Estado do Rio de Janeiro.
Os termos que completam corretamente o trecho acima são, respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os imóveis privados considerados pelo Poder Público como Reservas Particulares de Patrimônio Natural devem ser gravados, de acordo com a Lei Municipal nº 1.112/92 e o Código Municipal Ambiental, com caráter:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
“Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água.”
O “olhar distorcido” refere-se no texto:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
“Água: a crônica da falta de bom senso.”
O argumento usado no texto que justifica, no título acima, a expressão “a falta de bom senso” é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A área geográfica correspondente à Amazônia Legal, de acordo com a Lei nº 12.651/2012, compreende:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Niterói, o Sistema Municipal de Meio Ambiente é coordenado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2487124
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Existe um processo de transferência de água da planta para a atmosfera pelo qual a água é retirada do solo pelas raízes, transferida para as folhas e então evapora. É um mecanismo importante, se se considerar que em uma área com presença de cobertura vegetal a superfície de exposição das folhas para a evaporação é muito grande. Este processo é denominado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Plano Diretor de Niterói classifica as unidades de conservação municipal em reserva ecológica, área de proteção ambiental, parque municipal, reserva biológica e estação ecológica. Destas, são formadas por áreas de domínio público e privado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com o Plano Diretor de Niterói (Lei nº 1.157 e suas alterações), o órgão central do sistema municipal de meio ambiente, que terá a competência da gestão ambiental e exercerá o poder de polícia ambiental do Município, será:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
“Façamos um exercício bastante simples.”
Das alterações feitas na frase acima, de sentido imperativo, aquela em que a flexão do verbo “fazer” está INCORRETA é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container