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Foram encontradas 60 questões.

2496857 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Em primeira impressão, o abastecimento de água parece realmente inesgotável, mas se for considerado que 97 % (noventa e sete por cento) é água salgada, não utilizável para a agricultura, uso industrial ou consumo humano, a impressão já muda. Agrava-se o problema porque, da quantidade de água doce existente 3 % (três por cento), apenas uma pequena parcela desta água é aproveitável, pois a maior parte encontra se presente na neve, em forma de gelo ou em lençóis subterrâneos situados abaixo de uma profundidade de 800 m, tornando-se inviável ao consumo humano. Esta pequena parcela aproveitável é de aproximadamente:
 

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2496615 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Leia o trecho abaixo:

Com a República, as Províncias tornam-se Estados. O Estado do Rio de Janeiro passou a ter por capital , enquanto a cidade do Rio de Janeiro ganhou o status de Distrito Federal. Em 1894, a capital do Estado é transferida para ; em 1903, volta a ser a capital.

(fonte: http://www.viagemdeferias.com/rio-de-janeiro/estado/historia.)

Os termos que completam o trecho acima de forma correta são, respectivamente:

 

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2496577 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Segundo a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, o depósito arenoso paralelo à linha da costa, de forma geralmente alongada, produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades que recebem influência marinha, com cobertura vegetal em mosaico, encontrada em praias, cordões arenosos, dunas e depressões, apresentando, de acordo com o estágio sucessional, estrato herbáceo, arbustivo e arbóreo, este último mais interiorizado, é denominado:
 

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2496429 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Nas hipóteses em que contratante e contratado emitem ruídos e/ou sons expressamente proibidos pelo Código Municipal Ambiente:
 

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2495829 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Conforme Resolução CONAMA nº 430, de 13 de maio de 2011, existe uma região do corpo receptor, estimada com base em modelos teóricos aceitos pelo órgão ambiental competente, que se estende do ponto de lançamento do efluente, e delimitada pela superfície em que é atingido o equilíbrio de mistura entre os parâmetros físicos e químicos, bem como o equilíbrio biológico do efluente e os do corpo receptor, sendo específica para cada parâmetro. Esta região do corpo receptor é denominada Zona de:
 

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2495822 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Considerando-se um consumo de água diário de 22,5 litros/pessoa, e o mês com 30 dias, a quantidade de água anual consumida por uma família de 4 (quatro) pessoas, em metros cúbicos, é de:
 

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2495694 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
“...e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia...”
No trecho acima, observa-se que a concordância verbal, em relação ao termo sujeito “a população”, foi feita de duas formas distintas: a.) de forma gramatical – no verbo “reclama”; b.) de forma ideológica – no verbo “pagam”.
Das frases abaixo, aquela em que também foi feita concordância ideológica é:
 

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2495513 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Terrenos baldios; lotes vagos: de acordo com a Lei Municipal nº 2.730/2010, os resíduos da construção civil:
 

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2495488 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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No ambiente Internet, é um serviço para transmissão de programação no estilo da televisão, para ser assistida via web:
 

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2495357 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
Segundo o texto, as condições atípicas do clima, um calor acima do previsto e baixo índice pluviométrico, em relação à crise de abastecimento de água na região Sudeste, podem ser consideradas:
 

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