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O “quiet quitting” e o porquê do propósito
Criar significado para que as pessoas sintam que seu trabalho representa algo maior contribui para melhoria do desempenho, engajamento e satisfação.
O mais recente relatório sobre a situação global dos locais de trabalho, publicado pela Gallup, revela que 59% dos
funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
uma conexão mais profunda com essas suas atividades diárias, querem entender e precisam ter uma sensação de significado e
propósito nas suas carreiras. [...]
(Paulo Camargo. Revista Exame. Em: 21 de fevereiro de 2024. Adaptado.)
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O “quiet quitting” e o porquê do propósito
Criar significado para que as pessoas sintam que seu trabalho representa algo maior contribui para melhoria do desempenho, engajamento e satisfação.
O mais recente relatório sobre a situação global dos locais de trabalho, publicado pela Gallup, revela que 59% dos
funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
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propósito nas suas carreiras. [...]
(Paulo Camargo. Revista Exame. Em: 21 de fevereiro de 2024. Adaptado.)
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funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
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Criar significado para que as pessoas sintam que seu trabalho representa algo maior contribui para melhoria do desempenho, engajamento e satisfação.
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funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
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Criar significado para que as pessoas sintam que seu trabalho representa algo maior contribui para melhoria do desempenho, engajamento e satisfação.
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funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
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importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
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funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
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prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
uma conexão mais profunda com essas suas atividades diárias, querem entender e precisam ter uma sensação de significado e
propósito nas suas carreiras. [...]
(Paulo Camargo. Revista Exame. Em: 21 de fevereiro de 2024. Adaptado.)
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Criar significado para que as pessoas sintam que seu trabalho representa algo maior contribui para melhoria do desempenho, engajamento e satisfação.
O mais recente relatório sobre a situação global dos locais de trabalho, publicado pela Gallup, revela que 59% dos
funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
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funcionários estão “quiet quitting”, ou seja, a maioria da força de trabalho do mundo está infeliz no emprego, passa o dia sem
qualquer engajamento, desconectada psicologicamente da empresa e de olho no relógio para encerrar o expediente. Na
prática, as pessoas estão se demitindo silenciosamente e só se mantêm por causa dos boletos para pagar no final do mês. O
estudo foi realizado em 160 países e o Brasil segue a média global de 59% “quiet quitting” embora apresentando um percentual
de engajamento dos empregados de 28%, pouco acima da média global (23%).
A Gallup estima que o baixo envolvimento da mão de obra custa à economia global U$8,8 bilhões, o equivalente a 9% do
PIB, e aponta oportunidades para a liderança das organizações porque, quando se perguntou aos entrevistados o que eles
mudariam para melhorar o local de trabalho, 85% das respostas dadas pelos que estão se demitindo silenciosamente foram
relacionadas a engajamento e cultura. Eles sugeriram melhorias que parecem básicas como, por exemplo: reconhecimento
pelas suas contribuições ao trabalho, gestores mais acessíveis e justos, autonomia para estimular criatividade, respeito, e
oportunidades justas de promoção.
Os dados apresentados de engajamento da mão de obra no Brasil indicam que de cada 10 empregados, apenas 2,8
encontram significado no seu trabalho. Isto tem muito a ver com o papel da liderança, que é a quem cabe fazer com que as
pessoas, por mais singela que seja sua parte no trabalho, sintam-se participando de algo importante. Se for um pedreiro, que
ele não se veja apenas assentando tijolos ou levantando uma parede da igreja, mas que se orgulhe de estar participando da
construção de uma catedral. Se for um funcionário de restaurante responsável por manter mesas limpas, que entenda o quanto
o asseio contribui, por exemplo, para a refeição prazerosa de alguém ou até para evitar uma contaminação alimentar, que
poderia ser causada por uma bactéria sobrevivendo numa higienização mal feita.
Compreender o quão importante é seu trabalho traz significado para as tarefas. Entender que cada tarefa tem relevância
faz com que comecemos nossos dias com a intenção certa. No livro “De Propósito”, do autor João Branco, que tive o prazer de
ter como companheiro de trabalho no Méqui, há uma frase muito direta e poderosa sobre isto, que adoro, e compartilho com
vocês aqui: “Intenções Importam”.
O sentimento de fazer parte de algo que transcende a tarefa em si ocorre quando existe propósito, algo aparentemente
simples, que pode definir em uma frase o porquê a empresa existe, qual o impacto que causa no mundo, enfim, o que dá
sentido à vida e representa o porquê fazemos as coisas. A razão de ser da empresa e das pessoas que nela trabalham é
importante, especialmente para as novas gerações, que não aceitam apenas cumprir tarefas. Estes novos profissionais buscam
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3202155
Ano: 2024
Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Provas:
Arthur Timótheo da Costa (1882-1922), renomado pintor e decorador brasileiro, nasceu no Rio de Janeiro. Frequentou, junto com
seu irmão João Timótheo da Costa (1879-1930), a Escola Nacional de Belas Artes – Enba. Participou de diversas edições da
Exposição Geral de Belas Artes e recebeu o prêmio de uma viagem ao exterior, em 1917, mudando-se para Paris, França, no ano
seguinte. Durante o tempo em que esteve na Europa, sua pintura altera-se consideravelmente; a linha deixa de estruturar a
pintura, as formas não se restringem à rigidez do contorno, os volumes passam a ser modelados na pincelada. O seu quadro “A
Forja” (1911), exemplifica bem a sua relação com a pintura de vanguarda, tanto no tema da dura labuta do trabalho industrial
quanto no tratamento, que apaga o desenho e estrutura as formas através de pinceladas aparentes e vigorosas. As obras de
Arthur Timótheo da Costa têm características da arte:
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Uma van, com 8 assentos disponíveis para turistas, será utilizada para o transporte, exclusivo, de 5 turistas entre duas praias
famosas do litoral nordestino. Considere que cada turista escolhe um assento disponível e permanece nele até o fim do
trajeto. Dessa forma, de quantas maneiras distintas os turistas podem se distribuir entre os assentos da van para fazer o
percurso turístico?
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