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Entenda a Lei Brasileira de Inclusão
A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas
destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
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Entenda a Lei Brasileira de Inclusão
A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas
destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
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A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas
destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
I. A deficiência é um fenômeno biológico e individual, sendo um conjunto de impedimentos provocados por alterações na estrutura física e funções corporais do indivíduo.
II. A deficiência está além das barreiras estruturais físicas e chega à desvantagem social sofrida pelas pessoas devido às barreiras ambientais.
III. Para a Lei Brasileira de Inclusão, a pessoa com deficiência é aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.
Está correto o que se afirma apenas em
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A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas
destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
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A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas
destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
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destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
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destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
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A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas
destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por
pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.
A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de
vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo
com os dados do IBGE.
A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.
A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma
condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio
com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.
No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos
das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito
e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.
Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram
normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.
A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de
acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o
atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características
dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista
e o exercício de sua autonomia.
Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir
todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores
adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.
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As tendências pedagógicas são correntes de pensamento que orientam as práticas educativas, influenciando desde a
concepção do processo de ensino e aprendizagem até a forma como a avaliação é realizada. Cada tendência pedagógica
possui características específicas que moldam a maneira como os educadores concebem e implementam os métodos de
avaliação da aprendizagem. A relação entre as tendências pedagógicas e o tipo de avaliação da aprendizagem é intrínseca,
refletindo não apenas diferentes concepções de educação, mas também distintos objetivos educacionais e formas de compreender o desenvolvimento dos estudantes. Analise as características das práticas avaliativas a seguir.
I. Tendência liberal renovada progressista: a avaliação é vista como um processo contínuo e formativo; são utilizados instrumentos como observação, portfólios e projetos; o objetivo é acompanhar o desenvolvimento individual de cada aluno e fornecer feedback para a sua progressão.
II. Tendência liberal tecnicista: a avaliação é vista como um processo científico e objetivo; são utilizados instrumentos como testes padronizados e escalas de avaliação; o objetivo é medir o desempenho dos alunos e compará-los com um padrão predefinido.
III. Tendência progressista crítico-social dos conteúdos: a avaliação é vista como um processo dialético e transformador; são utilizados instrumentos como debates, seminários e projetos de pesquisa; o objetivo é analisar criticamente o conhecimento e relacioná-lo com a realidade social.
IV. Tendência progressista libertária: a avaliação é vista como um processo político e emancipatório; são utilizados instrumentos como autoavaliação, coavaliação e avaliação por pares; o objetivo é estimular a reflexão crítica sobre o processo de aprendizagem e o desenvolvimento da autonomia dos alunos.
V. Tendência progressista libertadora: a avaliação é vista como um processo autogerido pelos alunos; não há instrumentos formais de avaliação; o foco está na autoavaliação e na reflexão individual sobre o processo de aprendizagem.
Está correto o que afirma em
I. Tendência liberal renovada progressista: a avaliação é vista como um processo contínuo e formativo; são utilizados instrumentos como observação, portfólios e projetos; o objetivo é acompanhar o desenvolvimento individual de cada aluno e fornecer feedback para a sua progressão.
II. Tendência liberal tecnicista: a avaliação é vista como um processo científico e objetivo; são utilizados instrumentos como testes padronizados e escalas de avaliação; o objetivo é medir o desempenho dos alunos e compará-los com um padrão predefinido.
III. Tendência progressista crítico-social dos conteúdos: a avaliação é vista como um processo dialético e transformador; são utilizados instrumentos como debates, seminários e projetos de pesquisa; o objetivo é analisar criticamente o conhecimento e relacioná-lo com a realidade social.
IV. Tendência progressista libertária: a avaliação é vista como um processo político e emancipatório; são utilizados instrumentos como autoavaliação, coavaliação e avaliação por pares; o objetivo é estimular a reflexão crítica sobre o processo de aprendizagem e o desenvolvimento da autonomia dos alunos.
V. Tendência progressista libertadora: a avaliação é vista como um processo autogerido pelos alunos; não há instrumentos formais de avaliação; o foco está na autoavaliação e na reflexão individual sobre o processo de aprendizagem.
Está correto o que afirma em
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Na sala de aula de história, o clima é de expectativa enquanto os alunos do ensino médio se acomodam em seus lugares. O
professor introduz o tema do dia: a revolução industrial. Com gestos animados, ele apresenta uma variedade de fontes
primárias, incluindo textos, imagens e mapas da época, dispostos em mesas ao redor da sala. Os alunos observam com
curiosidade, ansiosos para explorar os documentos históricos que estão diante deles. Divididos em grupos, os alunos
mergulham nas fontes, discutindo suas impressões e analisando cada detalhe com olhos atentos. Alguns folheiam os textos
antigos com expressões concentradas, enquanto outros estudam minuciosamente as imagens, buscando pistas sobre as
condições de trabalho nas fábricas ou as transformações nas cidades. Os mapas são examinados com interesse, revelando
as mudanças geográficas decorrentes do avanço industrial. À medida que as discussões se desenrolam, os alunos
compartilham suas descobertas, levantando questões intrigantes e fazendo conexões entre as diferentes fontes. O professor
circula entre os grupos, oferecendo orientação e estimulando as reflexões, enquanto os alunos se envolvem ativamente na
análise e interpretação das informações. Após análise, os grupos se reúnem para elaborar o cartaz final. Com a colaboração
de todos, ideias são debatidas e decisões são tomadas em conjunto. Cada grupo trabalha em seu cartaz, utilizando cores
vibrantes, imagens impactantes e textos elucidativos para transmitir suas conclusões sobre o impacto da revolução industrial
na sociedade. Ao final da aula, a sala está repleta de cartazes, cada um contando uma parte da história da revolução
industrial. O professor convida os alunos a compartilharem seus trabalhos e a turma se reúne em uma roda para uma
discussão final. Juntos, refletem sobre as descobertas feitas durante a aula e as lições aprendidas sobre o impacto histórico
da revolução industrial na sociedade moderna. Sabendo-se que a práxis de um professor é atravessada por diferentes
tendências, qual a tendência pedagógica melhor caracteriza essa aula?
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