Foram encontradas 20 questões.
Analise as assertivas que seguem acerca de medidas de
tendência central.
I. Ao se considerar um conjunto de trezentos e onze números, caso seja necessário determinar a mediana entre os números, será necessário utilizar-se do cálculo de uma média aritmética.
II. Um conjunto de cinco números tem a possibilidade dos números se repetirem dentro de si; a partir disso, tem-se apenas dois números diferentes dentro desse conjunto e há ao menos uma repetição de cada; a moda do conjunto será o elemento que tem três ocorrências nesse conjunto.
III. Caso seja conhecida a média aritmética de um conjunto de números, assim como todos os números que o compõe, exceto um, é possível calcular o valor desse único número que não se conhece.
Estão CORRETAS:
I. Ao se considerar um conjunto de trezentos e onze números, caso seja necessário determinar a mediana entre os números, será necessário utilizar-se do cálculo de uma média aritmética.
II. Um conjunto de cinco números tem a possibilidade dos números se repetirem dentro de si; a partir disso, tem-se apenas dois números diferentes dentro desse conjunto e há ao menos uma repetição de cada; a moda do conjunto será o elemento que tem três ocorrências nesse conjunto.
III. Caso seja conhecida a média aritmética de um conjunto de números, assim como todos os números que o compõe, exceto um, é possível calcular o valor desse único número que não se conhece.
Estão CORRETAS:
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Em um pequeno estacionamento de um órgão público há
10 vagas disponíveis. Em uma manhã específica, há 9 das vagas
ocupadas, sendo que dois dos carros são azuis, dois são
vermelhos, três são pretos, um é verde e um é prata. Qual das
alternativas traz, respectivamente, a probabilidade
aproximada de o primeiro carro a sair do estacionamento ser
um vermelho, a probabilidade aproximada do próximo carro a
sair ser um preto, e a probabilidade aproximada do próximo
carro a sair ser prata?
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Um anagrama pode ser compreendido como a construção
de uma nova palavra ou frase obtida através do rearranjo de
todas as letras de uma palavra ou frase original, utilizando cada
letra exatamente uma vez. Considere que as letras a seguir
formam uma palavra:
KLJNKAXZOI
A partir dessa palavra, é possível se obter uma quantidade específica de diferentes anagramas. Entretanto, para que a quantidade de diferentes anagramas seja 1.512.000 inferior, qual das alternativas traz uma possibilidade de alteração que, se feita na palavra, trará o resultado desejado?
KLJNKAXZOI
A partir dessa palavra, é possível se obter uma quantidade específica de diferentes anagramas. Entretanto, para que a quantidade de diferentes anagramas seja 1.512.000 inferior, qual das alternativas traz uma possibilidade de alteração que, se feita na palavra, trará o resultado desejado?
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Seja uma matriz formada por três linhas e três colunas, ou
seja, nove elementos. Os termos dessa matriz formam, em
determinada ordem, uma progressão aritmética. Os elementos
da primeira linha são chamados de 1°, 2° e 3°, da esquerda para
a direita; os da segunda linha, de 4°, 5° e 6°, da esquerda para
a direita; e os da terceira linha, de 7°, 8° e 9°, da esquerda para
a direita. Se a progressão, de primeiro elemento - o 5°
elemento da matriz - igual a 7 e razão igual a 2, se dá na ordem
dos elementos abaixo destacados, qual das alternativas
apresenta o determinante dessa matriz?
5°; 7°; 1°; 4°; 9°; 2°; 3°; 6°; 8°
5°; 7°; 1°; 4°; 9°; 2°; 3°; 6°; 8°
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Considere que existe um bloco de argila em formato de
paralelepípedo, com comprimento igual a 1,8 metros, largura
igual a 1,6 metros e altura igual a 1,4 metros. Foi necessário
retirar, de metade das faces do bloco, exatamente o volume de
uma pirâmide de base quadrada com lado da base e altura
medindo 60 centímetros. Nesse sentido, após a remoção dos
volumes de pirâmides, qual das alternativas apresenta o que
resta do volume do bloco de argila.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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