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Publicado por Côrtes e Lessa (1955), o “Manual de danças gaúchas” elenca as consagradas danças gaúchas com sapateado e sem sapateado. Fazem parte das danças sem sapateado:
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Permitindo movimentos em todos os três planos, a coluna vertebral é um segmento complexo do corpo humano muito importante para as movimentações nas danças. A coluna vertebral consiste em uma pilha sinuosa de 33 vértebras divididas estruturalmente em cinco regiões: cervical, torácica, lombar, sacro e cóccix. Sobre a porção cervical, conforme Hall (2016), podemos afirmar que esta consiste em um conjunto de:
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Em um estudo que objetivou investigar e descrever quais são as regiões mais acometidas por lesões musculoarticulares devido à prática da dança tradicional gaúcha, Carine Paula Samoyedem e Tatiana Comerlato (2019) relatam que os membros inferiores foram os pontos com mais queixas, sendo que a maior prevalência de dor ou desconforto foi no joelho com 28,20%, seguido do tornozelo com 10,90%. Sobre o joelho, especificamente, na obra “Biomecânica Básica” (2016), Susan Hall apresenta-o como exemplo de:
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No contexto das danças gauchescas, os pés desempenham importante papel nos sapateados. Os pés são compostos por vários ossos articulados, formando as articulações subtalar, tarsometatarsais, intermetatarsais, metatarsofalângicas e interfalângicas. São ossos presentes nos pés:
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Os passos, na dança, são geralmente iniciados com o pé esquerdo, pelo homem, e com o pé direito, pela mulher, segundo Côrtes e Lessa (1955). Elencando passos das tradicionais danças gauchescas, os autores abordam: passos-de-marcha; passos-duplos-de-marcha; passo-de-juntar; passo-de-valsa; passo-de-rancheira; passo-de-recuo; entre outros. Sobre este último, o passo-de-recuo, pressupondo-se que os pés, inicialmente, estejam juntos, trata-se de:
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Dentre um amplo conjunto de danças gauchescas elencadas por Côrtes e Lessa (1955) e reafirmadas por Ourique (2010), existe aquela de origem primitiva e universal, com características das contra-danças, em que os dançarinos executam as evoluções em torno de um mastro de aproximadamente 3 m de altura, chamada:
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Ao tratar das danças tradicionais gaúchas, Côrtes e Lessa (1955, p. 22) expõem que “Se, ao dançar, o dançarino desloca seus pés de um lado para outro, ele está executando ‘passos’. Se tais movimentos são efetuados no mesmo lugar sem que o dançarino avance nem recue, trata-se de ‘marcações’ de passos”. Nesse sentido, pensando sobre as danças do antigo fandango, somente o homem “sapateia”, pois a mulher se limita a:
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De acordo com Oliven (2006), em sua obra nomeada “A parte e o todo: a diversidade cultural no Brasil-nação”, as danças tradicionais gaúchas originaram-se das antigas danças brasileiras e daquelas trazidas pelos imigrantes. Estas danças aqui se “agaucharam”, e, segundo o autor, foram marcadas por duas, das principais características da alma do gaúcho:
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Aventurando-se no desafio de elaborar o “Manual de danças gaúchas” (1955), Côrtes e Lessa discorrem que, no campo das danças, a mais típica representação tradicional do Rio Grande do Sul caracteriza-se por uma série de cantigas entremeiadas de sapateado e é chamada:
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Organizada por Alexandre Ourique (2010), a obra “Danças Tradicionais Gaúchas” relata que, no contexto das danças gauchescas, o sapateio é executado pelos homens e engloba o chamado “bate pé”, que consiste em sapatear com toda a planta do pé no solo, geralmente alternando as batidas no solo com um pé e outro. Segundo o autor, é assim que os peões vão formando sapateados através das bases que possuem:
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