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Em um triângulo retângulo, a altura relativa à hipotenusa mede 12 cm. As projeções dos catetos sobre a hipotenusa formam duas partes, sendo uma delas com 9 cm. Então, a outra projeção é igual a:
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A Pressão (P) de um gás é inversamente proporcional ao seu Volume (V). Um professor verifica que a Pressão é de 40 Pa quando o volume é 10 m³. Caso o volume seja reduzido para 5 m³, a nova pressão será um valor igual a:
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O volume de um cubo é igual a 216 cm³. O valor da área total do cubo, em m², é igual a:
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A soma das idades de Mariah e Lara é 35 anos. A idade de Mariah é 5 anos a mais que a idade de Lara. A idade de Mariah é igual a:
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Uma loja de roupa realiza uma pesquisa, em determinado período, sobre a quantidade de um certo item vendido e obtém a tabela abaixo:

De acordo com os dados obtidos, a média mensal de itens vendidos é igual a:
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O número X que, quando dividido por 8 e por 12, deixa resto de 3 em ambos os casos. Esse resto é igual a:
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Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
A única alternativa que está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
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Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
“Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo” (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem valor de:
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Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
De acordo com as informações do texto, a única sequência que apresenta uma correta ordem cronológica dos fatos é:
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Leia o texto a seguir, de Juliano Martins:
Fuga do cão
Era uma perseguição implacável. Injusta, poderia dizer. Afinal, como duas pernas podem competir contra quatro?
Enquanto corria tanto quanto podia, percebia em assustadores relances que o cachorro ia alcançá-lo.
Podia ouvir os sons guturais que provinham das entranhas do quadrúpede sedento de sangue.
Neste momento, ao perceber o fôlego lhe faltando, Jonas se arrependeu. Maldita hora que decidira entrar pelo portão deixado aberto pelo vizinho para pegar algumas frutas. Seus pais não haviam lhe ensinado tão incisivamente que pegar bens alheios é roubo?
Malditas laranjas suculentas, pensou!
Tarde demais para lamentos. Entrara no quintal do vizinho sem autorização, despertara o cão raivoso e agora fugia do facínora.
Em certo momento, nem sentia as pernas – eram tão rápidas que dispensavam qualquer coordenação. Jamais imaginaria ser capaz de correr tanto assim.
Tanto correu que, de repente, descobriu-se em outro bairro. Parou, resfolegando como um cavalo. Olhou para trás e descobriu que o cachorro desaparecera.
Deu um grito de alegria ao perceber que fora mais rápido do que o cão. Quem poderia imaginar? Enfim, duas pernas venceram quatro! O feito renderia muitas histórias entre os amigos.
E isto sem contar o fato de que o susto servira para lhe ensinar uma importante lição: da próxima vez, ouviria os pais e a voz da consciência.
Foi quando um quintal alheio lhe chamou a atenção. Ao lado da casa, Jonas se deparou com uma cintilante árvore carregada de malditas laranjas suculentas!
Fonte: https://corrosiva.com.br/cronicas/fuga-do-cao/. Acesso em 02/09/2025
Na perseguição do cachorro a Jonas, há uma relação de causa e consequência, que é a seguinte:
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