Foram encontradas 80 questões.
Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O que são 'pessoas cortisol' e como se proteger delas?
1 Quando alguém boceja, neurônios-espelho são
2 ativados e fazem com que você boceje junto, quase
3 involuntariamente. A mesma coisa acontece quando
4 uma pessoa estressada, ansiosa ou angustiada está
5 por perto: ela espalha seu desconforto para aqueles ao
6 seu redor.
7 Foram os pesquisadores Howard Friedman e
8 Ronald Riggio, da Universidade da Califórnia, que, na
9 década de 1980, descobriram que se alguém dentro do
10 campo visual estiver ansioso ou for excessivamente
11 expressivo, seja verbalmente ou não verbalmente, há
12 uma grande probabilidade de que também
13 experimente as mesmas emoções.
14 Eles são apelidados de "pessoas do cortisol" em
15 referência ao hormônio do estresse e ao contágio
16 emocional que desencadeia uma cascata de
17 mudanças fisiológicas. Palpitações, suor, respiração
18 rápida e músculos tensos são, para citar alguns, os
19 sintomas clássicos que eles transmitem.
20 "O cortisol é ativado como uma resposta biológica
21 a uma ameaça, mas quando sustentado ao longo do
22 tempo, acaba causando exaustão física, emocional e
23 relacional", diz Micaela Zappino, psicóloga
24 especializada em saúde mental. Para ela, não se trata
25 mais de um sintoma físico ou emocional passageiro,
26 mas de pessoas que percebem tudo o que é externo
27 como uma ameaça constante. E acrescenta: "O que
28 era originalmente uma defesa torna-se seu modo de
29 vida".
30 "Estar perto de alguém que constantemente
31 percebe o mundo como hostil pode criar um tipo de
32 clima emocional no qual a pessoa também acaba
33 agindo a partir do medo", diz Zappino.
34 O periódico de saúde da Universidade de Harvard
35 relata que, quando alguém é exposto ao estresse, sua
36 amígdala - a área do cérebro que contribui para o
37 processamento emocional - envia um sinal de
38 socorro ao hipotálamo. "Essa área do cérebro funciona
39 como uma central de comando, comunicando-se com
40 o resto do corpo por meio do sistema nervoso para que
41 a pessoa tenha a energia necessária para lutar ou
42 fugir", afirma.
43 Vale ressaltar que o estresse pode desencadear
44 ou piorar diversas condições de saúde, o que levou um
45 grupo de pesquisadores a escrever em 2017 que "a
46 comunidade médica precisa valorizar mais o papel
47 significativo que o estresse pode desempenhar em
48 diversas doenças".
49 Lucila Bergonzi, psicóloga clínica especializada
50 em terapia de adultos, casais e famílias e criadora de
51 conteúdo sobre saúde mental, explica que, para uma
52 "pessoa em cortisol" se comportar de maneira
53 constantemente estressante, deve haver uma causa
54 subjacente que a levou a fazer isso. "Eles tendem a ser
55 indivíduos que cresceram em ambientes inseguros ou
56 imprevisíveis, e seu sistema nervoso ficou obcecado
57 em conseguir sobreviver", diz. "É como se eles
58 tivessem convivido com tempestades por tanto tempo
59 que, mesmo quando o sol aparece, eles ainda andam
60 por aí com seus guarda-chuvas abertos", acrescenta.
61 Eles drenam sua energia e a das pessoas ao seu
62 redor, vivem irritados, ansiosos, e esse
63 comportamento tem consequências diretas em seu
64 estilo de vida. Bergonzi cita como consequências a
65 diminuição da qualidade do sono, da concentração, do
66 humor e, principalmente, da saúde mental.
67 "De uma perspectiva psicanalítica, podemos
68 pensar que, quando o 'eu' é tomado pela ansiedade,
69 ele não consegue mais simbolizar ou processar o que
70 está acontecendo com ele. Então, o corpo começa a
71 falar por ele", diz Zappino sobre os sintomas. "Quando
72 o estresse deixa de ser funcional, o corpo e a psique
73 gritam."
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/08/o-que-sao-pessoas-cortisol-e-como-se-proteger-delas ghtml (adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA com base nas informações do texto.
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O que são 'pessoas cortisol' e como se proteger delas?
1 Quando alguém boceja, neurônios-espelho são
2 ativados e fazem com que você boceje junto, quase
3 involuntariamente. A mesma coisa acontece quando
4 uma pessoa estressada, ansiosa ou angustiada está
5 por perto: ela espalha seu desconforto para aqueles ao
6 seu redor.
7 Foram os pesquisadores Howard Friedman e
8 Ronald Riggio, da Universidade da Califórnia, que, na
9 década de 1980, descobriram que se alguém dentro do
10 campo visual estiver ansioso ou for excessivamente
11 expressivo, seja verbalmente ou não verbalmente, há
12 uma grande probabilidade de que também
13 experimente as mesmas emoções.
14 Eles são apelidados de "pessoas do cortisol" em
15 referência ao hormônio do estresse e ao contágio
16 emocional que desencadeia uma cascata de
17 mudanças fisiológicas. Palpitações, suor, respiração
18 rápida e músculos tensos são, para citar alguns, os
19 sintomas clássicos que eles transmitem.
20 "O cortisol é ativado como uma resposta biológica
21 a uma ameaça, mas quando sustentado ao longo do
22 tempo, acaba causando exaustão física, emocional e
23 relacional", diz Micaela Zappino, psicóloga
24 especializada em saúde mental. Para ela, não se trata
25 mais de um sintoma físico ou emocional passageiro,
26 mas de pessoas que percebem tudo o que é externo
27 como uma ameaça constante. E acrescenta: "O que
28 era originalmente uma defesa torna-se seu modo de
29 vida".
30 "Estar perto de alguém que constantemente
31 percebe o mundo como hostil pode criar um tipo de
32 clima emocional no qual a pessoa também acaba
33 agindo a partir do medo", diz Zappino.
34 O periódico de saúde da Universidade de Harvard
35 relata que, quando alguém é exposto ao estresse, sua
36 amígdala - a área do cérebro que contribui para o
37 processamento emocional - envia um sinal de
38 socorro ao hipotálamo. "Essa área do cérebro funciona
39 como uma central de comando, comunicando-se com
40 o resto do corpo por meio do sistema nervoso para que
41 a pessoa tenha a energia necessária para lutar ou
42 fugir", afirma.
43 Vale ressaltar que o estresse pode desencadear
44 ou piorar diversas condições de saúde, o que levou um
45 grupo de pesquisadores a escrever em 2017 que "a
46 comunidade médica precisa valorizar mais o papel
47 significativo que o estresse pode desempenhar em
48 diversas doenças".
49 Lucila Bergonzi, psicóloga clínica especializada
50 em terapia de adultos, casais e famílias e criadora de
51 conteúdo sobre saúde mental, explica que, para uma
52 "pessoa em cortisol" se comportar de maneira
53 constantemente estressante, deve haver uma causa
54 subjacente que a levou a fazer isso. "Eles tendem a ser
55 indivíduos que cresceram em ambientes inseguros ou
56 imprevisíveis, e seu sistema nervoso ficou obcecado
57 em conseguir sobreviver", diz. "É como se eles
58 tivessem convivido com tempestades por tanto tempo
59 que, mesmo quando o sol aparece, eles ainda andam
60 por aí com seus guarda-chuvas abertos", acrescenta.
61 Eles drenam sua energia e a das pessoas ao seu
62 redor, vivem irritados, ansiosos, e esse
63 comportamento tem consequências diretas em seu
64 estilo de vida. Bergonzi cita como consequências a
65 diminuição da qualidade do sono, da concentração, do
66 humor e, principalmente, da saúde mental.
67 "De uma perspectiva psicanalítica, podemos
68 pensar que, quando o 'eu' é tomado pela ansiedade,
69 ele não consegue mais simbolizar ou processar o que
70 está acontecendo com ele. Então, o corpo começa a
71 falar por ele", diz Zappino sobre os sintomas. "Quando
72 o estresse deixa de ser funcional, o corpo e a psique
73 gritam."
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/08/o-que-sao-pessoas-cortisol-e-como-se-proteger-delas ghtml (adaptado).
Sobre o conteúdo e os efeitos de sentido do texto, assinale a alternativa cuja interpretação está INCORRETA.
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O que são 'pessoas cortisol' e como se proteger delas?
1 Quando alguém boceja, neurônios-espelho são
2 ativados e fazem com que você boceje junto, quase
3 involuntariamente. A mesma coisa acontece quando
4 uma pessoa estressada, ansiosa ou angustiada está
5 por perto: ela espalha seu desconforto para aqueles ao
6 seu redor.
7 Foram os pesquisadores Howard Friedman e
8 Ronald Riggio, da Universidade da Califórnia, que, na
9 década de 1980, descobriram que se alguém dentro do
10 campo visual estiver ansioso ou for excessivamente
11 expressivo, seja verbalmente ou não verbalmente, há
12 uma grande probabilidade de que também
13 experimente as mesmas emoções.
14 Eles são apelidados de "pessoas do cortisol" em
15 referência ao hormônio do estresse e ao contágio
16 emocional que desencadeia uma cascata de
17 mudanças fisiológicas. Palpitações, suor, respiração
18 rápida e músculos tensos são, para citar alguns, os
19 sintomas clássicos que eles transmitem.
20 "O cortisol é ativado como uma resposta biológica
21 a uma ameaça, mas quando sustentado ao longo do
22 tempo, acaba causando exaustão física, emocional e
23 relacional", diz Micaela Zappino, psicóloga
24 especializada em saúde mental. Para ela, não se trata
25 mais de um sintoma físico ou emocional passageiro,
26 mas de pessoas que percebem tudo o que é externo
27 como uma ameaça constante. E acrescenta: "O que
28 era originalmente uma defesa torna-se seu modo de
29 vida".
30 "Estar perto de alguém que constantemente
31 percebe o mundo como hostil pode criar um tipo de
32 clima emocional no qual a pessoa também acaba
33 agindo a partir do medo", diz Zappino.
34 O periódico de saúde da Universidade de Harvard
35 relata que, quando alguém é exposto ao estresse, sua
36 amígdala - a área do cérebro que contribui para o
37 processamento emocional - envia um sinal de
38 socorro ao hipotálamo. "Essa área do cérebro funciona
39 como uma central de comando, comunicando-se com
40 o resto do corpo por meio do sistema nervoso para que
41 a pessoa tenha a energia necessária para lutar ou
42 fugir", afirma.
43 Vale ressaltar que o estresse pode desencadear
44 ou piorar diversas condições de saúde, o que levou um
45 grupo de pesquisadores a escrever em 2017 que "a
46 comunidade médica precisa valorizar mais o papel
47 significativo que o estresse pode desempenhar em
48 diversas doenças".
49 Lucila Bergonzi, psicóloga clínica especializada
50 em terapia de adultos, casais e famílias e criadora de
51 conteúdo sobre saúde mental, explica que, para uma
52 "pessoa em cortisol" se comportar de maneira
53 constantemente estressante, deve haver uma causa
54 subjacente que a levou a fazer isso. "Eles tendem a ser
55 indivíduos que cresceram em ambientes inseguros ou
56 imprevisíveis, e seu sistema nervoso ficou obcecado
57 em conseguir sobreviver", diz. "É como se eles
58 tivessem convivido com tempestades por tanto tempo
59 que, mesmo quando o sol aparece, eles ainda andam
60 por aí com seus guarda-chuvas abertos", acrescenta.
61 Eles drenam sua energia e a das pessoas ao seu
62 redor, vivem irritados, ansiosos, e esse
63 comportamento tem consequências diretas em seu
64 estilo de vida. Bergonzi cita como consequências a
65 diminuição da qualidade do sono, da concentração, do
66 humor e, principalmente, da saúde mental.
67 "De uma perspectiva psicanalítica, podemos
68 pensar que, quando o 'eu' é tomado pela ansiedade,
69 ele não consegue mais simbolizar ou processar o que
70 está acontecendo com ele. Então, o corpo começa a
71 falar por ele", diz Zappino sobre os sintomas. "Quando
72 o estresse deixa de ser funcional, o corpo e a psique
73 gritam."
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/08/o-que-sao-pessoas-cortisol-e-como-se-proteger-delas ghtml (adaptado).
Analise as assertivas a seguir, com base nas ideias desenvolvidas no texto:
I. O termo "pessoas do cortisol" refere-se àqueles que, por estarem constantemente estressados, provocam reações emocionais e fisiológicas nos que estão ao seu redor.
II. A presença contínua de uma pessoa ansiosa pode transformar o ambiente em um espaço regido por medo e insegurança, mesmo entre pessoas emocionalmente estáveis.
III. O texto sugere que o estresse é sempre um fator negativo, sem reconhecer sua função original como mecanismo de defesa e sobrevivência.
IV. A comparação com o guarda-chuva ilustra como indivíduos em estado de alerta constante mantêm reações defensivas mesmo na ausência real de perigo.
Estão CORRETAS:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
Sobre a oração O paralelo, aliás, vai além (l.23), analise as assertivas quanto às classes gramaticais das palavras destacadas:
I. A palavra O é um artigo definido, que determina o substantivo paralelo.
II. A palavra paralelo, nesse contexto, é um substantivo comum, pois nomeia uma ideia abstrata.
III. O termo aliás funciona como advérbio de condição, reforçando o argumento apresentado anteriormente.
IV. A palavra além é um advérbio, indicando ideia de extensão ou continuação.
Estão CORRETAS:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
No trecho Em 2015, os desenhos eram flores e jardins (l.28), a vírgula tem papel essencial para a clareza da frase. Com base nas regras de pontuação da Língua Portuguesa, é CORRETO afirmar que a virgula foi usada nesse caso para:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
Com relação à acentuação gráfica de vocábulos do texto, é correto afirmar que a palavra ____________ é acentuada por apresentar uma vogal tônica que forma hiato com a vogal anterior.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
No trecho Quando eu era criança, saímos para jantar (l.8), observa-se a presença de uma oração subordinada que cumpre função específica dentro do período composto. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que a oração sublinhada:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
O texto aborda a retomada de práticas da infância por adultos contemporâneos, associando esse movimento à busca por saúde mental e reconexão afetiva. Com base nessa leitura, assinale a alternativa INCORRETA.
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
Acerca das ideias do texto, analise as assertivas:
I. O fenômeno recente dos livros de colorir revela uma tendência de retorno à infância como tentativa de enfrentar os desafios emocionais da vida adulta.
II. O autor expressa contrariedade ao uso de canetinhas coloridas por adultos, pois considera isso um sinal de regressão psicológica.
III. A escolha de desenhos nostálgicos e afetivos contribui para a sensação de acolhimento e pausa no ritmo frenético da vida moderna.
IV. A frase final do texto, que dialoga com uma música de Cazuza, reforça o paradoxo entre o movimento do tempo e a necessidade humana de desacelerar.
Estão CORRETAS:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
O tempo (não) para
- Existe algo curioso e ligeiramente engraçado no
- fato de adultos estarem viciados em livros de colorir.
- Se antes os desenhos fofos e divertidos eram restritos
- às crianças e seus lápis de cor, a destruição silenciosa
- da saúde mental nos últimos anos tem nos feito
- recorrer ao óbvio: tem vezes que voltar ao início é
- fundamental para que possamos seguir existindo.
- Quando eu era criança, saíamos para jantar e
- meus pais levavam junto um estojo com lápis e
- canetinha. Eu me debruçava sobre os papéis de mesa
- e rabiscava a noite toda, feliz da vida. Hoje, vemos "o
- futuro repetir o passado": nos últimos meses, só os
- livros da marca Bobbie Goods (os mais conhecidos e
- responsáveis pelo fenômeno atual) venderam mais de
- 150 mil exemplares apenas no Brasil.
- Algo semelhante foi observado 10 anos atrás,
- quando os livros de colorir dominaram as prateleiras
- e rapidamente viraram febre. Se na década passada
- eles impulsionaram a venda dos lápis de cor, agora
- são as canetinhas de cores vibrantes que
- acompanham o hobby criativo que tem salvado a rotina
- de muitos adultos.
- O paralelo, aliás, vai além: também estamos
- repetindo o passado ao perceber que esse resgate do
- "eu" tem sido urgente. De alguma forma, tem sido
- necessário revisitar os tempos em que tudo parecia
- mais simples e bonito — tal qual colorir uma página em
- branco. Em 2010, os desenhos eram flores e jardins.
- Agora deram espaço a ilustrações aconchegantes,
- nostálgicas de ursos e bichinhos vivendo pequenas
- alegrias do dia a dia. É mais que uma válvula de
- escape para o caos moderno — é uma forma de
- reduzir o ruído interno, estimular a atenção plena e
- aliviar a ansiedade
- A metáfora, aqui, estende-se por uma vida toda.
- Voltamos aos primeiros anos não só em busca de
- reconforto, mas também na tentativa de colorir a
- própria apatia do mundo em que temos vivido. Assim,
- nos debruçamos em cores vívidas porque tem nos
- faltado o bruto, o pessoal, o feito ____ mão, o rabisco,
- o poético. Não ___ toa, enquanto escritor, meus livros
- mais vendidos são aqueles que escrevo ___ próprio
- punho, abrindo uma porta para a imersão de um leitor
- que tem estado em extinção. Aliás, quem é que não
- tem se sentindo assim ultimamente?
- É, Cazuza... o tempo não para. Mas às vezes, a
- gente precisa e acaba parando (nem que seja para
- colorir). Menos mal.
Autor: Pedro Guerra — GZH (adaptado)
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas das linhas 40, 41 e 42?
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