Foram encontradas 38 questões.
Analise a sentença a seguir.
O grupo de pessoas _________ em dois para a viagem. Mariana com sua mãe ______ de carro pela manhã. Já Ciro, com seus amigos, _____ no turno da tarde, de ônibus.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores
O grupo de pessoas _________ em dois para a viagem. Mariana com sua mãe ______ de carro pela manhã. Já Ciro, com seus amigos, _____ no turno da tarde, de ônibus.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores
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Leia o trecho a seguir.
“Apesar de você Amanhã há de ser outro dia Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia?”
(“Apesar de você” – Chico Buarque)
A conjunção destacada na letra dessa música tem valor
“Apesar de você Amanhã há de ser outro dia Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia?”
(“Apesar de você” – Chico Buarque)
A conjunção destacada na letra dessa música tem valor
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
Tal crítica está corretamente sintetizada em:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
“O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos remédios demais, e para tratar gente que passaria bem sem eles.”
A ideia sintetizada nesse trecho também está presente em:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente
saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos
remédios demais, e para tratar gente que passaria bem
sem eles. Frances é professor emérito da Universidade
Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e
1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico
e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro
publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria
que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e
faz recomendações de como tratá-los. A equipe que
ele liderou foi a responsável por incluir problemas como
Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno
bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam
atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior
possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente
no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de
doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos
errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas
doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual,
achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis
foram consideradas doentes – e passaram a receber
medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos
pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que
estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele.
Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva
em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365
páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele,
desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia
provocada por problemas alheios a nossa vontade –
como o desemprego ou a instabilidade política em um
país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento
de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os
males da medicalização excessiva, a influência da
indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer
de um transtorno mental questionável: o transtorno da
compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM,
que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o
que é um comportamento normal e o que é um transtorno
mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma
fronteira clara que separe essas duas condições, o que é
normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos
inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual
nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge
ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito
claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos
severos. Temos tratamentos para esses males,
como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes,
mas que recebem pouco financiamento no mundo.
De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas
pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo
quase virtualmente impossível. E, comumente, essa
tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos.
Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis.
Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por
muitos problemas econômicos e políticos recentemente.
Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado
por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem
estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou
mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é
justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com
essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que
existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas
pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta
dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que
a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam
uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não
é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é
resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar.
Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo.
Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida,
quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu
humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que
ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se
fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade,
aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas
pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções
sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções
médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente
leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode
causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
São causas dessa melhora, exceto:
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Assinale a alternativa na qual a concordância dos verbos
está de acordo com a norma-padrão.
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Questão presente nas seguintes provas
160884
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Provas:
Leia os trechos de entrevistas de sobreviventes do
rompimento da barragem do Fundão.
“Eu cheguei a um quadro alguns meses atrás que parecia que viver ou morrer era a mesma coisa. Perdi a vontade, a perspectiva foi a zero. Mas quando tenho esses pensamentos, eu lembro do meu pai que está com 88 anos e vai precisar muito de mim ainda. Nós morávamos a 10 metros de distância. Hoje ele está em outra casa, e eu estou a dois quilômetros dele. Ele chora por causa dessa situação e aquilo corta o coração da gente.” “O ócio é muito triste. As pessoas estão em um processo de adoecimento porque, na cidade, o modo de vida é completamente alterado. E além de terem perdido suas atividades cotidianas, os vizinhos não se encontram mais. Algumas situações, como o alcoolismo, já existiam na comunidade, mas foram aguçadas após o rompimento da barragem.” “Ela já morava na parte alta de Gesteira, que não foi afetada, mas tinha uma relação muito forte com a casa onde eu morava, que tinha sido dos meus avós. Ela ia lá todos os dias, ajudava a cuidar da casa e do meu tio, que morava comigo e tem problemas mentais. Ela acabou tendo um problema de depressão muito forte. E até hoje não foi reconhecida como atingida.” Disponível em: <https://goo.gl/YTCrEC>. Acesso em: 3 nov. 2018 (Adaptação).
Os relatos acerca das consequências do rompimento da barragem de Fundão no município de Mariana, Minas Gerais, ocorrido em novembro de 2015, revelam que, além dos prejuízos materiais, parte das vítimas do acidente
“Eu cheguei a um quadro alguns meses atrás que parecia que viver ou morrer era a mesma coisa. Perdi a vontade, a perspectiva foi a zero. Mas quando tenho esses pensamentos, eu lembro do meu pai que está com 88 anos e vai precisar muito de mim ainda. Nós morávamos a 10 metros de distância. Hoje ele está em outra casa, e eu estou a dois quilômetros dele. Ele chora por causa dessa situação e aquilo corta o coração da gente.” “O ócio é muito triste. As pessoas estão em um processo de adoecimento porque, na cidade, o modo de vida é completamente alterado. E além de terem perdido suas atividades cotidianas, os vizinhos não se encontram mais. Algumas situações, como o alcoolismo, já existiam na comunidade, mas foram aguçadas após o rompimento da barragem.” “Ela já morava na parte alta de Gesteira, que não foi afetada, mas tinha uma relação muito forte com a casa onde eu morava, que tinha sido dos meus avós. Ela ia lá todos os dias, ajudava a cuidar da casa e do meu tio, que morava comigo e tem problemas mentais. Ela acabou tendo um problema de depressão muito forte. E até hoje não foi reconhecida como atingida.” Disponível em: <https://goo.gl/YTCrEC>. Acesso em: 3 nov. 2018 (Adaptação).
Os relatos acerca das consequências do rompimento da barragem de Fundão no município de Mariana, Minas Gerais, ocorrido em novembro de 2015, revelam que, além dos prejuízos materiais, parte das vítimas do acidente
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Questão presente nas seguintes provas
160881
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Provas:
Leia o gráfico a seguir

GUIA DO ESTUDANTE ATUALIDADES VESTIBULAR + ENEM. Ed. 28. São Paulo: Editora Abril, 2º Semestre 2018 (Adaptação).
Com base na tabela anterior, analise as seguintes afirmativas sobre o comércio exterior brasileiro, entre os anos de 2007 e 2017, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( )Em 2011, embora o Brasil tenha batido recorde de exportações, o grande volume de importações impediu a ocorrência de superávit. ( )Em 2013, houve um recorde de importação, o que gerou um saldo negativo de quase 4 bilhões de dólares, pior resultado de todo o período retratado. ( )Em 2017, ocorreu um superávit recorde, alcançado, principalmente, com a exportação de commodities, como soja e petróleo bruto. ( )Em 2014, ocorreu o único déficit do período, consequência, entre outras razões, do grande volume importado de produtos industrializados de alto valor agregado.
Assinale a sequência correta.

GUIA DO ESTUDANTE ATUALIDADES VESTIBULAR + ENEM. Ed. 28. São Paulo: Editora Abril, 2º Semestre 2018 (Adaptação).
Com base na tabela anterior, analise as seguintes afirmativas sobre o comércio exterior brasileiro, entre os anos de 2007 e 2017, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( )Em 2011, embora o Brasil tenha batido recorde de exportações, o grande volume de importações impediu a ocorrência de superávit. ( )Em 2013, houve um recorde de importação, o que gerou um saldo negativo de quase 4 bilhões de dólares, pior resultado de todo o período retratado. ( )Em 2017, ocorreu um superávit recorde, alcançado, principalmente, com a exportação de commodities, como soja e petróleo bruto. ( )Em 2014, ocorreu o único déficit do período, consequência, entre outras razões, do grande volume importado de produtos industrializados de alto valor agregado.
Assinale a sequência correta.
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