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Pessoas com depressão são mais suscetíveis a desinformação sobre vacina de Covid
Pessimismo característico dos sintomas depressivos faz com que esses indivíduos acreditem mais em notícias falsas envolvendo o imunizante – e resistam à vacinação
Pessoas deprimidas tendem a enxergar o mundo de um ponto de vista mais pessimista – muitas vezes como um lugar sombrio e perigoso. Por isso, essas pessoas também são mais suscetíveis a notícias falsas envolvendo a vacina contra a Covid-19, segundo pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH), nos Estados Unidos. O estudo apontando a correlação foi publicado na última sexta-feira (21) na revista JAMA Network Open.
A depressão, apontam os cientistas, contribui para uma tendência de se concentrar em informações negativas. "Nós nos perguntamos se as pessoas que veem o mundo dessa maneira também podem ser mais suscetíveis a acreditar em informações erradas sobre vacinas. Se você já acha que o mundo é um lugar perigoso, pode estar mais inclinado a acreditar que as vacinas são perigosas – mesmo que não sejam", afirma o autor principal do artigo, Roy H. Perlis, chefe associado de pesquisa do Departamento de Psiquiatria do MGH.
Portanto, quando uma pessoa deprimida se depara com uma notícia falsa falando sobre efeitos adversos letais da vacina tenderá a acreditar que o imunizante é perigoso ao invés de seguro. Para examinar essa tendência, os autores ouviram 15.464 adultos de todos os 50 estados dos EUA e de Washington, D.C. Essas pessoas responderam a dois questionários na internet entre maio e julho de 2021: o primeiro era relativo a sintomas depressivos e o segundo, às vacinas contra a Covid-19.
Com as respostas em mãos, o grupo de pesquisa investigou se havia uma correlação entre os sintomas depressivos e a tendência a acreditar em notícias falsas sobre a vacinação. Selecionaram, então, os questionários de pessoas com sinais moderados ou altos de depressão e perceberam que elas foram mais propensas a endossar pelo menos uma das quatro afirmações falsas sobre a vacina no questionário posterior.
A partir do experimento, o estudo aponta que pessoas deprimidas têm uma probabilidade 2,2 vezes maior de apoiar notícias falsas sobre a vacinação. Aqueles que endossam essas mentiras são 2,7 vezes mais propensos a não querer tomar o imunizante contra o Sars-CoV-2.
Dois meses depois de chegarem a esses números, os pesquisadores repetiram o questionário com 2.809 voluntários. O objetivo era checar se os sintomas depressivos eram anteriores à tendência de acreditar em notícias falsas e, assim, eliminar a hipótese de que eram as mentiras que estavam aumentando os índices de depressão. Notaram, novamente, a tendência de que pessoas que sofriam previamente de depressão tinham maior probabilidade de rejeitar a vacina.
"Embora não possamos concluir que a depressão causou essa suscetibilidade, olhar para uma segunda onda de dados pelo menos nos disse que a depressão veio antes da desinformação. Ou seja, não era a desinformação que estava deixando as pessoas mais deprimidas", afirma Perlis.
As descobertas do estudo acendem o alerta sobre a importância do tratamento da depressão em meio à pandemia. Os cientistas reforçam, ainda, que as pessoas depressivas não são culpadas por serem suscetíveis a essa desinformação sobre a vacina. "Nosso resultado sugere que, ao abordar os níveis extremamente altos de depressão neste país durante a Covid-19, podemos diminuir a suscetibilidade das pessoas à desinformação", conclui o pesquisador e psiquiatra.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2022/01/pessoas-com-depressao-sao-mais-suscetiveis-desinformacao-sobre-vacina-de-covid.html (acesso em: 31/01/2022)
"O objetivo era checar se os sintomas depressivos eram anteriores à tendência de acreditar em notícias falsas e, assim, eliminar a hipótese de que eram as mentiras que estavam aumentando os índices de depressão". Assinale a opção que o operador argumentativo NÃO apresenta o mesmo sentido de "assim".
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Pessoas com depressão são mais suscetíveis a desinformação sobre vacina de Covid
Pessimismo característico dos sintomas depressivos faz com que esses indivíduos acreditem mais em notícias falsas envolvendo o imunizante – e resistam à vacinação
Pessoas deprimidas tendem a enxergar o mundo de um ponto de vista mais pessimista – muitas vezes como um lugar sombrio e perigoso. Por isso, essas pessoas também são mais suscetíveis a notícias falsas envolvendo a vacina contra a Covid-19, segundo pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH), nos Estados Unidos. O estudo apontando a correlação foi publicado na última sexta-feira (21) na revista JAMA Network Open.
A depressão, apontam os cientistas, contribui para uma tendência de se concentrar em informações negativas. "Nós nos perguntamos se as pessoas que veem o mundo dessa maneira também podem ser mais suscetíveis a acreditar em informações erradas sobre vacinas. Se você já acha que o mundo é um lugar perigoso, pode estar mais inclinado a acreditar que as vacinas são perigosas – mesmo que não sejam", afirma o autor principal do artigo, Roy H. Perlis, chefe associado de pesquisa do Departamento de Psiquiatria do MGH.
Portanto, quando uma pessoa deprimida se depara com uma notícia falsa falando sobre efeitos adversos letais da vacina tenderá a acreditar que o imunizante é perigoso ao invés de seguro. Para examinar essa tendência, os autores ouviram 15.464 adultos de todos os 50 estados dos EUA e de Washington, D.C. Essas pessoas responderam a dois questionários na internet entre maio e julho de 2021: o primeiro era relativo a sintomas depressivos e o segundo, às vacinas contra a Covid-19.
Com as respostas em mãos, o grupo de pesquisa investigou se havia uma correlação entre os sintomas depressivos e a tendência a acreditar em notícias falsas sobre a vacinação. Selecionaram, então, os questionários de pessoas com sinais moderados ou altos de depressão e perceberam que elas foram mais propensas a endossar pelo menos uma das quatro afirmações falsas sobre a vacina no questionário posterior.
A partir do experimento, o estudo aponta que pessoas deprimidas têm uma probabilidade 2,2 vezes maior de apoiar notícias falsas sobre a vacinação. Aqueles que endossam essas mentiras são 2,7 vezes mais propensos a não querer tomar o imunizante contra o Sars-CoV-2.
Dois meses depois de chegarem a esses números, os pesquisadores repetiram o questionário com 2.809 voluntários. O objetivo era checar se os sintomas depressivos eram anteriores à tendência de acreditar em notícias falsas e, assim, eliminar a hipótese de que eram as mentiras que estavam aumentando os índices de depressão. Notaram, novamente, a tendência de que pessoas que sofriam previamente de depressão tinham maior probabilidade de rejeitar a vacina.
"Embora não possamos concluir que a depressão causou essa suscetibilidade, olhar para uma segunda onda de dados pelo menos nos disse que a depressão veio antes da desinformação. Ou seja, não era a desinformação que estava deixando as pessoas mais deprimidas", afirma Perlis.
As descobertas do estudo acendem o alerta sobre a importância do tratamento da depressão em meio à pandemia. Os cientistas reforçam, ainda, que as pessoas depressivas não são culpadas por serem suscetíveis a essa desinformação sobre a vacina. "Nosso resultado sugere que, ao abordar os níveis extremamente altos de depressão neste país durante a Covid-19, podemos diminuir a suscetibilidade das pessoas à desinformação", conclui o pesquisador e psiquiatra.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2022/01/pessoas-com-depressao-sao-mais-suscetiveis-desinformacao-sobre-vacina-de-covid.html (acesso em: 31/01/2022)
De acordo com informações do texto 3, há erro de escrita em:
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Pessoas com depressão são mais suscetíveis a desinformação sobre vacina de Covid
Pessimismo característico dos sintomas depressivos faz com que esses indivíduos acreditem mais em notícias falsas envolvendo o imunizante – e resistam à vacinação
Pessoas deprimidas tendem a enxergar o mundo de um ponto de vista mais pessimista – muitas vezes como um lugar sombrio e perigoso. Por isso, essas pessoas também são mais suscetíveis a notícias falsas envolvendo a vacina contra a Covid-19, segundo pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH), nos Estados Unidos. O estudo apontando a correlação foi publicado na última sexta-feira (21) na revista JAMA Network Open.
A depressão, apontam os cientistas, contribui para uma tendência de se concentrar em informações negativas. "Nós nos perguntamos se as pessoas que veem o mundo dessa maneira também podem ser mais suscetíveis a acreditar em informações erradas sobre vacinas. Se você já acha que o mundo é um lugar perigoso, pode estar mais inclinado a acreditar que as vacinas são perigosas – mesmo que não sejam", afirma o autor principal do artigo, Roy H. Perlis, chefe associado de pesquisa do Departamento de Psiquiatria do MGH.
Portanto, quando uma pessoa deprimida se depara com uma notícia falsa falando sobre efeitos adversos letais da vacina tenderá a acreditar que o imunizante é perigoso ao invés de seguro. Para examinar essa tendência, os autores ouviram 15.464 adultos de todos os 50 estados dos EUA e de Washington, D.C. Essas pessoas responderam a dois questionários na internet entre maio e julho de 2021: o primeiro era relativo a sintomas depressivos e o segundo, às vacinas contra a Covid-19.
Com as respostas em mãos, o grupo de pesquisa investigou se havia uma correlação entre os sintomas depressivos e a tendência a acreditar em notícias falsas sobre a vacinação. Selecionaram, então, os questionários de pessoas com sinais moderados ou altos de depressão e perceberam que elas foram mais propensas a endossar pelo menos uma das quatro afirmações falsas sobre a vacina no questionário posterior.
A partir do experimento, o estudo aponta que pessoas deprimidas têm uma probabilidade 2,2 vezes maior de apoiar notícias falsas sobre a vacinação. Aqueles que endossam essas mentiras são 2,7 vezes mais propensos a não querer tomar o imunizante contra o Sars-CoV-2.
Dois meses depois de chegarem a esses números, os pesquisadores repetiram o questionário com 2.809 voluntários. O objetivo era checar se os sintomas depressivos eram anteriores à tendência de acreditar em notícias falsas e, assim, eliminar a hipótese de que eram as mentiras que estavam aumentando os índices de depressão. Notaram, novamente, a tendência de que pessoas que sofriam previamente de depressão tinham maior probabilidade de rejeitar a vacina.
"Embora não possamos concluir que a depressão causou essa suscetibilidade, olhar para uma segunda onda de dados pelo menos nos disse que a depressão veio antes da desinformação. Ou seja, não era a desinformação que estava deixando as pessoas mais deprimidas", afirma Perlis.
As descobertas do estudo acendem o alerta sobre a importância do tratamento da depressão em meio à pandemia. Os cientistas reforçam, ainda, que as pessoas depressivas não são culpadas por serem suscetíveis a essa desinformação sobre a vacina. "Nosso resultado sugere que, ao abordar os níveis extremamente altos de depressão neste país durante a Covid-19, podemos diminuir a suscetibilidade das pessoas à desinformação", conclui o pesquisador e psiquiatra.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2022/01/pessoas-com-depressao-sao-mais-suscetiveis-desinformacao-sobre-vacina-de-covid.html (acesso em: 31/01/2022)
Sobre a estrutura do período "Pessoas com depressão são mais suscetíveis a desinformação sobre vacina de Covid", é CORRETO afirmar que:
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Pessoas com depressão são mais suscetíveis a desinformação sobre vacina de Covid
Pessimismo característico dos sintomas depressivos faz com que esses indivíduos acreditem mais em notícias falsas envolvendo o imunizante – e resistam à vacinação
Pessoas deprimidas tendem a enxergar o mundo de um ponto de vista mais pessimista – muitas vezes como um lugar sombrio e perigoso. Por isso, essas pessoas também são mais suscetíveis a notícias falsas envolvendo a vacina contra a Covid-19, segundo pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH), nos Estados Unidos. O estudo apontando a correlação foi publicado na última sexta-feira (21) na revista JAMA Network Open.
A depressão, apontam os cientistas, contribui para uma tendência de se concentrar em informações negativas. ―Nós nos perguntamos se as pessoas que veem o mundo dessa maneira também podem ser mais suscetíveis a acreditar em informações erradas sobre vacinas. Se você já acha que o mundo é um lugar perigoso, pode estar mais inclinado a acreditar que as vacinas são perigosas – mesmo que não sejam‖, afirma o autor principal do artigo, Roy H. Perlis, chefe associado de pesquisa do Departamento de Psiquiatria do MGH.
Portanto, quando uma pessoa deprimida se depara com uma notícia falsa falando sobre efeitos adversos letais da vacina tenderá a acreditar que o imunizante é perigoso ao invés de seguro. Para examinar essa tendência, os autores ouviram 15.464 adultos de todos os 50 estados dos EUA e de Washington, D.C. Essas pessoas responderam a dois questionários na internet entre maio e julho de 2021: o primeiro era relativo a sintomas depressivos e o segundo, às vacinas contra a Covid-19.
Com as respostas em mãos, o grupo de pesquisa investigou se havia uma correlação entre os sintomas depressivos e a tendência a acreditar em notícias falsas sobre a vacinação. Selecionaram, então, os questionários de pessoas com sinais moderados ou altos de depressão e perceberam que elas foram mais propensas a endossar pelo menos uma das quatro afirmações falsas sobre a vacina no questionário posterior.
A partir do experimento, o estudo aponta que pessoas deprimidas têm uma probabilidade 2,2 vezes maior de apoiar notícias falsas sobre a vacinação. Aqueles que endossam essas mentiras são 2,7 vezes mais propensos a não querer tomar o imunizante contra o Sars-CoV-2.
Dois meses depois de chegarem a esses números, os pesquisadores repetiram o questionário com 2.809 voluntários. O objetivo era checar se os sintomas depressivos eram anteriores à tendência de acreditar em notícias falsas e, assim, eliminar a hipótese de que eram as mentiras que estavam aumentando os índices de depressão. Notaram, novamente, a tendência de que pessoas que sofriam previamente de depressão tinham maior probabilidade de rejeitar a vacina.
"Embora não possamos concluir que a depressão causou essa suscetibilidade, olhar para uma segunda onda de dados pelo menos nos disse que a depressão veio antes da desinformação. Ou seja, não era a desinformação que estava deixando as pessoas mais deprimidas", afirma Perlis.
As descobertas do estudo acendem o alerta sobre a importância do tratamento da depressão em meio à pandemia. Os cientistas reforçam, ainda, que as pessoas depressivas não são culpadas por serem suscetíveis a essa desinformação sobre a vacina. "Nosso resultado sugere que, ao abordar os níveis extremamente altos de depressão neste país durante a Covid-19, podemos diminuir a suscetibilidade das pessoas à desinformação", conclui o pesquisador e psiquiatra.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2022/01/pessoas-com-depressao-sao-mais-suscetiveis-desinformacao-sobre-vacina-de-covid.html (acesso em: 31/01/2022)
Sobre o texto 3, analise as afirmações a seguir, indicando V para as afirmações verdadeiras e F para as afirmações falsas, em seguida, assinale a opção CORRETA.
( ) De acordo com o texto 3, as pessoas pessimistas tem 2,2 vezes mais chance de acreditar em notícias falsas.
( ) Pessoas que compartilham notícias falsas são 2,7 vezes mais propensos a não querer tomar vacinas.
( ) O tratamento da depressão poderia contribuir para a diminuição da produção de fake news.
( ) Uma pessoa deprimida tende a se concentrar em informações negativas como, por exemplo, os efeitos adversos letais da vacina.
( ) A depressão contribui para a desinformação e a desinformação contribui para a depressão, segundo Perlis.
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Pessoas com depressão são mais suscetíveis a desinformação sobre vacina de Covid
Pessimismo característico dos sintomas depressivos faz com que esses indivíduos acreditem mais em notícias falsas envolvendo o imunizante – e resistam à vacinação
Pessoas deprimidas tendem a enxergar o mundo de um ponto de vista mais pessimista – muitas vezes como um lugar sombrio e perigoso. Por isso, essas pessoas também são mais suscetíveis a notícias falsas envolvendo a vacina contra a Covid-19, segundo pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH), nos Estados Unidos. O estudo apontando a correlação foi publicado na última sexta-feira (21) na revista JAMA Network Open.
A depressão, apontam os cientistas, contribui para uma tendência de se concentrar em informações negativas. "Nós nos perguntamos se as pessoas que veem o mundo dessa maneira também podem ser mais suscetíveis a acreditar em informações erradas sobre vacinas. Se você já acha que o mundo é um lugar perigoso, pode estar mais inclinado a acreditar que as vacinas são perigosas – mesmo que não sejam", afirma o autor principal do artigo, Roy H. Perlis, chefe associado de pesquisa do Departamento de Psiquiatria do MGH.
Portanto, quando uma pessoa deprimida se depara com uma notícia falsa falando sobre efeitos adversos letais da vacina tenderá a acreditar que o imunizante é perigoso ao invés de seguro. Para examinar essa tendência, os autores ouviram 15.464 adultos de todos os 50 estados dos EUA e de Washington, D.C. Essas pessoas responderam a dois questionários na internet entre maio e julho de 2021: o primeiro era relativo a sintomas depressivos e o segundo, às vacinas contra a Covid-19.
Com as respostas em mãos, o grupo de pesquisa investigou se havia uma correlação entre os sintomas depressivos e a tendência a acreditar em notícias falsas sobre a vacinação. Selecionaram, então, os questionários de pessoas com sinais moderados ou altos de depressão e perceberam que elas foram mais propensas a endossar pelo menos uma das quatro afirmações falsas sobre a vacina no questionário posterior.
A partir do experimento, o estudo aponta que pessoas deprimidas têm uma probabilidade 2,2 vezes maior de apoiar notícias falsas sobre a vacinação. Aqueles que endossam essas mentiras são 2,7 vezes mais propensos a não querer tomar o imunizante contra o Sars-CoV-2.
Dois meses depois de chegarem a esses números, os pesquisadores repetiram o questionário com 2.809 voluntários. O objetivo era checar se os sintomas depressivos eram anteriores à tendência de acreditar em notícias falsas e, assim, eliminar a hipótese de que eram as mentiras que estavam aumentando os índices de depressão. Notaram, novamente, a tendência de que pessoas que sofriam previamente de depressão tinham maior probabilidade de rejeitar a vacina.
"Embora não possamos concluir que a depressão causou essa suscetibilidade, olhar para uma segunda onda de dados pelo menos nos disse que a depressão veio antes da desinformação. Ou seja, não era a desinformação que estava deixando as pessoas mais deprimidas", afirma Perlis.
As descobertas do estudo acendem o alerta sobre a importância do tratamento da depressão em meio à pandemia. Os cientistas reforçam, ainda, que as pessoas depressivas não são culpadas por serem suscetíveis a essa desinformação sobre a vacina. "Nosso resultado sugere que, ao abordar os níveis extremamente altos de depressão neste país durante a Covid-19, podemos diminuir a suscetibilidade das pessoas à desinformação", conclui o pesquisador e psiquiatra.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2022/01/pessoas-com-depressao-sao-mais-suscetiveis-desinformacao-sobre-vacina-de-covid.html (acesso em: 31/01/2022)
De acordo com o texto 3, assinale a opção INCORRETA:
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HÁ DOIS TIPOS DE PALAVRAS: AS PROPAROXÍTONAS E O RESTO
As proparoxítonas são o ápice da cadeia alimentar do léxico.
Estão para as outras palavras assim como os mamíferos para os artrópodes.
As palavras mais pernósticas são sempre proparoxítonas. Das mais lânguidas às mais lúgubres. Das anônimas às célebres.
Se o idioma fosse um espetáculo, permaneceriam longe do público, fingindo que fogem dos fotógrafos e se achando o máximo.
Para pronunciá-las, há que ter ânimo, falar com ímpeto - e, despóticas, ainda exigem acento na sílaba tônica!
Sob qualquer ângulo, a proparoxítona tem mais crédito.
É inequívoca a diferença entre o arruaceiro e o vândalo.
O inclinado e o íngreme.
O irregular e o áspero.
O grosso e o ríspido.
O brejo e o pântano.
O quieto e o tímido.
Uma coisa é estar na ponta – outra, no vértice.
Uma coisa é estar no topo – outra, no ápice.
Uma coisa é ser fedido – outra é ser fétido.
É fácil ser valente, mas é árduo ser intrépido.
Ser artesão não é nada, perto de ser artífice.
Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice.
(Este último parágrafo contém algo raríssimo: proparoxítonas que rimam. Porque elas se acham únicas, exóticas, esdrúxulas. As figuras mais antipáticas da gramática.)
Quer causar um impacto insólito? Elogie com proparoxítonas.
É como se o elogio tivesse mais mérito, tocasse no mais íntimo.
O sujeito pode ser bom, competente, talentoso, inventivo – mas não há nada como ser considerado ótimo, magnífico, esplêndido.
Da mesma forma, errar é humano. Épico mesmo é cometer um equívoco.
Escapar sem maiores traumas é escapar ileso – tem que ter classe pra escapar incólume.
O que você não conhece é só desconhecido. O que você não tem a mínima ideia do que seja – aí já é uma incógnita.
Ao centro qualquer um chega – poucos chegam ao âmago.
O desejo de ser proparoxítona é tão atávico que mesmo os vocábulos mais ordinários têm o privilégio (efêmero) de pertencer a essa família – ou não seriam chamados de oxítonas e paroxítonas. Não é o cúmulo?
AFFONSO, Eduardo. Disponível em: https://www.facebook.com/eduardo22affonso/ (acesso em 28/01/2022)
Do ponto de vista morfológico, as palavras proparoxítonas que aparecem no texto 2 participam da classe dos:
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HÁ DOIS TIPOS DE PALAVRAS: AS PROPAROXÍTONAS E O RESTO
As proparoxítonas são o ápice da cadeia alimentar do léxico.
Estão para as outras palavras assim como os mamíferos para os artrópodes.
As palavras mais pernósticas são sempre proparoxítonas. Das mais lânguidas às mais lúgubres. Das anônimas às célebres.
Se o idioma fosse um espetáculo, permaneceriam longe do público, fingindo que fogem dos fotógrafos e se achando o máximo.
Para pronunciá-las, há que ter ânimo, falar com ímpeto - e, despóticas, ainda exigem acento na sílaba tônica!
Sob qualquer ângulo, a proparoxítona tem mais crédito.
É inequívoca a diferença entre o arruaceiro e o vândalo.
O inclinado e o íngreme.
O irregular e o áspero.
O grosso e o ríspido.
O brejo e o pântano.
O quieto e o tímido.
Uma coisa é estar na ponta – outra, no vértice.
Uma coisa é estar no topo – outra, no ápice.
Uma coisa é ser fedido – outra é ser fétido.
É fácil ser valente, mas é árduo ser intrépido.
Ser artesão não é nada, perto de ser artífice.
Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice.
(Este último parágrafo contém algo raríssimo: proparoxítonas que rimam. Porque elas se acham únicas, exóticas, esdrúxulas. As figuras mais antipáticas da gramática.)
Quer causar um impacto insólito? Elogie com proparoxítonas.
É como se o elogio tivesse mais mérito, tocasse no mais íntimo.
O sujeito pode ser bom, competente, talentoso, inventivo – mas não há nada como ser considerado ótimo, magnífico, esplêndido.
Da mesma forma, errar é humano. Épico mesmo é cometer um equívoco.
Escapar sem maiores traumas é escapar ileso – tem que ter classe pra escapar incólume.
O que você não conhece é só desconhecido. O que você não tem a mínima ideia do que seja – aí já é uma incógnita.
Ao centro qualquer um chega – poucos chegam ao âmago.
O desejo de ser proparoxítona é tão atávico que mesmo os vocábulos mais ordinários têm o privilégio (efêmero) de pertencer a essa família – ou não seriam chamados de oxítonas e paroxítonas. Não é o cúmulo?
AFFONSO, Eduardo. Disponível em: https://www.facebook.com/eduardo22affonso/ (acesso em 28/01/2022)
As palavras "pernósticas", "despóticas" e "insólito" têm o significado equivalente a:
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HÁ DOIS TIPOS DE PALAVRAS: AS PROPAROXÍTONAS E O RESTO
As proparoxítonas são o ápice da cadeia alimentar do léxico.
Estão para as outras palavras assim como os mamíferos para os artrópodes.
As palavras mais pernósticas são sempre proparoxítonas. Das mais lânguidas às mais lúgubres. Das anônimas às célebres.
Se o idioma fosse um espetáculo, permaneceriam longe do público, fingindo que fogem dos fotógrafos e se achando o máximo.
Para pronunciá-las, há que ter ânimo, falar com ímpeto - e, despóticas, ainda exigem acento na sílaba tônica!
Sob qualquer ângulo, a proparoxítona tem mais crédito.
É inequívoca a diferença entre o arruaceiro e o vândalo.
O inclinado e o íngreme.
O irregular e o áspero.
O grosso e o ríspido.
O brejo e o pântano.
O quieto e o tímido.
Uma coisa é estar na ponta – outra, no vértice.
Uma coisa é estar no topo – outra, no ápice.
Uma coisa é ser fedido – outra é ser fétido.
É fácil ser valente, mas é árduo ser intrépido.
Ser artesão não é nada, perto de ser artífice.
Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice.
(Este último parágrafo contém algo raríssimo: proparoxítonas que rimam. Porque elas se acham únicas, exóticas, esdrúxulas. As figuras mais antipáticas da gramática.)
Quer causar um impacto insólito? Elogie com proparoxítonas.
É como se o elogio tivesse mais mérito, tocasse no mais íntimo.
O sujeito pode ser bom, competente, talentoso, inventivo – mas não há nada como ser considerado ótimo, magnífico, esplêndido.
Da mesma forma, errar é humano. Épico mesmo é cometer um equívoco.
Escapar sem maiores traumas é escapar ileso – tem que ter classe pra escapar incólume.
O que você não conhece é só desconhecido. O que você não tem a mínima ideia do que seja – aí já é uma incógnita.
Ao centro qualquer um chega – poucos chegam ao âmago.
O desejo de ser proparoxítona é tão atávico que mesmo os vocábulos mais ordinários têm o privilégio (efêmero) de pertencer a essa família – ou não seriam chamados de oxítonas e paroxítonas. Não é o cúmulo?
AFFONSO, Eduardo. Disponível em: https://www.facebook.com/eduardo22affonso/ (acesso em 28/01/2022)
Sobre palavras proparoxítonas, assinale a opção INCORRETA.
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HÁ DOIS TIPOS DE PALAVRAS: AS PROPAROXÍTONAS E O RESTO
As proparoxítonas são o ápice da cadeia alimentar do léxico.
Estão para as outras palavras assim como os mamíferos para os artrópodes.
As palavras mais pernósticas são sempre proparoxítonas. Das mais lânguidas às mais lúgubres. Das anônimas às célebres.
Se o idioma fosse um espetáculo, permaneceriam longe do público, fingindo que fogem dos fotógrafos e se achando o máximo.
Para pronunciá-las, há que ter ânimo, falar com ímpeto - e, despóticas, ainda exigem acento na sílaba tônica!
Sob qualquer ângulo, a proparoxítona tem mais crédito.
É inequívoca a diferença entre o arruaceiro e o vândalo.
O inclinado e o íngreme.
O irregular e o áspero.
O grosso e o ríspido.
O brejo e o pântano.
O quieto e o tímido.
Uma coisa é estar na ponta – outra, no vértice.
Uma coisa é estar no topo – outra, no ápice.
Uma coisa é ser fedido – outra é ser fétido.
É fácil ser valente, mas é árduo ser intrépido.
Ser artesão não é nada, perto de ser artífice.
Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice.
(Este último parágrafo contém algo raríssimo: proparoxítonas que rimam. Porque elas se acham únicas, exóticas, esdrúxulas. As figuras mais antipáticas da gramática.)
Quer causar um impacto insólito? Elogie com proparoxítonas.
É como se o elogio tivesse mais mérito, tocasse no mais íntimo.
O sujeito pode ser bom, competente, talentoso, inventivo – mas não há nada como ser considerado ótimo, magnífico, esplêndido.
Da mesma forma, errar é humano. Épico mesmo é cometer um equívoco.
Escapar sem maiores traumas é escapar ileso – tem que ter classe pra escapar incólume.
O que você não conhece é só desconhecido. O que você não tem a mínima ideia do que seja – aí já é uma incógnita.
Ao centro qualquer um chega – poucos chegam ao âmago.
O desejo de ser proparoxítona é tão atávico que mesmo os vocábulos mais ordinários têm o privilégio (efêmero) de pertencer a essa família – ou não seriam chamados de oxítonas e paroxítonas. Não é o cúmulo?
AFFONSO, Eduardo. Disponível em: https://www.facebook.com/eduardo22affonso/ (acesso em 28/01/2022)
A respeito da composição do período "Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice.", é CORRETO afirmar que:
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Propostas afins
Amigues,
Vocês já se divertiram à beça com a proposta estapafúrdia de se implantar uma linguagem neutra que, trocando um "O" por um "E", acabaria com todes es problemes de machisme, misoginie, homofobie, transfobie etcétere.
Mas a ideia, em si, não é ruim. O que estraga é ser pouco abrangente e se limitar à questão de gênero. Há várias outras formas de opressão linguística – e a maior delas é… a opressão linguística. Eu aproveitaria que todos os livros terão que ser reescritos e mandaria ver numa linguagem realmente inclusiva.
Muita gente não entende, por exemplo, a diferença entre "mau" e "mal". E deve se sentir muito mau contando a história do lobo mal para os filhos, sem saber quando está usando um adjetivo ou um advérbio.
Solução: uniformizamos a grafia, e daqui pra frente será "mao". Tanto fará ser bom ou mao, andar bem ou mao acompanhado. Isso no singular, porque no plural continuará havendo males que vêm para o bem, e os bons acabarão pagando pelos maus.
De uma penada só, lá se vão 25% dos erros de português.
"Mas" e "mais" são outra desgraça que pode estar com os dias contados se adotarmos a grafia única "maes".
O corretor ortográfico vai criar caso nos primeiros dias, maes nunca maes teremos dúvidas se é para usar a conjunção adversativa ou o advérbio de intensidade.
Outros 25% de erros eliminados.
"Menos" ou 'menas"? Menes.
"Meio" ou "meia"? Meie, seja adjetivo, advérbio, numeral ou substantivo.
"Há" ou "a"? Ah!, seja artigo, verbo, preposição ou interjeição – e ah crase vai fazer companhia ao trema, ah fita para máquina de escrever e ao estado civil de "desquitada" no limbo das coisas que perderam ah razão de existir ah muito tempo.
Ah menes que você seja uma pessoa meie lenta, já terá percebido que ah inúmeras vantagens nessas alterações – ah maior delas sendo outros 25% de correções a menes ah fazer nas provas do Enem, nas matérias dos jornais, nos tuítes de ministros da Educação.
Finalmente, a pergunta que não quer calar: por que o português tem que ser tão complicado? Deve haver um porquê. Talvez porque um monte de filólogos mortos tenha decidido assim – mas por quê?
Não importa. Na reforma contra o preconceito linguístico tudo vai virar "pq".
Pq? Pq sim. Não tem que ter pq.
E lá se vão os 25% de erros restantes.
Por isso, pensem duas vezes antes de criticar seus amigues progressistes e as fórmulas mirabolantes que eles inventaram para resolver os problemas do mundo com uma canetada. Eles podem ser çem noção mas não estão çem por cento errados.
(O "ç" também é uma mão na roda, né não?)
AFFONSO, Eduardo. Disponível em: https://www.facebook.com/eduardo22affonso (Acesso em 01 de março de 2022).
Sobre a definição e uso da crase, marque a opção INCORRETA.
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