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Foram encontradas 40 questões.

Marque a alternativa que descreve a melhor prática para a realização de backups de dados importantes.
 

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Analise as afirmações sobre edição de textos, planilhas e apresentações:

I- No Microsoft Excel, a função =SOMA(A1:A10) calcula a soma dos valores no intervalo especificado.

II- No Microsoft Excel, a formatação condicional permite destacar células com base em critérios pré-definidos.

III- No Microsoft PowerPoint, o slide mestre é usado para aplicar formatação única a um slide específico.

IV- No Google Docs, o recurso "Modo Offline" permite editar documentos sem conexão à internet, mas não sincroniza as alterações posteriormente.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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A relação entre hardware e software é essencial para o funcionamento de um computador. Sobre essa dependência, marque a alternativa CORRETA.
 

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Sobre os conceitos de sistemas operacionais, analise as afirmações abaixo:

I- No Linux, os diretórios são organizados em uma estrutura hierárquica, começando pelo diretório raiz (/).

II- A extensão de um arquivo no Windows não tem relação com o programa usado para abri-lo.

III- No Windows, atalhos são cópias idênticas dos arquivos originais, ocupando o mesmo espaço em disco.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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A alternativa que descreve CORRETAMENTE a função do recurso Área de Transferência no Windows 10/11 é:
 

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Leia o texto IV para responder à questão.

Texto IV

Enunciado 4778516-1

F o n t e : Dis p o n í v e l em: h t t p s: / / 3 . b p . b l o g s p o t . c om/- 4 - q FLfCNY6 0 /WBSAg rG0MMI/AAAAAAAABmk / nKCbVoGXS _ c f 5 sMe - eCGcecDRKw_BlMpQCLcB/s1600/Prof%2Bmeme%2B6.jpg. Acesso em: 23 set. 2025.

Observe o verbo “ver” que aparece nos quatro momentos do texto. Sobre ele, é CORRETO afirmar que:
 

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Leia o texto IV para responder à questão.

Texto IV

Enunciado 4778515-1

F o n t e : Dis p o n í v e l em: h t t p s: / / 3 . b p . b l o g s p o t . c om/- 4 - q FLfCNY6 0 /WBSAg rG0MMI/AAAAAAAABmk / nKCbVoGXS _ c f 5 sMe - eCGcecDRKw_BlMpQCLcB/s1600/Prof%2Bmeme%2B6.jpg. Acesso em: 23 set. 2025.

Sobre o texto, analise as assertivas que seguem.

I- A linguagem não verbal não colabora na produção de sentidos.

II- Alinguagem verbal, isoladamente, é suficiente para a compreensão global de sentidos.

III- Para uma leitura com construção completa de sentidos desse texto, a leitura da linguagem verbal e da linguagem não-verbal são importantes.

IV- Reconhecer os contextos de referência dos textos não verbais colabora para a compreensão do texto atual.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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O texto III deve ser lido para se responder à questão.

Texto III


A ilusão do fim de semana

Há algo errado nisto.

Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

[..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

Há algo de errado nisto. E persistimos.

Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

Analise as assertivas sobre o trecho “O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar!”.

I- Verde e azul, apesar de se classificarem normalmente como adjetivos, aqui funcionam como substantivos.

II- “O verde e o azul” constituem o sujeito composto da oração.

III- “O verde e o azul” são adjuntos adnominais, já que são adjetivos.

IV- “lá longe ainda” funciona como locução adverbial de lugar.

V- Há um verbo elíptico no trecho.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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O texto III deve ser lido para se responder à questão.

Texto III


A ilusão do fim de semana

Há algo errado nisto.

Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

[..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

Há algo de errado nisto. E persistimos.

Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

No trecho em destaque “São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrarpelos poros.”, qual figura de linguagem se observa?
 

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O texto III deve ser lido para se responder à questão.

Texto III


A ilusão do fim de semana

Há algo errado nisto.

Onde havia florestas construímos cidades de concreto, asfalto e vidro. Aí vivemos. Ou melhor: trabalhamos. Mas como o lugar onde trabalhamos não é onde queremos viver, então no fim de semana rumamos para onde há floresta ou praia, onde, além do verde e do azul, se pode respirar.

Chegamos. Acabamos de encostar o carro na garagem da casa de campo, fazenda ou do hotel nas montanhas.

Chegar aqui não foi fácil. Duas, cinco, às vezes dez horas de engarrafamento. O verde e o azul, lá longe ainda, difíceis de alcançar. E a gente ali na estrada entalado num terrível rito de ultrapassagem.

[..] O simples fato de nos aproximarmos do verde já muda o clima psicológico dentro do carro. Vai ficando para trás a fuligem da cidade. E ao subir a serra começa uma descontração no diafragma. Aqueles que estavam tensos, indo para a natureza, já tornam suas frases mais macias, já começam a ficar mais amorosos. Algumas brigas de casal vão se diluindo na passagem da cidade para o campo.

Enfim, chegamos. São desembarcadas as malas, as portas e janelas da casa e corpo se abrem e a clorofila começa a entrar pelos poros. As flores continuaram a elaborar suas cores em nossa ausência. Os pássaros continuaram a emplumar as estações. [...]

À noite pode-se acender a lareira e ali se ficar prostrado com um copo de uísque ou vinho, uma xícara de chá ou café, olhando, olhando o fogo como um primitivo na caverna de si mesmo.

Todavia, essa incursão no paraíso vai acabar. O fim de semana escoou-se. Já começamos a refazer as malas e a ficar ansiosos e de mau humor. Vamos começar a descer a serra para retornar ao campo de concentração urbana. Mal sinalizadas, as estradas vez por outra nos deixam ver um cão morto no asfalto. [...]

Aproximamo-nos da cidade. A temperatura começa a subir, um calor abafado vai grudando na pele. O mau cheiro irrita as narinas, o ruído agride os tímpanos. O ritmo do pulso é tenso e há um cruzar de buzinas, faróis, anúncios e sempre a possibilidade de uma emergente violência.

Chegamos ao apartamento ou casa. Descarregamos tudo pelo elevador com ar de vitória e derrota. Na sala, jornais, correspondência acumulada. O dia seguinte já nos espreita na treva. Aí começaremos a fazer novos planos para fugir da cidade. Planejaremos outro feriado e contaremos quanto tempo falta para a aposentadoria.

Há algo de errado nisto. E persistimos.

Fonte: SANTANNA. Affonso Romano de. Porta de colégio e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997. p. 43-46. Adaptado.

Sobre o texto, afirma-se que ele:
 

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